Sidebar

25
Sáb, Maio

Fonte
  • Smaller Small Medium Big Bigger
  • Default Helvetica Segoe Georgia Times
Segundo a nota, assinada por Márcia Campos, presidenta da entidade, “esses criminosos atacam pessoas indefesas, em sua grande maioria crianças e mulheres palestinas que moram na região, vítimas de bombas jogadas sobre casas, escolas e locais de trabalho. Usam suas tecnologias militares modernas contra uma nação sem forças armadas convencionais e sem armamento para se defender.”


Após mais de dez dias de bombardeios aéreos e agora também por terra, os ataques de Israel tem deixado centenas de mortos e milhares de feridos, dentre eles as mulheres, as crianças e os anciões, no meio de uma destruição volumosa, deixando o povo palestino sem eletricidade, sem comida, sem água e sem remédios nos hospitais que vivem um verdadeiro colapso.


Para a entidade de mulheres, “a magnitude sem precedentes na História dessas violações das leis humanitárias internacionais, seus impactos nos sistemas de saúde e das condições de vida da população palestina, caracterizam um crime contra a humanidade, se constituindo em um dos maiores genocídios praticados por armamento de guerra em tão pouco tempo nesse inicio de século contra um povo cercado.”
 
 
E lembra que “o mundo inteiro vem se posicionando contra esse genocídio a sangue frio perpetrado por Israel contra o povo palestino”, e faz coro ao pedido de cessar –fogo: “Nossa luta é para que cesse imediatamente as agressões à Palestina e os invasores israelenses deixem imediatamente a terra Palestina.”
   
Em seu texto, a FDIM conclama a todas as organizações de mulheres, ativistas da sociedade civil, defensores dos direitos humanos, forças amantes da paz no mundo e a toda a comunidade internacional para se unir a luta pelo fim imediato do bombardeio israelense e as ações de seu exército contra a Faixa de Gaza; o fim imediato do bloqueio econômico e agressões militares contra a Faixa de Gaza; a retirada imediata dos israelenses dos territórios ocupados palestinos e o desmantelando dos  determinações nos territórios palestinos ocupados.
 

As mulheres defendem ainda a imediata intervenção da ONU e de todos organismos internacionais de Direitos Humanos junto à Israel, com a garantia de entrada de apoio humanitário na Palestina.


Fonte: Vermelho
0
0
0
s2sdefault

Quer saber o que acontece no movimento sindical e no mundo do trabalho?

Digite seu nome e e-mail para receber gratuitamente nosso informativo.