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Ter, Mar

10 de novembro

  • Classe trabalhadora de Goiás promete luta contra a reforma trabalhista nesta sexta (10)

    O Fórum Goiano Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista realiza uma plenária nesta terça-feira (7), em Goiânia, para preparar o ato do dia 10 de novembro. “Estaremos nas ruas, juntamente com classe trabalhadora de todo o país para barrar esse retrocesso em nossos direitos. Não queremos retornar à escravidão”, diz Railton Souza, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Goiás (CTB-GO).

    O Dia Nacional de Mobilizações, será na Praça do Bandeirante, centro da capital do estado, a partir das 16h. Souza informa que além da CTB, participam do protesto, todas as centrais sindicais, os movimentos sociais e populares e os estudantes.

    “Além de rasgar a Constituição, aniquilar com a CLT e com a Justiça do Trabalho, as reformas do governo golpista de Michel Temer não trarão crescimento para o país e muito menos criarão empregos”, ressalta o presidente da CTB-GO.

    Souza lembra também que a manifestação será contra a Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos do governo por 20 anos, “afetando principalmente a educação e a saúde pública, além de não aumentar os salários dos servidores”.

    Ele afirma que os salários dos servidores federais foram congelados até 2019 pela medida provisória 805. Além disso, a contribuição ao INSS teve aumento de 11% para 14%. “Só a luta com unidade pode derrotar esses projetos neoliberais”.

    Portal CTB

  • CTB Minas convoca base para participar do Dia Nacional de Mobilização e Luta

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas convoca toda a sua base a participar do Dia Nacional de Mobilização e Luta, na próxima sexta-feira (10/11). O ato tem como objetivo demonstrar a insatisfação da classe trabalhadora e da população brasileira com a aprovação da Reforma Trabalhista, que passa a vigorar a partir do dia 11 de novembro. Além disso, o ato também será marcado pelo posicionamento contrário a Reforma da Previdência e o pedido de revogação da alteração na portaria que combate o Trabalho Escravo.

    A presidenta da CTB Minas, Valéria Morato ressalta a importância da participação de todos neste momento histórico. “Não podemos deixar que o governo ilegítimo retire nossos direitos e cause um retrocesso tão intenso e danoso. Nós, trabalhadores e trabalhadoras precisamos ocupar as ruas desse país para mostrar aos políticos que não concordamos com as reformas Trabalhista e Previdenciária, tão pouco com a alteração realizada na portaria que combate o Trabalho Escravo”, disse.

    Em Belo Horizonte, o ato é integrado com todas as Centrais Sindicais. As Entidades iniciarão a concentração em locais distintos, mas às 11h está previsto o encontro de todas as Centrais na Praça 7.

    Da CTB-MG

  • CTB-MA mobiliza a população em defesa do serviço público e contra a reforma trabalhista

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Maranhão (CTB-MA) convida a população maranhense para participar de ato em defesa do serviço público nesta sexta-feira (27), na capital São Luís.

    “É fundamental a mobilização das servidoras e servidores públicos para barrar a retirada de direitos promovida pelo presidente golpista Michel Temer”, diz Joel Nascimento, presidente da CTB-MA.

    A concentração do ato começa às 8h da manhã em frente ao Ministério da Fazenda com caminhada programada para iniciar às 10h pela rua Grande até a praça Deodoro. O presidente da CTB-MA afirma que “na praça realizaremos um grande ato com coleta de assinaturas e paralisação do sistema rodoviário de São Luís”.

    Contra a reforma trabalhista

    Já para o dia 10 de novembro, a CTB-MA organiza juntamente com sindicatos e o movimento social uma paralisação geral no estado. “A mobilização está grande para os dois eventos. Os maranhenses já entenderam que somente a luta nos garante”, diz Nascimento.

    Portal CTB

  • Dia Nacional de Mobilizações no Rio Grande do Norte terá programação unificada

    No próximo dia 10 de novembro (sexta-feira) acontece o Dia Nacional de Mobilizações, paralisações e greves: em defesa dos direitos, contra as reformas trabalhista e previdenciária e pelo fim do trabalho escravo.

    Em todo o país serão realizados atos, protestos e paralisações para protestar contra a onda neoliberal que impõe retrocessos históricos à classe trabalhadora.

    No Rio Grande do Norte, o movimento convocado pela centrais e frente Brasil Popular, inclui panfletagens ao longo da semana, debates e caminhada na sexta-feira (10).

    Na quinta-feira (09), o Grupo de Estudos Seguridade Social e Trabalho do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da UFRN realiza debate “Democracia e Crise”, a partir das 19h, no auditório Otto de Brito Guerra, que contará com palestras de Eugênio Aragão (Ex-ministro da Justiça) que abordará “Estado de direito e democracia”, e Rubens Casara (Juiz de Direito de Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – TJ/RJ) com a palestra “Estado pós-democrático”.

    Na manhã da sexta-feira (10), é a vez do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caicó (Sinbdserv) promover, em parceria com a CTB, um seminário para debater o direito de greve do funcionalismo público diante o atual cenário político-social que vive o Brasil.

    “No dia 10 nós estaremos fazendo aqui em Caicó, juntamente com Central dos Trabalhadores do Brasil, um debate, um seminário sobre o direito de greve no cenário pós-golpe, o direito de greve diante das Reformas Trabalhistas e bem como diante de todo esse cenário de ataques aos direitos dos trabalhadores. Quais foram as mudanças que ocorreram? Então esse será o foco do debate”, disse Thiago Costa, presidente do Sindserv.

    As mobilizações da semana, serão encerradas com a grande caminhada, que começa às 14h, na Praça Gentil Ferreira, Alecrim. De lá, a passeata segue em direção à rua João Pessoa, centro. A atividade está prevista para se encerrar com o ato político, em frente a Caixa Econômica de João Pessoa, centro de Natal.

    De acordo com Moacir Soares, secretário de Imprensa e Comunicação da CTB-RN, a expectativa é grande. “Será uma grande mobilização. Teremos atividade em diversos municípios como Mossoró e Caicó. As categorias estão motivadas e darão o ponta pé inicial nesta sexta-feira para diversas paralisações”, garantiu o dirigente.

    Cinthia Ribas - Portal CTB

  • Em vídeo, presidente da CTB-RJ reflete sobre a importância dos atos do dia 10; assista e participe!

    O presidente da CTB-RJ, Paulo Sérgio Farias, concedeu ao Portal CTB um vídeo de convocação para o ato do dia 10 de novembro - o Dia Nacional de Mobilizações, Greves e Paralisações em Defesa dos Direitos e contra a Reforma Trabalhista, da Previdência e o Trabalho Escravo.

    "O Rio tem sido palco de medidas muito cruéis contra a classe trabalhadora. Nós não podemos concordar que depois de anos e anos de luta, um governo ilegítimo chegue e, numa tacada, acabe com mais de 100 anos de histórias e conquistas", explicou Farias.

    O dirigente disse também que, seguindo uma plenária estadual com dezenas de lideranças, a mobilização foi estendida para outros municípios flumineses.

    Confira o vídeo:

    O ato do dia 10 será uma manifestação nacional em resposta à Reforma Trabalhista, que passará a vigorar no dia seguinte, 11 de novembro. Diferentes formas de protesto serão utilizadas para denunciar o caráter golpista do governo Temer, que adota uma agenda antipovo, antitrabalhadores, antidemocrata e antinacional. A Reforma Trabalhista, em específico, foi categorizada pelo presidente da CTB, Adilson Araújo, como "o maior retrocesso da história da legislação trabalhista". Contra isso, as principais centrais sindicais e movimentos sociais se unirão em protesto, pela luta pelos direitos da maioria da população.

    Portal CTB

  • Goianos saem às ruas para dar um basta no retrocesso no Dia Nacional de Luta, nesta sexta (10)

    “A CTB-GO convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras de Goiás a sair às ruas nessa sexta-feira (10) para darmos um basta nos desmandos desse governo corrupto de Michel Temer que atenta todos os dias contra os direitos sociais, conquistados pelo povo brasileiro com muita luta”, diz Railton Souza, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Goiás (CTB-GO).

    Durante todo o dia ocorrerão diversas manifestações e paralisações convocando para o ato unificado às 16h, na Praça do Bandeirante, no centro de Goiânia. Ele afirma que “a CTB-GO juntamente com as demais centrais, sindicatos e movimentos sociais populares prometem um grande protesto para barrar os retrocessos contra os interesses da classe trabalhadora e do país”.

    Está sendo distribuído material de divulgação do Dia Nacional de Luta em todo o estado, principalmente na capital para “acordarmos o Brasil para a resistência ao desmonte do Estado e dos direitos trabalhistas, sociais e individuais. Nenhum direito a menos é a nossa palavra de ordem”, conclui Souza.

    Veja o jornal do Dia Nacional de Luta, imprima e divulgue você também aqui.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Perdeu, pagou! Em vídeo, especialista alerta que trabalhador terá de pagar se perder na Justiça

    A reforma trabalhista, que passa a vigorar a partir do dia 11 de novembro, traz mudanças drásticas para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. A nova legislação ataca direitos como férias, jornada, horário de almoço, proteção em locais insalubres. Mas o que poucos sabem é que a nova legislação também impõe mudanças nas regras de processos judiciais extremamente prejudiciais aos trabalhadores.

    Em série de vídeos, assessor jurídico da CTB explica os principais pontos da nova lei trabalhista

    É o que explica em vídeo, o advogado trabalhista e assessor jurídico da CTB, Magnus Farkatt. “Se o trabalhador mover uma ação, ele pode sair com dívidas. E isso faz com que ele desista de apelar judicialmente por direitos como horas extras, danos morais, adicional por insalubridade etc. Ou seja, além de reduzir conquistas previstas na CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] e de enfraquecer o movimento sindical, quer também inibir o empregado de reivindicar seus direitos na Justiça”, afirma o advogado.

    Confira:

     

    A alteração mais significativa trata dos honorários de sucumbência, que é o valor pago pela parte perdedora (sucumbente) ao advogado da parte vencedora. Atualmente o trabalhador não paga honorários de sucumbência, mesmo se perder a ação. As empresas, porém, pagam nos casos em que o trabalhador vence a ação sendo beneficiário da justiça gratuita e estando assistido por seu sindicato.

    No entanto, a partir do dia 11/11 quando passa a vigorar a reforma trabalhista, qualquer parte perdedora (não mais apenas a empresa, mas também o trabalhador) deverá pagar de 5% a 15% do valor da causa ao advogado da parte vencedora.

    A lei veda ainda a compensação recíproca de honorários, portanto, cada parte paga o correspondente àquilo que perdeu.

    Isso quer dizer que se o trabalhador fizer dois pedidos e perder um, terá de pagar de 5% a 15% do valor pleiteado à parte contrária. Dependendo do caso, se ele vencer apenas uma parte da ação, pode terminar sem nada.

    Diante dessas mudanças, o advogado classifica o projeto como extremamente nefasto ao trabalhador. “O objetivo dessa mudança é aumentar os riscos de o trabalhador litigar e diminuir os ganhos dessa ação. Será uma alteração processual que só prejudica o trabalhador, diminui o acesso à Justiça e intimida o empregado de reclamar”, reforça.

    Cinthia Ribas - Portal CTB

  • Railton Souza, presidente da CTB-GO, discursa contra os retrocessos de Temer nesta sexta

    Durante todo o dia desta sexta-feira (10) - Dia Nacional de Luta - a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Goiás (CTB-GO) esteve nas ruas das principais cidades do estado, juntamente com as demais centrais sindicais e os movimentos sociais, pela regovação da reforma trabalhista e contra todas as reformas do governo golpista de Miche Temer.

    "O povo tem que se unir para barrar esse golpe que está liquidando com os nossos direitos", afirma Railton Souza, presidente da CTB-GO. "A reforma trabalhista é um retrocesso sem precedentes, que nos remonta à escravidão, mas não é somente isso que nos trouxe novamente às ruas", acentua.

    Ele explica que o governo Temer está acabando coma educação pública, com o Sistema Único de Saúde (SUS), ataca a cultura e a liberdade de expressão. Mas "a nossa resistência se faz forte e justa para superarmos esta calamidade que se instalou no Palácio do Planalto. Mais do que nunca a luta se faz necessária com unidade de todos os setores democráticos e populares", finaliza.

    Portal CTB