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Sáb, Maio

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cartaz_mulheres_ctb_2011A eleição da primeira mulher para o cargo mais alto da política brasileira representa um motivo de alegria e um aumento, significante, de responsabilidade por parte dos movimentos sociais progressistas que lutaram para que este resultado histórico se concretizasse.

Desta forma, o ato em comemoração ao Dia Internacional da Mulher será um bom momento para se avaliar todo o processo eleitoral que culminou com a eleição da presidenta Dilma Rousseff, além de ser a oportunidade de analisar os avanços das lutas das mulheres em todos os espaços da sociedade, em especial no mundo do trabalho.

A CTB, como entidade classista que tem como principio fundamental a luta contra a desigualdade, o preconceito, o imperialismo e a favor uma sociedade mais justa e igualitária, participará de atividades, em diversos estados da federação, comemorando o dia 8 de março.

Como este ano o Dia Internacional da Mulher cai na terça-feira de carnaval, a CTB orienta as entidades estaduais a desenvolverem ações temáticas voltadas à categoria ou realizarem ações conjuntas com as organizações de mulheres, Fóruns, Conselhos dos direitos das mulheres, entre outros.

A prioridade da Secretaria da Mulher Trabalhadora da CTB é a realização desses eventos no próprio dia 8, contudo em virtude das agendas festivas em alguns estados, esses atos poderão ser realizados em outras datas do mês de março.

Durante os eventos, as CTBs estaduais trabalharão o fortalecimento dos principais eixos de luta das mulheres no atual cenário político e social brasileiro, que são:

•    A defesa do desenvolvimento com valorização do trabalho;
•    Redução da jornada para 40 horas semanis com igualdade salarial para trabalhadores e trabalhadoras;
•    Contra o fator previdenciário no calculo da aposentadoria;
•    Em defesa da reforma agrária com titulação e credito para a mulher;
•    Manutenção e ampliação das políticas públicas que contribuíam para romper com as desigualdades entre homens e mulheres;
•    Licença maternidade de 180 dias obrigatória e não facultativa;
•    Aplicação imediata da Lei Maria da Penha;
•    Defesa do Programa Nacional de Direitos Humanos;
•    Escolas e Creches Públicas de boa qualidade.

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