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Seg, Dez

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Circula pela internet a petição pública “O SUS (Sistema Único de Saúde) não pode morrer! Assine contra a redução de investimentos em saúde”, da Frente em Defesa do SUS (Abrasus) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

“Vivemos uma crise sem precedentes e o governo golpista joga o peso da crise do capital sobre as costas da classe trabalhadora. Por isso, quer acabar com o SUS e criar planos de saúde supostamente baratinhos para beneficiar os barões da saúde”, afirma Elgiane Lago, secretária de Saúde da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

Assine e defenda o SUS.

“É muito importante assinar essa petição porque “sabemos bem como funcionam os planos de saúde, que majoram os valores sem pensar nas possibilidades e necessidades das pessoas”, afirma. “Principalmente quando se trata dos idosos, os que mais necessitam de atendimento na saúde”.

Ela lembra também da petição “Contra a proposta que prevê reajustes dos planos de saúde para idosos” e também pede a chancela de todas e todos para impedir “esse ataque ao Estatuto do Idoso. Os empresários da saúde querem ganhar com a desgraça alheia”.

De acordo com o texto do abaixo-assinado dos idosos, “tramita na Câmara dos Deputados em regime de urgência, uma reforma da Lei dos Planos de Saúde que só trará prejuízos aos usuários”.

Contribua com sua assinatura para que os idosos tenham saúde.

E complementa: “dentre as novas medidas estão o retorno de aumento por faixa etária para os maiores de 60 anos, hoje proibido pelo Estatuto do Idoso; a liberação dos reajustes dos planos de saúde individuais”, entre outras questões perniciosas.

Já o texto da petição em defesa do SUS afirma que a “saúde e educação são direitos fundamentais inscritos na nossa Constituição Federal de 1988, que deixarão de ser cumpridos pela falta de recursos imposta pela EC (Emenda Constitucional) 95/2016. O acesso à saúde e educação são obrigações do Estado e devem estar acima de quaisquer divergências político-ideológicas para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna”.

A sindicalista gaúcha diz que “a vida humana não pode ser tratada como mercadoria” e “o SUS é fundamental para a maioria das pessoas deste país”. Como diz um trecho do texto do abaixo-assinado: “A maioria da população depende das unidades do SUS e da educação pública para ter o atendimento das necessidades básicas”.

Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

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