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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) lamenta profundamente a morte de Eduardo Campos, 49 anos, candidato à Presidência da República pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), na manhã desta quarta-feira (13), após acidente aéreo na cidade de Santos, em São Paulo.

Além de Campos, morreram no acidente mais seis pessoas: os pilotos Geraldo Cunha e Marcos Martins, o assessor de imprensa Carlos Augusto Leal Filho, o fotógrafo Alexandre Gomes e Silva e ainda Pedro Valadares Neto e Marcelo Lira.

Considerado um político jovem, Eduardo Campos destacou-se como liderança de esquerda progressista sempre em defesa da democracia.

Para a CTB, a morte do socialista, que deixa seu nome gravado na política brasileira, representa uma imensa perda política por sua postura ética, histórico político e compromisso com a classe trabalhadora e a população brasileira.

Campos e o PSB - um partido comprometido inteiramente com a causa dos trabalhadores - possuem uma trajetória de luta sem dimensões no cenário político brasileiro e sempre foram grandes apoiadores da CTB, contribuindo inclusive para a sua fundação.

Campos que nasceu em 1965, na capital pernambucana de Recife, filho do poeta Maximiano Campos e da atual ministra do Tribunal de Contas da União, Ana Arraes, começou a vida política ainda como estudante universitário e se filiou ao PSB em 1990. No mesmo ano foi eleito deputado estadual. Apenas quatro anos depois foi eleito deputado federal.

Em 2004 assumiu o Ministério da Ciência e Tecnologia a convite do presidente Lula, sendo o mais jovem entre os ministros nomeados. Em 2005 assumiu a presidência nacional do PSB, e em 2011 foi reeleito presidente do partido, com mandato até 2014. Era candidato à presidência com Marina Silva como vice.

Foi governador de Pernambuco por dois mandatos consecutivos (2007-2014) e reeleito com 80% dos votos em 2010. Deixou o governo para disputar a Presidência da República, e ocupava o terceiro lugar nas pesquisas.

Toda a diretoria da CTB se une aos familiares, amigos, militância do PSB e milhões de trabalhadores abatidos pela morte de Eduardo Campos e das vítimas do acidente, lamentando a perda política que essa tragédia representa para o país.

A CTB está de luto.

 

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