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Servidores do INSS de 76 locais de trabalho no Estado de São Paulo decidiram pela continuidade da greve dos trabalhadores do setor, em assembleia realizada nesta segunda-feira, conforme informações divulgadas pelo Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo).

A categoria pede a manutenção da jornada de 30 horas sem redução salarial, a incorporação da GDASS (gratificação de desempenho por atividade do Seguro Social) aos salários, concurso público e melhores condições de trabalho, entre outras reivindicações.

Os servidores reunidos na asssembleia decidiram que irão percorrer as agências da Previdência Social que não estão ainda totalmente paralisadas.


A próxima assembleia foi marcada para a segunda-feira seguinte (13) e os trabalhadores de São Paulo indicaram a realização de uma reunião ou de uma plenária nacional no fim de semana à Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social).


Também foi aprovada a realização de um ato em frente ao INSS em São Bernardo, em data que será discutida no comando de greve estadual, de acordo com o Sinsprev.


Os servidores decidiram ainda denunciar ao Ministério Público os desvios de função impostos pelo INSS aos trabalhadores, em razão da falta de funcionários. "E aprovaram moção de repúdio à gerente regional do Instituto em São Paulo, Elisete Berchiol, que tem destituído chefes de regiões que apoiam a greve", diz o comunicado da entidade.

Portal CTB com Agências

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