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Os trabalhadores e professores da rede estadual do ensino público de Alagoas iniciaram na última segunda-feira (27), uma greve de advertência de 15 dias, por um reajuste salarial de 15% e melhores condições de trabalho. A pauta de reivindicações, solicitando também a contratação imediata dos concursados de 2005, seria entregue hoje ao governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), mas as lideranças dos servidores não foram recebidas no Palácio República dos Palmares, sede do governo do Estado.

A manifestação dos servidores da educação estadual começou pela manhã, com a realização de uma assembleia, no Clube Fênix. Depois, os servidores em greve saíram em caminhada pelas ruas do centro da capital. Com faixas, bandeiras e cartazes, os grevistas seguiram em passeata até o Palácio República dos Palmares, com o objetivo de se reunir com o governador. No entanto, como não foram recebidos por Vilela, os manifestantes encerraram o ato de protesto em frente ao Palácio do governo.

A assessoria do governo do Estado informou aos manifestantes que o governador não receberia a comissão, já que as justificativas para não conceder o aumento já foram divulgadas em notas oficiais. O governo do Estado alega que o reajuste reivindicado comprometeria a Lei de Responsabilidade Fiscal e argumenta que os professores de Alagoas já ganham o "quarto melhor salário" do País.

Com informações das agências
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