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Sáb, Maio

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O site Ciência & Mulher (acesse aqui), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), está no ar desde o início de julho e já é um sucesso. Demolindo o mito de que mulher e ciência não combinam.

Inclusive mostra o trabalho de Marcia Barbosa, pesquisadora e diretora do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A universidade gaúcha mantém o projeto “Meninas na ciência” para atrair as estudantes para as carreiras de ciência e tecnologia. Barbosa acredita que todas as universidades deveriam ter projetos desse tipo.

Com a pesquisa “Mulheres na Física: Por que tão poucas? Por que tão lentamente?”, Barbosa questiona o fato de existirem poucas meninas interessadas em ciências exatas. De acordo com o site, Barbosa foi a primeira e única mulher a coordenar o Comitê de Física e Astronomia do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

“Eu achei que estava no lugar errado no primeiro dia de aula. Em uma turma de 40, éramos apenas quatro mulheres; no final do curso, só eu me formei”, diz ela. Segundo ela, foi essa situação que a levou a desenvolver esse trabalho sobre a questão de gênero.

A professora Karina Meira, da Escola de Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ganhou o prêmio Alberto Ferrari, no 26º Encontro Europeu sobre Hipertensão e Proteção Cardiovascular, ocorrido em Paris, em junho.

O estudo “Risco cardiovascular e carga alostática em profissionais de enfermagem que atuam em oncologia: variáveis psicossociais e relacionadas ao trabalho”, foi desenvolvido em parceria com o Instituto Nacional do Câncer e a Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP).

“O trabalho avalia os fatores de riscos cardiovasculares, com destaque para hipertensão arterial e a carga alostática, em profissionais da área da enfermagem que atuam na assistência oncológica dos Hospitais do Câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA), localizado no Rio de Janeiro”, diz reportagem do site Ciência & Mulher.

A professora gaúcha, Barbosa acredita que “prêmios que visibilizem o trabalho das mulheres são importantes para despertar o interesse feminino pela ciência”.

Flávia Pedrosa Vasconcelos, do Colegiado de Artes Visuais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), foi selecionada entre dezenas de concorrentes para participar de um livro, organizado pelo pesquisador Raphael Vella, da Universidade de Malta, na República de Malta.

O livro é parte da série “Doing Arts Thinking: Arts practice, Research and Education”, publicado pela Sense Publishers em Rotterdam, Holanda, e reúne entrevistas e narrativas visuais de 21 artistas-professores de diversos países.

“Foi um prazer ser selecionada para este livro, isso indica que cada uma de nós nas universidades podemos dialogar mais amplamente, construindo pontes além dos muros que demarcam ensino, pesquisa e extensão”, afirma Vasconcelos.

Para a secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, a iniciativa da SBPC “é importante para que as mulheres tenham condições de mostrar seus talentos e comprovar que lugar de mulher é mesmo onde ela quiser”.

Portal CTB com informações do site Ciência & Mulher

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