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Seg, Maio

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Vivemos um período difícil para os trabalhadores. De um lado, um golpe de Estado que se impõe também como um atentado aos direitos dos trabalhadores. De outro, ascendem posições fascistas e de intolerância, que ganham força na narrativa da mídia hegemônica.

É justamente nos períodos mais difíceis que se deve reforçar a educação política e sindical de nossos militantes. A elevação da consciência de classe dos trabalhadores é fundamental para a superação do período adverso que se abate em nossa conjuntura, com a retirada de direitos históricos.

Os dirigentes sindicais CTBistas são os porta-vozes da central junto aos trabalhadores. Para uma ação revolucionária e para o exercício dos princípios e objetivos da central, estes dirigentes deverão ser municiados do ferramental teórico propiciado pela política de formação da Central.

O dirigente sindical classista deve compreender os princípios e objetivos da CTB. Deve acreditar na transformação da sociedade e conhecer as contradições do capitalismo nas relações capital versus trabalho.

O dirigente sindical classista é fruto e está no seio da classe trabalhadora. Ao dirigir o sindicato é também responsável pela administração dos recursos dos trabalhadores bem como pela representação dos interesses da classe trabalhadora junto ao judiciário e ao patronato. Desta forma cabe ao dirigente sindical classista conhecer as normas e as regras da boa administração bem como se esforçar na constante qualificação e aperfeiçoamento de suas práticas na gestão dos recursos e dos interesses dos trabalhadores. 

Nos dez anos de nossa Central, a Formação Política e Sindical esteve ancorada na interface com o Centro de Estudos Sindicais (CES), através de convênio para execução de cursos para as Seções Estaduais. Neste período, milhares de dirigentes sindicais realizaram os diferentes cursos promovidos pela CTB em convênio com o CES, numa grade de cursos de formação básica, de gestão sindical e de formação de formadores. Os Cursos Nacionais anuais possibilitaram a formação de uma geração de dirigentes e formadores.

Em julho de 2017, foi lançada a pedra fundamental da Escola Nacional de Formação da CTB, com a aula inaugural de seu primeiro curso, realizado em SP e transmitido ao vivo para todo o país via Facebook. Para as tarefas futuras, a escola deverá constituir seu currículo, projeto político-pedagógico, rede de professores e público-alvo. As TICs (tecnologias de informação e comunicação) deverão ser amplamente utilizadas, combinando-se a formação à distância com a formação presencial, de modo a maximizar o acesso à formação sindical para a militância.

*Ronaldo Leite é Secretário Nacional de Formação e Cultura da CTB.

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