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Gicélia (com colete da CTB) em atividade de panfletagem pela campanha

"16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher"

Em entrevista exclusiva ao programa “Repórter Sindical”, da TV web Agência Sindical, a secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo, Gicélia Bitencourt afirma que “não sabemos mais o que fazer com a Justiça brasileira”.

Ela falou isso por causa do pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula feito por procuradores do Ministério Público de São Paulo. De acordo com Gicélia ninguém pode ser preso sem provas e muito menos ainda sem ameaçar ou prejudicar qualquer investigação.

Durante uma hora, a cetebista respondeu perguntas sobre as questões da igualdade de gênero. Ela defende o empoderamento da mulher com mais mulheres na política, no movimento sindical e equidade salarial o mercado de trabalho.

Gicélia enfatiza com muita propriedade a luta das mulheres contra o assédio moral e sexual no trabalho. “O assédio moral”, diz ela, “[é uma forma de fazer com que a mulher se sinta como a pior pessoa na face da terra” e assim mantê-la com baixos salários e altas exigências.

Assista ao programa completo:

 

A costureira, dirigente também do Sindicato dos Oficiais Marceneiros de São Paulo, ressalta a violência do assédio moral em agências bancárias. “As trabalhadoras são obrigadas a se vestir de determinada forma para agradar aos clientes e conseguir vender produtos”.

Gicélia levou as propostas da CTB sobre as questões de gênero, tão marcantes na proposta de empoderar a mulher e construir uma sociedade sem discriminações.

Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

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