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A CTB assinou contrato nesta segunda-feira (28) com o Centro de Memória Sindical para realizar o seu projeto Memória Viva: história de luta da classe trabalhadora, que visa a criação de acervo com a história da central que mais cresce no Brasil.

“Não queremos criar somente um espaço que contenha a nossa memória, queremos um espaço vivo para contar a história de todas as nossas lutas. Estamos criando o nosso 'Louvre sindical'", diz Adilson Araújo, presidente da CTB, referindo-se ao famoso museu francês.

“Além de estar no nosso estatuto, a criação desse centro de memória é uma das prioridades para fortalecer ainda mais o nosso projeto de sindicalismo classista, plural e democrático”, explica Celina Arêas, secretária de Formação e Cultura da CTB.

“Queremos buscar a memória de todas as forças que compõem a nossa central para criar o hábito de registrar tudo o que acontece para avançarmos na aproximação com a juventude trabalhadora e com as mulheres”, conclui.

Já para José Adilson Pereira, secretário adjunto de Relações Internacionais da central, a memória é fundamental para que todas as ações tenham sucesso: "Nós viemos compor a CTB justamente pela sua nova filosofia de trabalho, de fomentar o movimento sindical e dessa forma fazermos história para levar o Brasil ao lugar que sempre desejamos”.

celina memoria viva

Os trabalhos serão coordenados pela jornalista Carolina Maria Ruy. “A criação deste centro de memória tem como objetivo valorizar a luta da classe trabalhadora e o seu protagonismo na história nacional. Com isso iremos resgatar a história”, argumenta ela.

“Para o pleno sucesso do empreendimento, contamos com a colaboração de todos para o dinamismo da história fecundar novos saberes para as gerações futuras”. Carolina está na área há mais de 5 anos e trabalha no Centro de Memória Sindical.

João Batista Lemos, dirigente da CTB, conta sobre a importância de “registrar a nossa história, que é a história das grandes lutas do país, para a juventude saber que as coisas não surgem do nada”.

Para ele, “a CTB tem uma trajetória totalmente vitoriosa quando buscou traçar seu próprio caminho, defendendo seus ideais, tornando-se uma conjugação de forças plurais, democráticas e classistas”.

caru jurnua wagner

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, também participou do evento e felicitou a CTB por essa iniciativa. “Guardar nossa memória é um instrumento essencial para o desenvolvimento das lutas da classe trabalhadora”.

O representante da Federação Sindical Mundial Ilias Baltas diz que “é muito importante guardarmos nossas memórias para a história não ser contada com as costumeiras mentiras da burguesia”.

Wagner Gomes, secretário-geral da CTB conta que “a história da CTB vem desde 1989, quando surgiu a Corrente Sindical Classista para expormos melhor nossos objetivos dentro da CUT onde nos encontrávamos. Mas a partir de 2007, criamos a nossa própria central para defendermos a unidade do movimento sindical mantendo nossa independência”.

Celina Arêas encerrou a cerimônia raefirmando a importância da iniciativa. “Nós passamos, mas a história permanece para ser contada. Sem história não tem mudança em área nenhuma da vida”.

Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

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