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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) repudia veementemente o anúncio de fechamento de 513 agências da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), o que vai provocar a demissão de 5,3 mil funcionários da estatal. A informação foi divulgada no portal do jornal Estado de São Paulo (Estadão) no último sábado (5).

A publicação também denunciava que a decisão beneficiará franqueadas e que somente em São Paulo serão fechadas 167 agências – 90 na capital e 77 no interior. Já em Minas Gerais, das 20 agências mais rentáveis, 14 serão fechadas e a população passará a ser atendida por agências franqueadas.

Essa ação ofensiva faz parte do processo de privatização da empresa conduzida pela gestão Temer. Com a venda das unidades o atendimento será entregue às franqueadas (agências privadas).

A privatização contempla interesses privados e a ânsia por lucros dos empresários das agências franqueadas. A transferência de grandes contratos comerciais para a rede de franquias favorece seus donos na mesma medida em que prejudica trabalhadores e usuários. A receita de Temer é entregar tudo que hoje gere lucro!

Essa ação criminosa da gestão Temer destrói postos de trabalho, acaba com direitos consagrados e rasga o Acordo Coletivo aprovado pela categoria. Ou seja, avança a precarização do trabalho, com perdas salariais e da qualidade de vida de milhares de trabalhadores e trabalhadoras.

A CTB marchará ao lado dos Ecetistas contra mais esse ataque. Não aceitaremos a privatização de uma estatal secular, que contribui para o desenvolvimento econômico do país e igualmente para o avanço social e cultural do nosso povo.

À luta!

São Paulo, 7 de maio de 2017

Adilson Araújo

Presidente Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

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