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Sex, Jan

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Em assembleia na manhã desta quarta-feira (29), os servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AL), votaram pela decretação da greve, que deve iniciar a partir de segunda-feira (03). As atividades foram 100% paralisadas nesta manhã, mas, segundo a categoria, o atendimento funcionará normalmente nesta quinta (30) e sexta (31) para que os usuários não sejam prejudicados.



Segundo Abílio Gomes, presidente do Sindicato dos Servidores do Detran de Alagoas, Sinsdal, a principal reivindicação é o reajuste salarial de 27,6%. Entre outras, está a mudança para um novo prédio e a revitalização da Escola Pública de Trânsito.

De acordo com o vice-presidente do Sinsdal, Léo Moisés, o projeto inicial para a mudança de prédio está pronto e a compra do terreno foi realizada ano passado, mas até agora não houve nenhum cronograma de transferência. “Queremos adiantar essa mudança. A questão da Escola Pública de Trânsito também é de bastante relevância, antigamente dávamos aulas para que as pessoas carentes pudessem tirar a carteira de motorista sem precisar pagar caro, mas este serviço não funciona há anos. O reajuste que nós propomos pode ser aplicado e representa um aumento de apenas 0,02% na folha” – contou.

Moisés explicou ainda que o sindicato realizou um estudo em fevereiro deste ano no qual apontou o reajuste reivindicado pela categoria em 27,6%, mas que foi contestado pelo governo. “Foi criada pelo diretor Sapucaia uma comissão de cinco servidores, inclusive um representante do sindicato, fizeram um novo estudo e chegaram a conclusão de que o reajuste seria o mesmo proposto por nós”, disse.

O vice-presidente do sindicato disse que as reivindicações foram apresentadas ao governo na quarta-feira da semana passada, mas o Estado alegou que o reajuste esbarra no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Posicionamento do diretor Antonio Sapucaia

Segundo a assessoria de comunicação do Detran, o diretor Antônio Sapucaia continua esperançoso para que haja uma negociação entre o Governo e os servidores, porém entende a questão da lei de responsabilidade fiscal.

A assessoria informou ainda que, apesar de respeitar as reivindicações da categoria, as faltas não serão abonadas durante a greve.

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