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Plenária Nacional da Juventude aprova Manifesto Unitário

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juventudeMANIFESTO DA JORNADA DE LUTAS DA JUVENTUDE BRASILEIRA

25 de março a 1º de abril de 2013

Unir a Juventude Brasileira: “Se o presente é de luta, o futuro nos pertence”! Che Guevara

As entidades estudantis, as juventudes do movimento social, dos trabalhadores/as, da cidade, do campo, as feministas, as juventudes partidárias, religiosas, LGBT, dos coletivos de cultura e das periferias se unem por um ideal: avançar nas mudanças e conquistar mais direitos para juventude.

É preciso denunciar o extermínio da juventude negra e das periferias a quem o estado só se apresenta através da violência. O mesmo abandono se dá no campo, que alimenta a cidade e segue órfão da Reforma Agrária e dos investimentos necessários à permanência da juventude no campo, de onde é expulsa devido à concentração de terras, à ausência de políticas de convívio com o semiárido. Já na cidade, a juventude encontra a poluição, a precarização no trabalho, a ausência do direito de organização sindical, os mais baixos salários e o desemprego, fatores ainda mais graves no que diz respeito às jovens trabalhadoras.

Essa é a dura realidade da maioria da População Economicamente Ativa no país, e não as mentiras da imprensa oligopolizada, que foi parceira da ideologia do milagre brasileiro e cúmplice da ditadura, ao encobrir torturas e assassinatos e sendo beneficiária da monopolização ainda vigente. É coerente que ela se oponha à verdade e à justiça, que se cale ante as torturas e ao extermínio dos pobres e negros dos dias de hoje, que busque confundir e dopar a juventude, envenenando a política, vendendo-nos inutilidades, reproduzindo os valores da violência, da homofobia, do machismo e da intolerância religiosa. mas eles não falam mais sozinhos: estamos aqui pra fazer barulho.

Queremos cidades mais humanas em vez de racismo, violência e intolerância. Queremos as garantias de um estado laico, democrático, inclusivo, que respeite os direitos humanos fundamentais, inclusive aos nossos corpos, à liberdade de orientação sexual e à identidade de gênero, num ambiente de liberdade religiosa.

Queremos reformas estruturais que garantam um projeto de desenvolvimento social e que abram caminhos ao socialismo. Lutamos por um desenvolvimento sustentável, solidário, que rompa com os valores do patriarcado, que assegure o direito universal à educação, ao trabalho decente, à liberdade de organização sindical, à terra para quem nela trabalha e o direito à verdade e à justiça para nossos heróis mortos e desaparecidos.

Para enfrentar a crise é preciso incorporar a juventude ao desenvolvimento do país. Incluir o bônus demográfico atual exige uma política econômica soberana que valorize o trabalho, a produção, o investimento e as políticas sociais, e não a especulação. Esse é o melhor cenário para tornar realidade os direitos que queremos aprovados no estatuto da juventude.

Iniciamos aqui uma caminhada de unidade e luta por reformas estruturais que enterrem o neoliberalismo e resguardem a nossa democracia dos retrocessos que pretendem impor os monopólios da mídia, ou golpes institucionais como os que ocorreram no Paraguai e em Honduras.

Desde essa histórica Plenária Nacional, unidos e cheios de esperança, convocamos a juventude a tomar em suas mãos o futuro dos avanços no Brasil, na luta pelas seguintes bandeiras consensualmente construídas:

1 - Educação: financiamento público da educação
1. 10% PIB para Educação Pública
2. 100% dos royalties e 50% do fundo social do Pré-sal para Educação Pública
3. 2% do PIB para Ciência, Tecnologia e Inovação
4. Por uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa
5.Democratização do acesso e da permanência na universidade
6. Pela expansão e a qualidade da educação do campo
7. Cotas raciais e sociais nas universidades estaduais
8. Curricularização da extensão universitária
9. Regulação e ampliação da qualidade, em especial, do setor privado

2. - Trabalho – Trabalho Decente

    Redução da jornada de trabalho sem redução de salário! 40 horas já!
    Condições dignas de trabalho decente
    Políticas que visem a conciliação entre trabalho, estudos e trabalho doméstico
    Direito de organização sindical no local de trabalho
    Contra a precarização promovida pela terceirização
    Pela igualdade entre homens e mulheres no trabalho e entre negros/as e não negros/as


3. - Por avanços na democracia brasileira - Reforma Política

    Pela Reforma Política
    Combate às desigualdades sociais e regionais
    Contra a judicialização da politica e a criminalização dos movimentos sociais
    Pela auditoria da Divida Publica
    Contra o avanço do capital estrangeiro na aquisição de terras e na Educação
    Reforma agrária
    Aprovação do Estatuto da Juventude

4. Diretos sociais e humanos: Chega de violência contra a juventude!

    Contra o extermínio da juventude negra
    Contra a redução da maioridade penal
    Garantia do direito à Memória, à Verdade e à Justiça e pela punição dos crimes da Ditadura
    Garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, como à autonomia sobre o próprio corpo e o combate à sua mercantilização, em especial das jovens mulheres
    Pelo fim da violência contra as mulheres
    Pela mobilidade urbana e o direito à cidade
    Pelo direito da juventude à moradia
    Desmilitarização da policia
    Respeito à diversidade sexual, aos nomes sociais e criminalização da homofobia
    Apoio à luta indígena e quilombola e das comunidades tradicionais
    Contra a internação compulsória e pelo tratamento da dependência química através de uma política de redução de danos
    Pelo direito ao lazer, à cultura e ao esporte, inclusive com a promoção de esportes radicais

5. - Democratização da comunicação de massas

    Universalização da internet de banda larga no campo e na cidade
    Políticas públicas para grupos e redes de cultura
    Apoio público para os meios de comunicação da imprensa alternativa
    Apoio ao movimento de software livre


                                                                                              São Paulo, 23 de fevereiro de 2013.


Assinam este documento: ABGLT, ANPG; APEOESP; Associação Cultural B; Centro de Estudos Barão de Itararé; CONAM, CONEM, Consulta Popular; ECOSURFI; Enegrecer; FEAB; Federação Paulista de Skate; Fora do Eixo; Juventude da CTB; Juventude da CUT; Juventude do PSB; Juventude do PT; Juventude Pátria Livre; Levante Popular da Juventude; Marcha Mundial das Mulheres; MST; Nação Hip Hop Brasil; Pastoral da Juventude, PJMP; REJU; REJUMA; UBES; UBM, UJS; UNE; UPES, Via Campesina.

Juventude: Plenária inédita reúne movimentos em torno de uma plataforma comum

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A CTB participou no último sábado (23) da Plenária Nacional que abriu a Jornada de Lutas Unificada da Juventude, no Sindicato dos Químicos de São Paulo. Considerado inédito, o encontro mais de duzentas pessoas, jovens vindos de movimentos ligados à educação, juventude, cultura, esporte, trabalho, gênero, questão racial, transporte e direito à terra no Brasil, que discutiram de forma unitária políticas e lutas para avançar em direitos para juventude.

plenaria juventude

plenaria juventude plateia

plenaria juventude pv

Para o secretário da Juventude Trabalhadora da CTB, Paulo Vinicius, esse é um momento inédito pois, pela primeira vez, haverá uma coalização de forças juvenis para consolidar as principais bandeiras e reivindicações dos jovens brasileiros.

“A jornada tem o ineditismo de ser construída coletivamente com os mais variados movimentos e busca unificar a mobilização, luta e pressão por mudanças para atender necessidades urgentes dos jovens”, esclareceu o secretário da Juventude da CTB, que participou do encontro juntamente com Vitor Spinoza, membro do Coletivo da Juventude cetebista.

A articulação considerada incomum no país, consolidou as principais bandeiras da juventude,  e discutiu os instrumentos de luta dos jovens brasileiros para pressionar os governos federal, estaduais e municipais. A discussão deu origem ao Manifesto da Jornada De Lutas da Juventude Brasileira, que aborda nas questões do trabalho, educação, diversidade e a luta contra violência, defende o avanço nas mudanças do Brasil.

Para entender a atual situação brasileira no cenário econômico, social, político e cultural e, dessa maneira, tentar sincronizar os desafios da juventude nesses diferentes setores, houve uma grande análise de conjuntura pela parte da manhã.

Participaram da discussão Felipe Altenfelder, do coletivo Fora do Eixo; Alfredo Júnior, da Juventude CUT; Raul Amorim, do MST; Daniel Iliescu, presidente da UNE; Manuela Braga, presidente da UBES; Carla Bueno, do movimento Levante Popular da Juventude; e Maria Júlia, da Marcha Mundial das Mulheres.

Em uníssono os jovens sindicalistas destacaram a necessidade urgente de uma verdadeira mudança nas questões que tangem a juventude e, para isso, é preciso que os movimentos se unifiquem e saiam às ruas reivindicando melhorias estruturais. A conversa foi bastante ampla pois cada debatedor conseguiu expor as dificuldades da área específica da qual representa.

A parte da tarde foi dedicada aos estados que estão organizando suas respectivas Jornadas de Lutas. Foram planejadas, de forma bastante aprofundada, as manifestações em cada canto do Brasil. Todas as informações a respeito das Jornadas de Lutas estaduais serão divulgadas mais para frente através do site oficial do movimento.

A jornada de lutas está prevista para acontecer de 25 de março a 1º de abril. Estão previstas grandes mobilizações em dez capitais brasileiras (Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre).

Paulo Vinicius, o PV, frisa a relevância da discussão e participação da CTB nos Estados. “Orientamos o empenho dos coletivos da Juventude da CTB nos Estados para participar e apoiar esta iniciativa tão importante tanto para a juventude trabalhadora como para a nação”, afirmou PV.

Portal CTB

CTB recomenda a suas estaduais participação na Conferência das Cidades

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A Direção Nacional da CTB está fazendo chegar a cada uma de suas estaduais uma circular, na qual recomenda a participação de todas nos processos de discussão da Conferência das Cidades.

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Confira abaixo o documento:

Aos sindicatos filiados e às CTB's estaduais.

A CTB Nacional orienta suas seções estaduais a participarem da Conferência Nacional das Cidades que acontecerá nos dias 20 a 24 de novembro de 2013- Brasília –DF.

A Conferência consolida um processo que se iniciou na constituição de 1988. Seu objetivo é construir políticas e programas que integrados buscam a justiça social e a democratização do estado através do controle social.

A etapa municipal acontecerá de 1º de março a 1º de junho de 2013, O executivo deverá convocar a Conferência através de decreto até o dia 22/02, em diário oficial, e fazer ampla divulgação nos meios de comunicação. Caso não haja a convocação, o poder legislativo municipal e/ou sociedade civil poderão convocar (de acordo com o art.40, parágrafo 1º do Regimento da 5ª Conferencia Nacional das cidades).

Só participam das conferencias as entidades com atuação nos temas da política urbana, reconhecidas dentro do segmento e validadas pela comissão preparatória.

Os segmentos são: Poder Publico Movimento Popular, trabalhadores, empresários e entidades profissionais.

A etapa estadual vai de 1º de julho a 28 de setembro de 2013. Ambas propiciam ampla articulação com o movimento social. Os classistas devem buscar somar forças para construir políticas publicas para as cidades.

Os delegados serão eleitos na etapa municipal para a etapa estadual. Participarão da etapa nacional os delegados e delegadas eleitas nas conferências estaduais.
Para maiores informações, acesse: http://www.cidades.gov.br/index.php/conferencia-das-cidades/2146-5o-conferencia-das-cidades

Saudações Classistas!
                                                                     
Wagner Gomes
Presidente                                                              

Carlos Rogério de Carvalho Nunes
Secretário de Políticas Sociais, Esporte e Lazer

Secretário da Juventude Trabalhadores da CTB orienta participação na Jornada de Lutas

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pv coneb2A juventude da CTB participa desde fins de 2012 de uma ampla rede de juventude estudantis, sindicais, dos movimentos sociais e políticas, cujo objetivo é impulsionar a mobilização juvenil para avançar nas mudanças, para a inclusão da juventude no projeto nacional de desenvolvimento e a defesa da democracia.

"As Centrais Sindicais preparam uma jornada para o dia 06 de março, em Brasília com a qual devemos contribuir ativamente. Além disso, as juventudes também preparam uma Jornada de Lutas , entre os dias 25 a 29 de março", destaca Paulo VInícius, secretário da Juventude da CTB.

De acordo com o líder sindical, no dia 23 de fevereiro acontece uma Plenária Nacional do Movimento, cuja representação dos Estados depende de que as juventudes em cada capital se reúnam para definir os representantes para esse evento nacional e articular a jornada no seu Estado. "É importante participarmos dessa articulação e imediatamente buscarmos os recursos para a ida, posto que não há a possibilidade de financiamento", afirma.

O dirigente lembra que é importante o envolvimento dos jovens trabalhadores e dos coletivos na Jornada, "em especial num ano de Congresso da CTB, em que precisamos realizar os encontros estaduais de juventude".

 A CTB orienta que a juventude militante se informe e participe das reuniões da Jornada de Lutas na sua região.

Clique e acesse o documento da Jornada de Lutas da Juventude

Coletivo de Combate ao Racismo da CTB se reunirá no próximo dia 22

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reuniao jan13-2O Coletivo Nacional de Combate ao Racismo da CTB irá se reunir no próximo dia 22, na sede da central, em São Paulo. Será a primeira reunião conduzida pela secretária em exercício da Pasta de Igualdade Racial, Mônica Custódio.

Três temas fazem parte da pauta da reunião: a revista da revista de combate ao racismo, os congressos estaduais e as comissões nos estados e as prioridades de formação.

A reunião terá início às 9h. A sede da CTB está localizada na Av. Liberdade, 113. O encontro se realizará no auditório localizado no 3º andar.

Portal CTB

Secretaria do Trabalhador Público da CTB convoca reunião ampliada para 20/02

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logo ctb webA Secretaria de Serviços Públicos e do Trabalhador Público da CTB irá realizar, no próximo dia 20 de fevereiro, uma reunião ampliada com todos os sindicalistas e dirigentes da área.

Confira abaixo a convocação:

A Secretaria de Serviços Públicos e do Trabalhador Público da CTB convida os coordenadores de serviços públicos das CTB’s estaduais e dirigentes das entidades de Servidores Públicos das três esferas de poder e de governo, para participarem da reunião ampliada da Secretaria que acontecerá no dia 20 de fevereiro de 2013, às 14h, em Brasília, quando será discutida a proposta elaborada pelas centrais para os temas: Negociação Coletiva no Serviço Público, Direito de Greve e Liberação para Mandato Sindical, bem como o ingresso da CTB na Confederação de Servidores Públicos do Brasil – CSPB.

Tais temas deverão fazer parte da pauta dos Congressos Estaduais, para deliberação no 3º Congresso Nacional da CTB.
 
Convidamos, ainda, para participação no seminário sobre negociação coletiva e direito de greve promovido pelas Entidades Nacionais que representam os (as) trabalhadores (as) do serviço público federal, a ser realizado no dia 19 de fevereiro de 2013 no Auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados, das 9 às 12 h.

Sua participação é de fundamental importância para decidirmos sobre temas tão caros ao movimento sindical.

Fátima dos Reis e João Paulo Ribeiro
Secretários de Serviços Públicos e do Trabalhador Público da CTB

Servidores Públicos Federais protocolam pauta da Campanha Salarial 2013

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Dando início à Campanha Unificada 2013, representantes dos trabalhadores do serviço público protocolaram na última terça-feira (22) a pauta de reivindicações do funcionalismo federal. O documento foi entregue no Ministério do Planejamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), na Casa Civil da Presidência da República, no Senado e na Câmara dos Deputados.

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Entre os eixos da pauta estão a definição da Data-Base em 1º de Maio; uma política permanente com reposição inflacionária, valorização do salário base e incorporação das gratificações; o cumprimento por parte do Governo dos acordos e protocolo de intenções firmados;  o combate a qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores; a retirada dos PL´s, MP´s, Decretos contrários aos interesses dos servidores públicos, supressão do Artigo 78 da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que define o prazo até 31/08 para encaminhar projetos de lei que reestrutura carreira e concede qualquer tipo de reajuste aos trabalhadores; e  paridade entre ativos, aposentados e pensionistas.

Presente na atividades, João Paulo Ribeiro (JP), membro da secretaria do Trabalhador Público e Serviço Público da CTB e da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra), reforçou a disposição de luta da categoria. "O objetivo é avançar. Vamos retomar a luta, porque a conquista da última campanha ficou aquém do esperado, apesar de termos realizado uma das maiores greves da categoria", destaca João Paulo.

As entidades  que compoem o Fórum Nacional  em Defesa dos Servidores e Serviços Públicos já definiram o calendário de atividades para o início de 2013. O Fórum reúne 28 entidades e 3 centrais sindicais, entre elas a CTB.

O lançamento oficial da Campanha ocorrerá no dia 20 de fevereiro, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). No dia seguinte, representantes das três esferas do serviço público se unem para um seminário no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. E no dia 27, no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, integrantes do fórum vão promover seminário sobre negociação coletiva.

Confira o calendário de ações para o início de 2013

Fórum das Entidades Nacionais dos SPF:
•    22/01/2013: Protocolo dos “Eixos da Campanha Unificada dos SPF”, no MPOG; Esplanada dos Ministérios.
•    27/01/2013: Seminário sobre Negociação Coletiva, Direito de greve, e Acordo Coletivo Especial. Porto Alegre-RS, no Fórum Social Mundial.
•    20/02/2013: Lançamento oficial da Campanha Unificada dos SPF; às 9 horas, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.
•    21/02/2013: Seminário das 03 (três) “esferas do serviço público”, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal.

Espaço Unidade de Ação
•    22/01/2013: Reunião para definir atividades da Jornada de Lutas 2013
•    17 de abril de 2013: Grande Marcha a Brasília.

Cinthia Ribas - Portal CTB

CTB apoia projeto que obriga empresas com 100 empregados a oferecerem vagas em creches

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As empresas com pelo menos 100 funcionários poderão ser obrigadas a manter berçário ou creche para os filhos de até cinco anos dos empregados, de acordo com Projeto de Lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde aguarda relatório do senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

A proposta permite que a exigência seja suprida por meio de convênios com creches, pré-escolas e escolas, públicas ou privadas, desde que próximas aos locais de trabalho ou por meio de reembolso, caso seja solicitado pelo empregado.

Para a secretária da Mulher da CTB, Raimunda Gomes, a Doquinha, a medida vai ao encontro das necessidades das trabalhadoras. “A carência dessa política pública é um impeditivo para que a mulher tenha sua independência econômica, pois a creche é o principal equipamento público para o atendimento adequado das necessidades da mulher para entrar e se manter no mercado de trabalho", afirmou Doquinha.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê atualmente que estabelecimentos com pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos terão local apropriado "para guardar sob vigilância e assistência" os filhos de funcionárias no período de amamentação. A exigência pode ser suprida por meio de creches distritais mantidas, diretamente ou mediante convênios, com outras entidades públicas ou privadas, em regime comunitário, ou a cargo do Sesi, Sesc ou entidades sindicais.

“Embora tenhamos conhecimento de que muitas empresas com responsabilidade social já estão implementando programas de creches em seus estabelecimentos, não podemos depender apenas da boa vontade dos empregadores. É preciso garantir que todas as crianças possam estar junto à mãe ou ao pai, nas fases iniciais de sua vida”, afirma a senadora Grazziotin.

De acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, lançado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SEPM) do governo federal, a falta de creches é um dos maiores entraves para que as mulheres aumentem sua participação no mercado de trabalho.

De acordo com o anuário, em 2009, 58,8% das mulheres com mais de 16 anos, portanto, que fazem parte da população economicamente ativa (PEA) do país, estavam trabalhando. Já entre os homens com mais de 16 anos, esse percentual chegava a 81,5%. A diferença, segundo a pesquisa, deve-se, em parte, à deficiência da infraestrutura dedicada à mulher.

"Além de ser uma necessidade da mulher, é um direito da criança como parte do processo educacional. É a primeira etapa do processo desenvolvimento de seu potencial. Portanto, a creche é uma obrigação do Estado, uma necessidade da mulher e um direito da criança, finalizou a sindicalista.

Portal CTB com agências

 

CTB participa do Coneb e defende unidade da juventude para aprofundar mudanças

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A Juventude da CTB participou, no sábado (19), da Mesa de Conjuntura que reuniu algumas juventudes que promovem a Jornada Nacional Unificada, e que iniciará de 28 de março - aniversário da morte do secundarista Edson Luís de Lima e Souto no Rio, em 1968 - a 1º de abril de 2013- data do início da Ditadura Militar, em 1964.pv coneb1

O debate, que deveria ocorrer numa sala do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFPE foi transferido para o Refeitório do 14º CONEB, pelas mais de 300 pessoas que queriam privilegiar o tema "A juventude na luta por um novo Brasil", teve uma composição bastante representativa. Nela estavam Daniel Iliescu, o Presidente da UNE, Raul Amorim (Coordenador da Juventude do MST), Paulo Vinícius Santos Silva (Secretário da Juventude CTB), Lea Marques Silva (pela Juventude da CUT), Felipe Altenfelder (Fora do Eixo), Pedro Campos (da Juventude Pátria Livre), Wanderson Pinheiro (Centro Cultural Manoel Lisboa), Nathalie Drumond (do PSOL).

Pela composição é possível depreender a importância e a amplitude que se pretende atingir com a Jornada prevista para março. As distintas posições políticas se colocaram, interpretando a realidade atual e a importância da mobilização da juventude, expressando não apenas as diferenças entre as perspectivas tática e estratégica que movem as correntes políticas e as entidades. As mais de 30 organizações juvenis estudantis, dos movimentos sociais, sindicais e políticas, através dessa mesa de discussão abriram-se à crítica, mas sobretudo à possibilidade do PSOL e do PCR comporem o leque da jornada de Lutas, o que permitiu um competente contraponto no debate.

Afinal, duas perspectivas se contrapuseram claramente na discussão. De um lado, um processo de debate que, reconhecendo as limitações do processo político de mudança que vive o Brasil, aposta na autonomia e na independência do movimento social, sindical e estudantil para vocalizar as pautas mais amplas da juventude, unindo-se às críticas das juventudes políticas e incorporando uma grande diversidade de pautas de todos os movimentos no sentido da unidade, mas com um eixo estruturante de vincular a atenção à juventude ao movimento mais amplo de desenvolver o Brasil para o seu povo e democratizar o país.

Bandeiras de luta como o aumento do percentual do PIB e dos Royalties para a Educação, o Trabalho Decente, a Reforma Agrária e o apoio aos pequenos agricultores, a democratização da mídia, Memória, Verdade e Justiça e a mudança na economia para atender aos interesses do país, e não aos da oligarquia financeira que gerou a crise e faz os trabalhadores e trabalhadoras por ela pagarem.

Há também quem celebre a judicialização da política e a agenda do PIG que tenta diminuir as vitórias obtidas no ciclo de mudanças iniciada em 2003, com Lula. Como colocou Raul Amorim, do MST, na última fala do debate, quem aceita com naturalidade a mudança na esfera judicial que permite condenar sem provas a partir do STF, esquece o efeito cascata das instâncias inferiores e os graves riscos aos movimentos sociais, primeiros a se verem vitimizados pela judicialização da política.

Ponderei que, curiosamente, aqueles que demonizam qualquer aliança, ao assumirem acriticamente discurso do "mensalão" fazem também uma aliança, e com a imprensa golpista e os setores da oposição de direita. Desse modo, cumpre observar que todos os processos políticos avançados e em curso tem deficiências e limites, e que é preciso observar que uma estratégia revolucionária de fato, e não apenas na teoria, precisa de uma tática consequente, do contrário nada realiza. E que persiste a luta mais difícil que é promover a unidade, o que não se faz com autossuficiência, agressões, e que não foi gratuito que Chávez pediu "unidad, unidad e unidad", citando Bolívar. Assim, uma agenda e bandeiras comuns, um diálogo permanente e a atenção com as reais demandas da juventude podem ser fatores decisivos para realizar massivas mobilizações para aprofundar as mudanças e enfrentar a direita.

A ampla maioria das organizações coincidiu quanto a identificar no latifúndio improdutivo, no capital financeiro e nas transnacionais os inimigos centrais a combater. O peso das organizações políticas, sociais, estudantis e sindicais envolvidas é imenso. UNE, UBES, ANPG, MST, CTB, CUT, Juventudes do PT, a UJS, do PPL, Levante Popular da Juventude, o coletivo de artistas e produtores culturais independentes - Fora do Eixo, jovens pela diversidade religiosa, feministas, em luta pela igualdade racial, o Centro Barão de Itararé e muitos outros garantem imensas possibilidades para as plenárias estaduais que se realizarão até o dia 23 de fevereiro, condo haverá a primeira plenária nacional na cidade de São Paulo.

A orientação para as redes e entidades envolvidas – incluindo a Juventude da CTB – é realizarem reuniões estaduais para debater o documento comum que está em fase de conclusão. Essas reuniões tem o desafio de preparar os atos nas capitais, o que exigirá coordenação e a busca de apoio nos Estados, inclusive para garantir representação na Plenária Nacional prevista para 23/02 São Paulo.

A CTB – como pediu o presidente Wagner Gomes que comunicasse no debate – proporá na reunião das centrais sindicais que se realizará em São Paulo que o ato conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras previsto para Brasília seja unificado com a mobilização juvenil. Essa unidade entre estudantes e trabalhadores é estratégica para o avanço das mudanças.

2013 começa, portanto, com importantes movimentos de unificação de bandeiras e manifestações das maiores organizações do povo brasileiro, e a União Nacional dos Estudantes dá imensa contribuição ao proporcionar um debate estratégico com a sua imensa base de centros acadêmicos espalhados por todo o Brasil. Com espírito crítico e autonomia, levantando bandeiras claras e justas, mas sem aceitar fazer o jogo da direita, a juventude se posiciona na vanguarda das grandes lutas para aprofundar as mudanças no Brasil.

Fonte: Paulo Vincius Silva (secretário da Juventude Trabalhadora da CTB) - Blog Coletivizando

Cursos do CES/CTB reúnem dezenas de sindicalistas em SP

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Terminou na última sexta-feira (18) o 5º Curso de Formação de Formadores e Formadoras do Centro de Estudos Sindicais (CES), promovido em parceria com a CTB.

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