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Seg, Jul

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Leia a opinião de outros dirigentes da CTB sobre a atual conjuntura política no país (e confira a agenda de lutas):

“Nunca na história da humanidade o povo e os trabalhadores conquistaram nenhum tipo de espaço que não fosse lutando nas ruas, nas praças, ocupando as fábricas, fazendo greves. O povo brasileiro se mobilizou e reelegeu a presidenta, que fez uma bela gestão, que melhorou principalmente a vida das pessoas mais humildes, que tirou da extrema pobreza mais de 40 milhões de pessoas. Em especial, melhorou a vida das trabalhadoras domésticas, que muitas vezes trocavam o trabalho por um prato de comida, por uma roupa usada – hoje a faxina tem preço, com base no salário mínimo. Ela trouxe uma mudança na cultura de valorização desse trabalho e dessas mulheres. O povo decidiu reeleger a presidenta, mas esqueceu de eleger um Congresso e um Senado. Fomos fragorosamente derrotados no Congresso, não conseguimos dar à presidenta as condições de governabilidade. Neste momento, é necessário que a gente tenha consciência, se mobilize e vá às ruas, para garantir a democracia, para garantir os direitos sociais, para garantir que essas medidas antidemocráticas que o governo está tomando sejam justificadas para a classe trabalhadora, para as mulheres, para o povo. Não acreditamos que a presidenta mudou, de forma a desfazer tudo o que ela conquistou nos quatro anos de governo. O dia 13 é o dia dos trabalhadores e das mulheres irem às ruas para dizerem à população o que está acontecendo: nós acreditamos na presidenta Dilma, nós acreditamos na democracia e vamos defendê-la contra qualquer tipo de golpe e impeachment, e a única forma de garantir a democracia são as pessoas mobilizadas, organizadas nos sindicatos, nas associações, em outros tipos de organizações e nas ruas, ocupando-as. Os grandes empresários e os latifundiários estão vendo os seus privilégios sendo ameaçados, estão tendo que viajar nos aviões ao lado da gente, dos trabalhadores, das mulheres pobres, com a mochila de lado. Eles não aceitam isso – é isso que está em jogo no país.”

Ivânia Pereira da Silva Teles, secretária da Mulher Trabalhadora

 

“O momento político que o país vive é de extrema gravidade porque o que esta em jogo não é o destino de um governo, mas o destino do Brasil - um país próspero, soberano, democrático, que respeita e valoriza o trabalho. Diante dessa ameaça, o dia 13 de março é uma data estratégica para que nós possamos fazer uma contraofensiva à direita brasileira, que quer retomar no Brasil a agenda do neoliberalismo. Dentro desse contexto, uma das grandes ameaças é a tentativa de desmoralização e fragilização de um dos maiores patrimônios do povo brasileiro, a Petrobras. A questão de fundo é que os tucanos querem retomar o controle do país para privatizar essa empresa. Os petroleiros e petroleiras de todo o país se somarão a esse esforço nacional no dia 13”.

Divanilton Pereira, secretário de Relações Internacionais da CTB

 “No dia 13, serão duas as reivindicações dos trabalhadores: nós sairemos às ruas para protestar contra a MP que ataca o seguro-desemprego e contra o PL sobre a terceirização. Sairemos também em defesa da democracia, pois há um claro movimento no Brasil para a desestabilização do governo Dilma. Nós estamos começando um novo governo e as forças políticas estão dando suas opiniões, seus recados. O trabalhador também tem que sair e dizer o que quer. Chega de ficar só esperando – precisamos ir à luta e dizer o que se espera do governo, o que queremos.”

Wagner Gomes, secretário-geral da CTB

wagner ctb

“Esta em curso uma insana fúria golpista. Os algozes da direita tentam impor a todo custo uma agenda regressiva e conduzir o país a uma instabilidade econômica e política. Esse quadro revela que devemos impulsionar as lutas em defesa da Nação, da soberania e da democracia. O momento exige uma grande contraofensiva do movimento social em resposta à direita, em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, da Petrobras, da indústria nacional e por uma reforma política democrática. Vamos à luta"

Adilson Araújo, presidente nacional da CTB

Acompanhe e confira o calendário das Lutas de Março. A CTB e as demais centrais sindicais convocam a todos a enfrentar a onda golpista, ocupar as ruas, praças e avenidas de todo o país em defesa da nação, da soberania, da Petrobras e do emprego. E também se posicionar veementemente contra as medidas 664 e 665 que colocam em risco conquistas trabalhistas históricas dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros:  

02/03 - Manifestação nas Superintendências Regionais do Trabalho em todo o País

03/03 - Reunião da Executiva da Coalização na CBJP, às 10hs, SP

07/03: Plenária Nacional dos Movimentos Sociais, no Sindicato dos Químicos de São Paulo, às 9hs, rua Tamandaré, 348 - Liberdade

Convocam. MST, MTST, CUT, CTB, Intersindical, UNE, CMP, Marcha Mundial de Mulheres, CONEN, Levante Popular de Juventude, Quem luta educa

Apoio: PT, PCdoB e PSOL

08/03: Dia Internacional de Luta das Mulheres - concentração na avenida Paulista, 10hs

10/03: - Manifestações nos aeroportos (nacional)

10 ou 11/03: Ato dos movimentos sociais

Caminhada até o STF - "Devolve Gilmar"

13/03 - Ato das Centrais Sindicais (nacional)

16 a 19/03- Semana de mobilização no Congresso Nacional - DF

18/03 - Dia de luta no Congresso Nacional - DF

20 a 29/03: Semana de Mobilização e Coleta de Assinaturas

8 e 9/04 - Seminário Nacional da CTB - Desafios e Dilemas da classe trabalhadora

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