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A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) manifesta sua ativa solidariedade aos metalúrgicos da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e ao sindicato da categoria na luta contra as demissões em massa e em defesa do emprego, do turno ininterrupto de revezamento e de benefícios sociais previstos na Convenção Coletiva que o presidente da empresa, Benjamin Steinbruch, quer suprimir, usando como pretexto a recessão exportada pelos EUA.

Estima-se que a empresa já condenou cerca de 1300 trabalhadores ao olho da rua desde dezembro do ano passado e Seteinbruch ameaça realizar mil novas demissões se o sindicato e a categoria não capitularem à sua indecente proposta. Ao arrepio da Lei, a CSN já determinou o alongamento da jornada de trabalho de seis para oito horas diárias, acabando com o turno de revezamento, conquista história da classe operária brasileira consagrada na Constituição.

A CTB entende que não se deve traficar com direitos trabalhistas e apoia resolutamente a postura de resistência e luta do Sindicato. Considera também inadmissível que a empresa receba financiamento do BNDES ou qualquer outro tipo de benefício público enquanto recorre à demissão em massa, a chantagens e à intransigência na negociação com os trabalhadores e seus representantes. O governo Lula e os bancos estatais devem suspender as operações de financiamento enquanto não se encontra uma solução para os problemas que contemple os justos interesses da categoria.

A CTB orienta e conclama os sindicatos e entidades filiadas e suas lideranças nos Estados, especialmente no Rio de Janeiro, a manifestar em palavras e atos solidariedade irrestrita, classista e militante, aos metalúrgicos do Sul Fluminense e ao seu combativo Sindicato, presidido pelo companheiro Renato Soares Ramos.

São Paulo, 18 de fevereiro de 2009

Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

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