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Qui, Jun

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Na tarde desta segunda-feira (10), os temas debatidos na 17ª Reunião da Direção Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em São Paulo, foram as reformas pretendidas pelo governo golpista de Temer, que alteram as relações trabalhistas.

O assessor jurídico da CTB, Magnus Farkatt explanou sobre as reformas previdenciária e trabalhista, além de falar acerca da terceirização ilimitada aprovada pelo Congresso e a proposta de acabar com a contribuição assistencial, que prejudica o movimento sindical como um todo.

Começou pela terceirização que, de acordo com o advogado, além de não criar nenhum novo posto de trabalho, “liquida com os direitos trabalhistas e precariza totalmente o trabalho, além de pagar salários menores”.

Depois de historiar a legislação trabalhista sobre os respectivos assuntos, Farkatt concluiu que vivemos um momento sem precedentes, pelo qual, a classe trabalhadora pode ficar à mercê da vontade dos patrões.

“Sempre é a mesma história. Falam em flexibilizar e modernizar as leis trabalhistas. Sempre que dizem isso é para cortar na carne da classe trabalhadora. Em todos os países onde essa agenda recessiva foi implantada o desemprego e a pobreza aumentaram”, garantiu.

Já o secretário da Previdência, Aposentados e Pensionistas, Pascoal Carneiro garantiu que não existe déficit na Previdência. “Entre 2005 e 2015, houve um superávit de cerca de R$ 650 bilhões”, afirmou.

De acordo com Carneiro, a Procuradoria Geral da Previdência assegura que maus patrões devem à Previdência, cerca de R$ 1,8 trilhão. Dinheiro suficiente para resolver todos os problemas que possam existir.

Portal CTB

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