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Encontro da Juventude da CTB-SP elege Coletivo e debate papel dos jovens trabalhadores

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Dezenas de jovens trabalhadores e trabalhadoras participaram, no último sábado (18), do 2º Encontro da Juventude da CTB São Paulo, realizado na sede do Sindicato de Água, Esgoto e Meio Ambiente (Sintaema). A prioridade do encontro foi debater maneiras de unir a juventude trabalhadora ao movimento sindical e eleger o Coletivo Estadual.

A atividade serviu também para organizar a juventude paulistana para o 2º Encontro Nacional que acontece, entre os dias 28 e 30 de junho, na sede da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), em Belo Horizonte

O encontro estadual reuniu a juventude cetebista dos correios, metalúrgicos, professores, saúde, serviço públicos, metalúrgicos, construção civil, da capital e de diversas regiões como São José do Rio Preto, Sorocabana, Campinas, Mauá e Santos, que aprofundaram a discussão sobre o real papel do jovem sindicalista.

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A abertura do evento foi marcada pela presença do presidente da CTB-SP, Onofre Gonçalves, que destacou a importância da mobilização dos jovens trabalhadores para avançar nas mudanças, e fortalecer a luta geral da classe trabalhadora. “A luta da juventude é primordial para essa sociedade e para seguirmos na defesa de um projeto que inclua a valorização do trabalho. Porque se nós analisarmos a classe trabalhadora, a maioria é composta por jovens. O movimento sindical precisa se dinamizar, adequando-se a essa nova realidade que estamos vivendo. Para que de fato tenhamos entidades sindicais que possam representar a juventude trabalhadora. Estamos vivendo no Brasil um momento muito importante e decisivo para o futuro da nossa nação”, afirmou Onofre.

Após a abertura, Paulo Vinícius, secretário da Juventude da CTB nacional, apresentou uma análise de conjuntura, alertando os participantes para questões relevantes como organização do segmento e maior participação dentro do movimento sindical e político. “Precisamos fazer a nossa parte enquanto geração para esse empreendimento coletivo, que é a CTB, e disputar a hegemonia dos trabalhadores, porque são eles que movem o estado de São Paulo, que geram as riquezas que existem. É a classe trabalhadora que pode construir o socialismo. Trabalhador para nós vale muito, é a razão de existir a nossa central, da nossa luta pelo socialismo e a razão pela qual muitos de nós estão no movimento. Então não podemos tratá-lo como um movimento que se resume às campanhas salariais, que não tem tarefas políticas de maior relevo”, destacou Paulo Vinícius.

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Na segunda parte do encontro, os jovens trabalhadores contribuíram com propostas para o documento, que será construído pelo Coletivo, e trouxeram ao debate questões relevantes como redução da maioridade penal, papel da comunicação para os jovens, renovação, participação em Conselhos da Juventude, defesa de investimentos na educação, valorização do jovem trabalhador, entre outras.

Jeremias Ferreira dos Santos, dirigente do Sintaema, chamou a atenção dos participantes para a pressão existente dentro das empresas para evitar que o trabalhar participe da luta sindical. “Daí a importância de levar conscientização à juventude para a luta da categoria, sua organização e participação no movimento sindical. Ainda existe muito assédio moral por parte da empresa, principalmente, relacionado aos jovens. Só organizados avançaremos nessa luta”, afirmou.

Ao final os participantes ratificaram a escolha do novo Coletivo da Juventude da CTB-SP composto por jovens de diversas categorias.  “Finalmente chegamos ao final desse grande encontro, que mobilizou jovens de diversas categorias, e deliberou sobre questões importantes relativas à conjuntura relacionada ao jovem trabalhador. Dessa forma, esse coletivo que foi eleito terá o papel de conduzir nos próximos anos essas demandas para darmos nossa contribuição efetiva ao conjunto da classe trabalhadora. Precisamos dessa juventude aguerrida e trabalhadora que entenda o real papel da luta sindical”, frisou o secretário Estadual de Juventude da CTB, Adroaldo Negreiros.

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Após a eleição do coletivo e a entrega dos certificados, uma animada confraternização encerrou o encontro dos jovens cetebistas.

Por Cinthia Ribas - CTB-SP

2º Encontro da Juventude da CTB São Paulo acontece neste sábado

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A CTB São Paulo está mobilizando jovens trabalhadores de todas regiões do estado para participar  do 2º Encontro Estadual da Juventude, no próximo sábado (18). A atividade é preparatória à etapa nacional, que acontece nos dias 28 e 30 de junho, em Belo Horizonte.

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O Encontro Estadual debaterá os principais temas ligados à atual conjuntura política, econômica, sindical e social, a partir do viés da juventude trabalhadora, tanto do campo como da cidade. o objetivo é reunir dezenas de jovens trabahadores ruais e urbanos, como agricultores, ecetistas, funcionários públicos, metalúrgicos, educação, saúde, movimentação, marceneiros, condutores, metroviários, entre outros.

Paulo Vinícius, secretário nacional de Juventude da CTB,  que participa da primeira mesa, sobre a organização da juventude trabalhadora, ressaltou a importância do momento que o país vive para a formulação de políticas para os jovens. "Há um bônus demográfico, ou seja, uma situação favorável em que os jovens 15 a 34 anos somam 35% da população total, algo em torno de 67 milhões de pessoas. Nunca houve e, se cumprida a tendência da curva de crescimento da população, nem haverá tantos jovens quanto agora, em plena idade produtiva e em busca de um lugar na sociedade", explica.

Para ele, esse momento de bônus demográfico deve ser aproveitado por meio da integração produtiva dessa juventude. "Se a juventude é a maior vítima proporcional do desemprego, se ela não tem educação e uma qualificação profissional, se seu ingresso no mercado de trabalho é precário e sem direitos, se ela não pode se expressar e viver sua identidade, sexualidade, se ela não tem acesso à previdência, ao crédito e à terra, como o Brasil vencerá nesse novo momento econômico? Assim as políticas para a juventude são fundamentais para o Brasil dar um salto no rumo do desenvolvimento com valorização do trabalho", argumenta.

A direção estadual da CTB orienta a seus sindicatos que mobilizarem suas bases para o Encontro, que acontece a partir das 10h, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo (Sintaema). A inscrição é gratuita.

Fonte: CTB-SP

CTB se mobiliza para levantar dados que auxiliem a Comissão da Verdade

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comissao verdade2A CTB, enquanto membro integrante do Grupo de Trabalho dos Trabalhadores organizado pela Comissão Nacional da Verdade, está se mobilizando para levantar, junto a seus sindicatos, todas as informações possíveis para auxiliar nas investigações.

A Secretaria de Políticas Sociais da CTB enviou uma circular a todos os sindicatos filiados, com o propósito de realizar um levantamento sobre as entidades que sofreram algum tipo de intervenção durante a ditadura militar no Brasil.

No total, a CTB preparou uma lista com 11pontos para facilitar o envio de informações. “Trata-se de um momento histórico, no qual devemos fazer o levantamento dessas perseguições, torturas e cassações que envolveram inúmeros sindicalistas classistas e buscar reestabelecer a verdade sobre os fatos ocorridos”, afirma o secretário de Políticas Sociais Carlos Rogério Nunes.

Confira abaixo a lista, cujas respostas devem ser enviadas à CTB (pelo email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) até o dia 26 de maio:

Assunto: Comissão Nacional da Verdade – grupo de trabalho dos trabalhadores (as)

1. Levantamento dos sindicatos que sofreram invasão e intervenção no golpe e após o golpe;

2. Investigação de quantos e quais dirigentes sindicais foram cassados pela ditadura militar;

3. Quais e quantos dirigentes sindicais sofreram prisão imediata ao golpe;

4. Levantamento da destruição do patrimônio documental e físico das entidades sindicais;

5. Investigação sobre prisões, tortura e assassinatos de dirigentes e militantes sindicais urbanos e rurais;

6. Vinculação das empresas com a repressão;

7. Relação do serviço de segurança das empresas estatais e privadas com a repressão e atuação das forças armadas;

8. Legislação antissocial e antitrabalhadores (lei de greve, lei do arrocho salarial, lei do fim da estabilidade no emprego, entre outras);

9. Levantamento da repressão às greves;

10. Tratamento dado à mulher trabalhadora durante a repressão;

11. Levantamento dos prejuízos causados aos trabalhadores e suas entidades pelo regime militar para reparação moral, política e material.

Portal CTB


Leia também: CTB se prepara para ter papel ativo na Comissão da Verdade

CTB recebe a visita de representantes do movimento sindical francês

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 Na manhã desta terça-feira (14), Nivaldo Santana, vice-presidente da CTB, recebeu na sede da entidade, em São Paulo, a visita de uma delegação de sindicalistas franceses.

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Cécile Dumas e Obey Ament, representantes do movimento sindical francês, estão realizando uma série de visitas por países da América Latina, buscando o intercâmbio com as forças políticas: partidos, representantes dos movimentos sociais e sindical, parlamentares e chefes de governo. Os sindicalistas iniciaram as visitas por Cuba, passando pela Venezuela e devem permanecer no Brasil por mais 5 dias.

O objetivo é entender o processo de mudanças que vive nosso continente, trocar experiências e buscar a troca de ideias em torno a problemática que vive a Europa atualmente, com as medidas de austeridades fiscal, a perda de direitos, o desmonte do estado de bem estar social e as lutas travadas desde os partidos de esquerda e o movimento sindical francês. 

Participaram do encontro os dirigentes da CTB, Gilda Almeida, secretária adjunta de Finanças; Eduardo Navarro, secretário de Imprensa e Comunicação; Magnus Farkatt, advogado; Rubens Diniz, do Cebraz; e os assessores Cristiane de Oliveira e Laura Porcel.

Portal CTB

 

 

 

Para dirigente da CTB, 13 de Maio deve reforçar a luta por oportunidades iguais

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escravidao1A secretária de Promoção da Igualdade Racial da CTB, Mônica Custódio, entende que o 13 de Maio é uma data que deve ser comemorada em todo o país, mas também defende uma reflexão a respeito do que o fim da escravidão representou para o Brasil, quais suas limitações e como a desigualdade deve continuar sendo combatida por todos aqueles que lutam por uma nação mais justa.

A data entrou para a história do país por conta da promulgação da chamada “Lei Áurea”, no ano de 1888, marco do processo de abolição da escravatura do Brasil, iniciado em 1850 com a Lei Eusébio de Queirós, seguida pela Lei do Ventre Livre de 1871 e pela Lei dos Sexagenários, de 1885.

O Brasil foi o último país independente na América a abolir o regime escravagista. Para Mônica Custódio, os índices sociais da atualidade e a realidade que cerca todos os brasileiros comprovam que as chagas daquele regime ainda estão longe de ser completamente extintas. A dirigente cetebista entende que a base para que esse cenário possa ser alterado é a educação.

“A questão de educação é pontual e história, pois foi negada desde a Lei do Ventre Livre. A classe dominante não admite, mas quando o negro tem oportunidade ele responde à altura. As cotas são um exemplo fundamental de política de Estado que age nesse sentido”, afirma.

Emprego e dignidade

Mônica Custódio associa também a questão do trabalho à dignidade humana, ao destacar que historicamente os negros não tiveram acesso às mesmas oportunidades que os demais brasileiros. “Ao longo dos tempos o povo negro tem buscado sua ascensão pela educação, como maneira de conquistar sua oportunidade, mas esse direito está longe de ser consagrado na prática”, afirma.

“A luta antirracista deve lutar para promover a igualdade racial, com base em políticas afirmativas principalmente no mercado de trabalho e na educação”, complementa.

Convenções 100 e 111 da OIT

Para a dirigente da CTB, é fundamental também nesta data atualizar a mobilização do movimento sindical para a real incorporação de duas Convenções fundamentais da Organização Internacional do Trabalho (OIT): as de número 100 (sobre igualdade de remuneração de homens e mulheres por trabalho de igual valor, adotada em 1951 e ratificada em 1957) e de número 111 (sobre discriminação em matéria de emprego e ocupação, adotada em 1958, e ratificada em 1965).

“Precisamos mudar tal cenário. Lutar pela democracia é lutar pela igualdade de oportunidades. Temos que buscar a sensibilidade, a solidariedade e a mobilização entre as centrais e o movimento social, para finalmente darmos os primeiros passos em direção à emancipação da classe trabalhadora”, sustenta.

Fernando Damasceno – Portal CTB

CES abre chamada para Curso de Formação de Líderes Sindicais

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logo ces 2013Entre os dias 1º e 5 de julho, o Centro Nacional de Estudos Sindicais e do Trabalho (CES) realizará no Hotel Santa Mônica, em Guarulhos-SP, o II Curso Nacional de Formação de Lideranças Sindicais.

Destinado para funcionários de entidades, dirigentes, assessores e militantes sindicais que desejam aprofundar seus estudos, o curso proporciona noções básicas do sindicalismo nacional e da América Latina, inserindo o participante na conjuntura política e econômica atual.

Na grade de aulas serão abordados temas como método dialético, planejamento estratégico situacional, políticas sobre a questão da terra e o papel do Estado com os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público.

Para o coordenador técnico do CES, Augusto César Petta, esta será uma ótima oportunidade de aprofundamento das questões essenciais para o desenvolvimento do sindicalismo classista.

“Por um lado, trata-se de um curso de atualização de análise da conjuntura econômica política e sindical, nacional e internacional (incluindo os trabalhadores do campo, do serviço público e das empresas privadas) e, por outro um momento importante de conhecimento do método dialético e do planejamento estratégico situacional”, afirma.

As vagas são limitadas e serão preenchidas conforme ordem de chegada. Para informações sobre valores e formas de pagamento, entre em contato pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Serviço:

II Curso Nacional de Formação de Lideranças Sindicais
Quando: De 1 a 5 de julho de 2013.
Local: Hotel Santa Mônica – Estrada David Corrêa, 900 – Guarulhos (SP)
Informações: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou (11) 3101-5120.

Fonte: Assessoria de comunicação do CES

Oficina sobre nova Tabela de Categorias é remarcada para junho

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O governo federal mais uma vez transferiu a data de sua Oficina para discussão da nova Tabela de Categorias. Inicialmente marcada para o fim de março e depois remarcada para o mês de maio, agora o Ministério do Trabalho e Emprego propõe sua realização nos dias 3 e 4 de junho, em Brasília.

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A CTB está na linha de frente dessa discussão, por entender que tal definição resultará em avanços para a classe trabalhadora, além de reservar e respeitar a liberdade de autonomia das entidades sindicais, resguardando a unicidade sindical.

Desde o ano passado, o Ministério do Trabalho está em um processo de reelaboração da Tabela de Categorias. Eduardo Navarro, secretário de Imprensa e Comunicação da CTB, tem conduzido as discussões internas da Central a respeito do tema. Para ele, além da questão da liberdade de autonomia, está em jogo também a representatividade das entidades sindicais. “Nosso debate também tem procurado compreender com maior exatidão a realidade do movimento sindical brasileiro na atualidade. Nesse sentido, temos que coibir a proliferação de sindicatos que não representem os verdadeiros interesses dos trabalhadores”, afirmou.

Ainda segundo o dirigente da CTB, é importante que o Ministério do Trabalho não postergue novamente essa discussão. “Entendemos que com a chegada do novo ministro Manoel Dias foi necessário remarcar a Oficina, mas como se trata de um tema da maior relevância para a classe trabalhadora e toda a sociedade, outro adiamento seria desastroso”, completou Navarro.

Portal CTB


Leia também: Oficina da CTB define propostas para nova Tabela de Categorias

CTB se prepara para ter papel ativo na Comissão da Verdade

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comissao verdadeA CTB fará parte do Grupo de Trabalho dos Trabalhadores organizado pela Comissão Nacional da Verdade, iniciativa que investigará as violações de direitos humanos cometidas contra sindicalistas durante o regime militar.

O secretário de Políticas Sociais da CTB, Carlos Rogério Nunes, enviou nesta quinta-feira (2) um comunicado à Direção Nacional da Central, dando maiores detalhes a respeito do papel que será desempenhado pelos classistas. 

Confira abaixo o documento:

São Paulo, 02 de maio de 2013.

À

Direção da CTB estadual 

Companheiros e Companheiras,

Assunto: Comissão Nacional da Verdade – grupo de trabalho dos trabalhadores (as)

Em maio de 2012 foi criada a Comissão Nacional da Verdade, com prazo de dois anos para apurar as violações aos direitos humanos ocorridos durante a ditadura militar (1964-1985). No último dia 15 de abril, em São Paulo, em reunião com Rosa Cardoso (membro da comissão), foi criado o grupo de trabalho dos trabalhadores (as), que vai apurar a perseguição aos sindicalistas na ditadura.

Esse é um assunto que merece toda atenção e empenho da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB, pois o movimento sindical teve suas lideranças perseguidas, presas, torturadas e mortas. Estima-se que mais de 700 sindicatos foram cassados com o golpe do dia 1º de abril de 1964. Trata-se de um momento histórico, no qual devemos fazer o levantamento dessas perseguições, torturas e cassações que envolveram inúmeros sindicalistas classistas e buscar reestabelecer a verdade sobre os fatos ocorridos. Temos que levar ao conhecimento público e cobrar que se punam os responsáveis, sejam eles da iniciativa pública ou privada.

Assim, em breve enviaremos mais informações de como proceder na coleta de dados para subsidiar o grupo de trabalho. 

Contamos com a compreensão de todos e todas, 

Saudações classistas! 

Carlos Rogério de Carvalho Nunes
Secretario de Políticas Sociais, Esporte e Lazer 

CTB irá realizar em junho seu 2º Encontro Nacional da Juventude Trabalhadora

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logo-juventude-CTB 2013A CTB, por meio de sua Secretaria da Juventude Trabalhadora, irá realizar, entre os dias 28 e 30 de junho, seu 2º Encontro Nacional da Juventude. A atividade será realizada na sede da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), em Belo Horizonte.

Sob o lema “Unir a Juventude que Trabalha e Estuda à Luta Sindical”, o Encontro pretende discutir os principais temas ligados à atual conjuntura política, econômica, sindical e social do Brasil, a partir do viés da juventude trabalhadora, tanto do campo como das grandes cidades do país.

Temas como os direitos da juventude trabalhadora, sua maior organização nos ramos, o Estatuto da Juventude, a luta pelo aumento do investimento em educação como percentual do PIB, a formação e a qualificação profissional, a sucessão rural e o protagonismo dos jovens trabalhadoras serão temas debatidos no 2º Encontro.

Preparação para o 3º Congresso da CTB

É crescente a demanda política, sindical e institucional da ação da juventude da CTB. Às vésperas da realização do 3º Congresso Nacional da Central, é fundamental que o 2º Encontro da Juventude faça um balanço de sua atuação no período mais recente e discuta as perspectivas e desafios que surgirão nos próximos anos.

Para o secretário da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinicius, “é hora de colher os frutos de tantas atividades que fizemos nos últimos três anos. O que ficou? Como melhor estruturar o trabalho da CTB na Juventude? Para mim, que deixo a frente, a juventude só terá importância e ajudará a Central se passar a se identificar como jovem e se organizar para a luta sindical. É nossa hora de pensar juntos no 2º Encontro, valorizar esse espaço, um momento bonito e importante que deixará importantes caminhos para a ação da juventude".

A hora é de viabilizar a vinda das delegações

O 2º Encontro da Juventude Trabalhadora da CTB está previsto para 150 participantes, por isso será estabelecida uma data limite e uma inscrição prévia que posteriormente será divulgada. Para Paulo Vinícius, “a juventude tem de se mexer, viabilizar sua passagem enquanto está barato, pedir apoio dos sindicatos para termos o maior número de estados, de modo que esses (as) jovens levem o aprendizado para fortalecer as CTB’s estaduais, as lutas do sindicalismo, da juventude e do Brasil".

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III Encontro da Juventude Trabalhadora da CTB-RS reúne mais de 130 jovens

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O III Encontro da Juventude Trabalhadora da CTB Rio Grande do Sul reuniu mais de 130 jovens, no último sábado (20), que debateram sobre maneiras de unir a juventude trabalhadora ao movimento sindical.

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A abertura do evento foi marcada pela presença de importantes representantes sociais e políticos, como o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor; o secretário Estadual de Juventude da CTB, Vitor Espinoza; o vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), Carlos Joel da Silva; o vereador de Caxias e também secretário-Geral da CTB-RS, Henrique Silva (PCdoB); o vereador de Campo Bom, Valter (PSB); o vereador de Caxias do Sul, Rafael (PCdoB), o vereador de Porto Alegre, João Derly (PCdoB), e a presidente da União da Juventude Socialista (UJS), Titi.

“Os jovens não são mais o futuro do país, eles são hoje o presente. Porque se nós analisarmos a classe trabalhadora, a maioria é composta por jovens. O movimento sindical precisa se dinamizar, adequando-se a essa nova realidade que estamos vivendo. Para que de fato tenhamos entidades sindicais que possam representar a juventude trabalhadora. Estamos vivendo no Brasil um momento muito importante e decisivo para o futuro da nossa nação. A CTB-RS completou recentemente 5 anos e, nesse tempo, teve o discernimento de compreender as dimensões da crise internacional e os reflexos que ela teve na economia brasileira.  Apoiamos o governo Dilma, mas sabemos que muito ainda precisa ser feito e reunir a juventude em um momento como esse é muito importante. Afinal vocês debaterão aqui o papel de destaque que essa juventude merece nas organizações sindicais e dos movimentos sociais.”, saudou o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, no início do Encontro.

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Após a abertura, o assunto debatido foi “Políticas Públicas para a Juventude”, ministrado pela presidente da União da Juventude Socialista (UJS), Titi, e pelo vereador de Caxias do Sul, Rafael (PCdoB). Em seguida, a representante da Coordenação do Fórum Permanente da Educação, Fabiane Pavane, abordou questões referentes a Conferência Nacional de Educação.

O deputado federal, Beto Albuquerque (PSB), também prestigiou pessoalmente o Encontro. “O PSB reconhece a CTB como um importante instrumento de luta pelos direitos do povo brasileiro. A luta não se faz individualmente, faz-se a partir de ações coletivas em que é importante a organização política sindical, partidária, cooperativa. Temos que ficar atentos ao que acontece no Brasil, precisamos dar um rumo a economia brasileira para que as conquistas dos últimos 10 anos não se percam. Parabéns a CTB por proporcionar esse debate.”, saudou os jovens presentes.

No final da manhã, os jovens foram divididos em seis grupos e discutiram os principais assuntos relacionados à juventude trabalhadora, que são: sucessão rural, estágio e precarização, políticas públicas para juventude, PRONATEC Formação, conciliação trabalho, educação e família, e aproximação da juventude ao movimento sindical. Na parte da tarde, os grupos apresentaram suas conclusões e percepções sobre os temas e formularam a partir de suas constatações uma carta que deve ser entregue ao Governo do Estado e a toda a sociedade gaúcha. O objetivo de divulgar o documento é propagar quais são as necessidades básicas da juventude trabalhadora gaúcha.

“Esse foi o maior encontro da juventude trabalhadora do Rio Grande do Sul já organizado por uma central sindical. Teve representatividade das mais diversas categorias, como comerciários, rurais, metalúrgicos, sapateiros, asseio e conservação, telemarketing. Todas as regiões do estado se fizeram presentes. Além disso, a atividade foi bastante democrática, pois proporcionou o debate de todos os participantes do Encontro. Conseguimos colocar em prática a ideia de chamar a juventude para dentro dos sindicatos.”, comemorou o Secretário Estadual de Juventude da CTB, Vitor Espinoza.

O III Encontro recebeu o apoio do Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio do Estado do Rio Grande do Sul (SEAACOM), do Sindicato dos Comerciários de Taquari, do Sindicato dos Comerciários de Caxias do Sul, do Sindicato dos Comerciários de Montenegro, do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul, do SINDESC, do Sindicato Calçadista de Campo Bom, do Sindicato Calçadista de Teutônia e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS).

Fonte: UJS Gaúcha

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