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Seg, Jul

Rurais
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Os trabalhadores e trabalhadoras rurais de Sergipe elegeram a nova diretoria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetase) durante a realização do 4º Congresso Estadual entidade, realizado de 9 a 11 de dezembro, no Hotel Mercure, em Aracaju. Duas chapas disputaram as eleições da Fetase. A Chapa 1, liderada Nunes dos Santos Alexandre, perdeu o pleito para a Chapa 2, encabeçada por Antônio Oliveira.

Ambos fazem parte da atual gestão da entidade. Nunes é secretário de Assalariados e Assalariadas Rurais, e Antônio é o secretário de Finanças e Administração. Apesar de integrarem a direção da Fetase, não houve consenso na formação de uma chapa única e coube aos delegados eleitos nos sindicatos filiados à federação a decisão de escolher os novos dirigentes da entidade.

A eleição aconteceu no último dia do congresso. Os integrantes da Chapa 1 – Lutar para conquistar – justificaram a disputa de chapas. “Isso elevou os ânimos. Para a gente é a festa da democracia. Lutamos para construir a unidade, mas não conseguimos. Mas esse é o processo democrático. Os trabalhadores têm o livre direito de escolher seus dirigentes”, afirmou Nunes, candidato a presidente da Fetase.

O presidente eleito da federação, Antônio Oliveira, disse que a Chapa 2 – União pela democracia e participação – também apostou na unidade até o prazo limite para inscrição de chapa, mas não sendo possível a formação de uma chapa única, decidiu enfrentar a disputa.

“A campanha foi difícil, mas pelo que vimos na apresentação da nossa chapa durante o congresso, acreditávamos que sairíamos vitoriosos. Agora vamos trabalhar por todos. Sabemos que a luta é grande, mas vamos apostar no fortalecimento do movimento sindical no campo para atingir nossos objetivos e continuar avançando, contando sempre com o apoio da CTB e dos sindicatos filiados”, salientou.

Para Nunes e Antônio, o congresso foi importante para todos os trabalhadores rurais de Sergipe. “Mais ainda porque eles saem desse encontro com uma nova diretoria eleita para um mandato de quatro anos”, disse Nunes. Antônio considerou excelente o debate nas plenárias e nos trabalhos em grupo. “Aprovamos um documento básico sem grandes divergências pensando sempre na unidade”, enfatizou.

Niúra Belfort

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