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Qui, Maio

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Seja na família, ou nas comunidades e, mais ainda, no Movimento Sindical, a presença da mulher tem se tornado cada vez mais significativa e marcante. A mulher trabalhadora, aos poucos, tem conseguido romper algumas barreiras que ainda persistem nos tempos atuais – mas que já não condizem com a realidade. Querem uma vida diferenciada daquela vivida por suas mães e avós e sonham em construir um futuro melhor para filhas e netas.

Foi justamente com este espírito que a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do estado do Paraná (Fetaep) realizou, de 14 a 17 de outubro, em Curitiba, o Encontro Estadual de Mulheres Trabalhadoras Rurais. O evento contou com a presença de 60 mulheres, entre dirigentes sindicais e trabalhadoras rurais. O propósito foi apresentar possibilidades para as mulheres seguirem seu próprio caminho em busca da independência. Porém, vale ressaltar que elas não querem supremacia, mas sim igualdade de direitos.

Além da secretária de Mulheres da Fetaep, Marucha Vettorazzi, a abertura do evento contou com a presença do presidente Ademir Mueller, do secretário de Formação e Organização Sindical, Cláudio Rodrigues, do secretário de Assalariados e Previdência, Carlos Gabiatto, e da coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social, Terezinha Ramos.

Vários temas importantes foram discutidos e apresentados às mulheres que buscam assumir o controle de suas próprias vidas, com a geração de renda. Entre eles, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), a apresentação de experiências exitosas de mulheres trabalhadoras rurais com Ivone de Souza (Regional 6) e Aparecida Bondenzan Ramalho (Regional 3), além de um debate em torno da educação.

Aposentadoria no campo

Mereceu destaque durante o Encontro a possivel reforma previdenciária, que afetaria sobremaneira a aposentadoria do trabalhador do campo.

De acordo com a dirigente da CTB, Marucha Vettorazzi, com uma possível reforma previdenciária é o direito dos trabalhadores que está em jogo. "Nos preocupa muito que aumente para 60 e 65 anos a idade para podermos nos aposentar. Porque o trabalhador no campo inicia precocemente sua vida no trabalho. Enquanto o jovem urbano tem sua carteira de trabalho assinada aos 18 anos, o trabalhador rural aos 14 já está na lavoura, na lida diária, faça chuva ou sol", destacou

O manifesto também destaca a importância da contribuição dada pelo trabalhador rural e a valorização do trabalho no campo como fundamental para a economia do país. 

Portal CTB com Fetaep

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