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Servidores sul-mato-grossenses do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) decidiram, nesta segunda-feira (6), que vão continuar a greve, de âmbito nacional, em Campo Grande, Dourados e Ponta Porã.

Na Capital, três das quatro agências e 70% dos funcionários estão sem trabalhar, assim como em Dourados. Já em Ponta Porã, 50% dos servidores continuam aderindo à greve. Segundo a sindicalista Anita Borba, a intenção é conseguir a adesão de novas agências e em novas cidades.


A categoria faz o protesto devido a um decreto do Governo Federal que aumenta de seis para oito horas diárias a carga horária dos trabalhadores do INSS. O decreto também prevê que o servidor escolha: ou trabalha mais e ganha o mesmo salário, ou continua trabalhando seis horas e tem seu salário diminuído.


Anita disse que a Federação Nacional dos Sindicalistas Servidores da Previdência e da Saúde (Fenasps), que representa a categoria, não assinou nem concordou com o decreto. O INSS pede também a realização de novos concursos para contratação de novos servidores.


Conforme Anita, o fato de o Ministro da Previdência José Pimentel não cumprir o compromisso de participar da audiência pública nesta sexta-feira (3), na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina, irritou ainda mais os servidores. “Foram representares de vários lugares do país, e o ministro fugiu. Agora, nós vamos endurecer essa greve”, disse.

Portal CTB com Agências

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