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A CTB estará na linha de frente da organização do 2º Congresso da UIS Metal (União Internacional dos Sindicatos do setor metalúrgico), atividade que será realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 25 de outubro. A unidade classista será uma bandeira a ser levantada pelos dirigentes da Central, como modelo de luta a ser seguido diante do atual cenário de crise do capitalismo.

Para o secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira, o momento peculiar em que o Congresso será realizado trará um conteúdo especial para as discussões. “Nesta fase de crise sistêmica do capitalismo notamos que as saídas apresentadas até agora têm penalizado os trabalhadores, em especial do setor metal-mecânico e da indústria como um todo”, discorre o dirigente. “O Congresso examinará essa realidade para definir o enfrentamento que teremos nessa nova quadra”, complementa, destacando também o papel organizativo da Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal) para a organização do evento.

Além dos trabalhadores e trabalhadores de diversos estados brasileiros, o 2ª Congresso da UIS Metal contará com a presença de representantes de 33 organizações dos seguintes países: Cuba, Índia, China, Itália, Chipre, Uruguai, Colômbia, Chile, México, Portugal, Bolívia, Paquistão, Egito, Congo, Gabão, Somália, África do Sul, País Basco, Valência, Galícia, Bielorrússia, República Dominicana e Alemanha.

“A CTB historicamente luta pela unidade classista em nível nacional e internacional. Entendemos que essa característica nos credenciou, junto aos companheiros metalúrgicos que atuam na Central, a organizar este Congresso internacional. O patrão de lá age como o patrão daqui. Os trabalhadores de diferentes partes do continente sofrem as mesmas consequências”, sustenta o secretário de Relações Internacionais da CTB.

Papel da UIS

Para Divanilton, o cenário atual é favorável para o fortalecimento das UIS, por sua característica de articulação entre diferentes ramos de atuação profissional da classe trabalhadora.

“Os sindicatos reunidos na UIS e na Federação Sindical Mundial (FSM) defendem um tipo de atuação que não seja a de conciliação. As UIS são um instrumento importantíssimo, organizado através de ramos de atuação e um instrumento fundamental para a mobilização da classe trabalhadora de todos os continentes”, defende o dirigente.

Temática

O documento convocatório divulgado pela UIS Metal propõe os seguintes temas como destaques para as discussões no 2º Congresso:

- O impacto da crise capitalista sobre os sindicatos
- O papel dos sindicatos e as empresas multinacionais
- Os direitos fundamentais dos trabalhadores do setor metalúrgico e mineiro
- O trabalho precário
- A seguridade e a saúde do trabalho

Clique aqui para conferir a programação completa do 2º Congresso

Fernando Damasceno – Portal CTB

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