bloco

bloco

Serviços Públicos e do Trabalhador Público
Ferramentas
Tipografia

Os servidores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) no Rio de Janeiro decidiram, em assembléia realizada nesta sexta-feira (26/6), manter a paralisação iniciada no último dia 16. A decisão dos sindicalistas ocorre mesmo após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) ter confirmado a ilegalidade da greve.

No julgamento de um recurso da Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social), a 3ª Seção do STJ confirmou liminar do ministro Og Fernandes, que considerou o movimento irregular por ter sido iniciado sem negociação prévia com o INSS e estabeleceu multa de R$ 100 mil para cada dia de paralisação.

De acordo com os grevistas, o objetivo do movimento, que abrange todo o país, é garantir a manutenção da jornada de trabalho de 30 horas semanais, sem redução salarial,  incorporação de gratificações, realização de concursos públicos e melhores condições de trabalho e de atendimento ao público.

O Sindprev-RJ (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Previdência e Trabalho no Estado do Rio) informa que a greve já tem a adesão de aproximadamente 70% dos funcionários da Previdência no Estado, o que teria provocado o fechamento de cerca de 40 agências e gerências regionais na capital, na Região Metropolitana e no interior do Rio.


Os servidores marcaram ainda um ato público, na próxima quarta-feira (1º) no Centro da cidade do Rio, em protesto contra o governo que, segundo o sindicato, não está negociando com a categoria. Em nota, o INSS reafirmou a ilegalidade do movimento citando a decisão do STJ.

Fonte: Agência Brasil.