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Ao convocar as negras e os negros brasileiros a ocuparem Brasília na quarta-feira (24), a secretária de Promoção da Igualdade Racial da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Mônica Custódio, diz que “pra senzala não voltamos nunca mais”.

Mônica Custódio: "Pra senzala não voltamos" 

Ela se refere aos danos causados pelas reformas trabalhista e previdenciária à classe trabalhadora. Para Custódio, dia 24 de maio “é o dia da marcha dos trabalhadores negros, das mulheres, dos jovens, dos indígenas e dos LGBTs”.

Ivânia Pereira, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB se dirige às mulheres, que compõem 52% da população brasileira, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Quero me dirigir a você mulher brasileira, dona de casa, trabalhadora, desempregada, mulher jovem, mulher idosa, mulher que está sofrendo nestes tempos difíceis com a ameaça de perdas de direitos, com o aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria, com a terceirização, com a retirada de vários direitos que estão acontecendo no dia-a-dia”, diz.

Ivânia Pereira: "A mulher está sofrendo com a ameaça de perda de direitos" 

Já a secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-RS, Lenir Piloneto Fanton, diz que esse “será o dia de ratificar a Constituição Federal” porque “é a dificuldade da classe trabalhadora que está em jogo”.Por isso, conclui, “vamos lutar contra essa crueldade que esse governo está tentando impor”.

Para as três cetebistas, são as camadas mais pobres e mais fragilizadas da sociedade as que mais sofrem com as consequências desses projetos que favorecem somente os patrões”.

Lenir Fanton: “Vamos lutar contra essa crueldade que esse governo está tentando impor" 

Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy