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Seg, Dez

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Com 18 votos favoráveis e duas abstenções, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou na terça (4) a Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Médio (BNCC). Com previsão de homologação por parte do Ministério da Educação (MEC) para o dia 14 de dezembro.

A luta em defesa da Educação pública, gratuita, laica e de qualidade tem dado o tom nos mais diferentes movimentos sociais e a aprovação da BNCC contou com forte pressão popular. Entidades e instituições da educação, professores, estudantes e ativistas consideram não democrática a construção do documento, à luz da aprovação da Reforma do Ensino Médio, política articulada à BNCC.

Entre as críticas que permeiam o documento está a de que a proposta sinaliza para o “enxugamento do currículo”, com a definição de que 60% da carga horária da etapa (1800 horas) seja dedicada aos conteúdos da Base, já os outros 40%  da carga poderão ser cumpridos via itinerários formativos.

Segundo os especialistas, a medida pode não só comprometer a qualidade da educação dos estudantes, como abrir um precedente para a atuação de interesses privados, com propostas de educação a distância, que prejudiquem também a carreira docente.

É importante lembrar que em novembro, o Ministério da Educação aprovou, no âmbito das Novas Diretrizes Curriculares do Ensino Médio, o uso da Educação à Distância (EAD) para essa etapa. A medida indica a possibilidade de até 20% da carga horária do curso diurno seja ofertada via EAD, 30% para os cursos noturnos e 80% para o EJA, direcionada a jovens e adultos que não se formaram no tempo regular na escola.

Portal CTB - Com informações da agências

 

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