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actb1A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/SE), a União Brasileira das Mulheres (UBM/SE) e diversas entidades sindicais comemoram o Dia Internacional da Mulher nesta sexta-feira, 8 de março, com um ato público a partir das 8 horas, no Calçadão da João Pessoa, Centro de Aracaju. A manifestação conjunta reúne, além da CTB/SE e UBM/SE, os Sindicatos dos Bancários, Enfermeiros, Servidores Públicos do Estado, Radialistas, Gráficos, da Guarda Municipal, das Secretárias e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetase).

Durante o ato serão distribuídos panfletos que destacam a valorização da mulher no trabalho e defendem mais políticas públicas que possam contribuir para tirar a mulher da invisibilidade, assegurando-lhes mais espaço em todas as instâncias de poder. À noite, haverá um evento cultural com a participação de cantoras sergipanas e sorteio de brindes no Espaço Cultural do Sindicato dos Bancários.

De acordo com Ivânia Pereira, diretora da CTB/SE, há muito o que comemorar no Dia Internacional da Mulher. “Houve avanços não apenas em Sergipe e no Brasil, mas também no mundo. No entanto, nós percebemos que há muito ainda o que conquistar. A violência contra a mulher continua e os dados são alarmantes. Muitos dos casos foram praticados com requintes de crueldade”, afirma.

Para Ivânia, isso é uma demonstração clara de que, apesar da evolução das mulheres, a sociedade não acompanhou esse processo. Os números são, realmente, preocupantes. Brasil é o 84º na lista dos países com o maior índice de violência contra a mulher, segundo dados da Organização Mundial da Mulher. Sergipe está na 12ª posição no ranking dos Estados brasileiros com maior número de homicídios femininos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Brasil, não é diferente. Dados da Secretaria de Política para as Mulheres revelam que de setembro de 2006, quando a Lei Maria da Penha entrou em vigor, até março deste ano, 332 mil processos foram abertos em todo o país. No total, 110 mil agressores foram sentenciados, 1.577 tiveram as prisões preventivas deles decretadas e 9.715 foram presos em flagrante. Até agora, os juízes expediram 93.194 medidas de proteção.

Ivânia Pereira lembra é preciso avançar no combate a toda forma de violência para que homens e mulheres possam viver em uma sociedade mais justa e igualitária, com respeito, sem opressão e sem exploração.

Fonte: CTB-SE

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