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A CTB participou com destaque, nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, do Seminário Nacional de Serviço Social e Organização Sindical, organizado pelo Conselho Federal de Serviço Social. Carlos Rogério Nunes, secretário de Políticas Sociais, representou a Central no evento.cfess rogerio

Logo nas primeiras falas, durante a mesa de abertura, ficou óbvia a importância de que a organização sindical de assistentes sociais é assunto para categoria e Conselhos discutirem. E o Seminário tem não só a intenção de ampliar este debate, mas também de mobilizar a categoria na defesa do compromisso com as lutas gerais da classe trabalhadora.

Organização sindical no Brasil

A parte da tarde do primeiro dia de Seminário foi preenchida com os debates da mesa-redonda “Organização sindical dos/as trabalhadores/a no Brasil”, que abordou um histórico da organização sindical no país, os desafios atuais para a organização sindical da classe trabalhadora brasileira, estratégias desenvolvidas pelas centrais sindicais na defesa dos direitos dos trabalhadores/as e a Reforma Sindical no governo Lula (2003-2010).

O primeiro a falar foi o historiador e professor da Universidade do Oeste do Paraná (Unioeste), Antônio de Pádua Bosi. O professor fez uma análise histórica da luta sindical no Brasil até o surgimento das grandes centrais sindicais que existem hoje. Ele ressaltou também que a legislação referente ao trabalho no Brasil data da década de 1930, na chamada Era Vargas. Além disso, Bosi enfatizou a importância da articulação sindical. “A conquista de direitos da classe trabalhadora é feita a partir do enfrentamento coletivo. O que nos fortalece é a memória da luta e a capacidade de nos organizarmos”, destacou o professor.

Em seguida, o dirigente da CTB citou algumas das lutas da entidade, como a defesa da redução da jornada de trabalho para todas as categorias. “Defendemos também a unicidade sindical, para uma categoria sair unificada, forte e organizada para a luta da classe trabalhadora. É o que acredita a CTB”, afirmou Rogério Nunes.

Durante o primeiro dia de Seminário, o CFESS lançou também um manifesto afirmando que a luta sindical é instrumento de conquistas da classe trabalhadora. O documento afirma que a “perspectiva que deve nortear a organização de assistentes sociais tem de se fundamentar na crítica ao projeto das classes dominantes, que retiram constantemente os direitos dos/as trabalhadores/as, arduamente conquistados por meio da muita luta. A direção das nossas ações deve reafirmar a autonomia frente a governos e a possibilidade de crítica e de contraposição ao projeto do capital”.

Para ler a íntegra do documento, clique aqui

Com informações do CFESS

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