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A Federação Brasileira de Planos de Saúde realizou nesta terça-feira (10), em Brasília, o 1º Fórum Brasil - Agenda Saúde: a ousadia de propor um Novo Sistema de Saúde, que contou com a participação do Ministério da Saúde e decretou o fim do Sistema Único de Saúde (SUS).

Veja como foi o evento aqui. 

Os empresários da saúde defendem um “novo sistema nacional de saúde” que “de novo não tem nada”, afirma Elgiane Lago, secretária de Saúde da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

A proposta defendida é a de transferir recursos do SUS para financiar a Atenção de Alta Complexidade nos planos de saúde particulares. “Isso é ainda pior do que privatizar, porque significa tirar dinheiro da saúde pública e dar para os barões da saúde que só pensam em lucros”, acentua Lago. A proposta é extinguir o SUS e manter apenas planos de saúde privados.

Os empresários do setor e o Ministério da Saúde querem inclusive um Conselho Nacional de Saúde Suplementar com o mesmo poder do atual Conselho Nacional de Saúde. “O golpe de Estado de 2016 avança para tirar a participação popular de todos os setores. Querem ganhar dinheiro com a desgraça alheia”, reforça a sindicalista gaúcha. "A saúde é um direito humano inalienável, vamos resistir e defender o SUS com todas as nossas forças".

Uma nota técnica, de 2016, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos (saiba mais aqui) já alertava para a necessidade de ampliação dos investimentos no SUS para aprimorar os serviços de um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo.

Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

 

 

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