Sidebar

16
Ter, Jul

CTB Goiás

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Goiás (CTB-GO) encerra os congressos estaduais da central que mais cresce no Brasil neste sábado (5), a partir das 8h da manhã, na Assembleia Legislativa de Goiás.

    Entre delegados e convidados são esperados mais de 150 participantes, conta Ailma Maria de Oliveira, presidenta da CTB-GO. “Queremos encerrar a série de congressos estaduais da CTB mostrando toda a força de Goiás, rumo ao Congresso Nacional”, diz Oliveira.

    Após uma atividade cultural na abertura, começa o debate sobre Conjuntura e Reforma Trabalhista, com a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Delaíde Alves Miranda, o dirigente da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat), Aldo Arantes, o superintendente regional do trabalho, Degmar Jacinto Pereira e o presidente da CTB, Adilson Araújo.

    ctb go congresso 2017 programacao

    De acordo com Oliveira, os congressistas realizarão um balanço da última gestão, discutirão os novos planos de luta e elegerão a nova diretoria da CTB-GO. “Estaremos nos preparando para os novos desafios que a conjuntura nos impõe na luta por nossos direitos”.

    Serviço

    Congresso CTB-GO

    Assembleia Legislativa de Goiás (Alameda dos Buritis, 231, Goiânia, Auditório Costa Lima)

    Sábado (5), às 8h

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • "Precisamos estar vigilantes e atentos, pois os ataques vêm de todos os lados", afirmou Railton Souza presidente da CTB Goiás e membro da Comissão Tripartite do Programa de Alimentação do Trabalhador (CTPAT), após reunião no dia 23 de janeiro, na qual retomou os trabalhos da Comissão.

    Railton indicou que a pauta da reunião trouxe propostas que prejudicavam a classe trabalhadora e avançava, por exemplo, contra o direito do auxílio-alimentação.

    "A Secretaria Especial da Receita Federal, presente na reunião, apresentou proposta que definia que a taxação dos benefícios de alimentação e de refeição pagos com vales, cartão ou dinheiro devem sofrer cobrança/taxação de contribuições previdenciário-fundiária, sendo 20% para o empregador e 8% para o trabalhador. Nossa posição foi acompanhada pelas demais centrais presentes e, de forma unânime, apontamos a ilegalidade e inconstitucionalidade da decisão e Receita Federal, que no final voltou atrás na proposição", relatou o dirigente.

    Ele indicou que a mesa que coordenava a reunião e os integrantes da CTPAT concluiu que a taxação proposta na solução de consulta da Receita Federal é um escândalo, sem amparo legal. "A proposta de encaminhamento para resolver esse impasse é trilhar primeiro o caminho político: conversar com o Secretário Especial para lhe apresentar o PAT, programa criado em 1976, ainda durante a ditadura militar, no governo Geisel e aprimorado pelos governos seguintes, configurando-se como uma importante política pública para a segurança alimentar e a saúde dos trabalhadores brasileiros. Caso a via política não resolva a questão, será utilizada a via jurídica para fazer valer o cumprimento do direito constitucional à alimentação dos trabalhadores", completou Railton.

    Portal CTB - Com informações da CTB Goiás

     

  • O cenário político e social do Brasil se agrava a cada dia desde o golpe de Estado protagonizado pela grande articulação das forças conservadoras que integram banqueiros, setores do judiciário, polícia federal, meios de comunicação, federações patronais e partidos políticos sob os auspícios do STF e apoio dos Estados Unidos.

    O governo Temer que prometeu gerar empregos retirou direitos dos trabalhadores através da reforma trabalhista e ao mesmo tempo congelou os investimentos do Estado em políticas de desenvolvimento social, notadamente na educação e na saúde. Ao contrário do prometido provocou a estagnação da economia e o crescimento vertiginoso do desemprego que segundo dados recentes do IBGE chegou ao maior índice da série histórica acumulando o assombroso número de 27 milhões de desempregados.

    O desgoverno Temer com sua "equipe econômica dos sonhos" demonstra de vez sua incapacidade e absoluta incompetência para gerir o Brasil com probidade e respeito aos anseios da sociedade brasileira. Prova disso é a desaprovação desse governo de 96%.

    Em meio a tudo isso, veio a política desastrosa, privatista e golpista em relação à Petrobras. O governo Temer não só põe fim à política de conteúdo nacional como passa a priorizar os interesses dos acionistas e credores da estatal, esvaziando seu papel histórico de indutora do desenvolvimento, da pesquisa científica, e da economia com geração de empregos para o povo brasileiro. Os inúmeros aumentos nos combustíveis promovem em cadeia os aumentos de outros produtos o que provoca a perda do poder de consumo do (a) trabalhador (a) que já recebe ínfimos reajustes salariais em decorrência da baixa inflação.

    Em 2015 a importação dos Estados Unidos correspondia a 41% do total e em 2017 superou 80% de toda a importação do Brasil. Nessa política não ganha o Brasil, não ganha o povo brasileiro. Perdemos em arrecadação, na capacidade empresarial da Petrobras, perdemos a soberania energética.

    A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil defende um soberano projeto Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social que gere riqueza para o país com a exploração do Pré-Sal com vistas nos investimentos em educação, ciência e tecnologia, consolidando a vocação do Brasil como liderança regional na América Latina.

    Os trabalhadores e as trabalhadoras que transportam alimentos para o povo brasileiro são os (as) que estão lutando hoje. E essa luta não pode ser tratada meramente pela redução dos preços do diesel, deve ser ampliada por melhores condições de vida e trabalho da categoria.

    Exigimos a redução dos preços do diesel, da gasolina, do álcool e do gás de cozinha.

    Destacamos a importância dos trabalhadores e trabalhadoras do transporte rodoviário. Os caminhoneiros e caminhoneiras, tão explorados (as) pelas grandes transportadoras, precisam de reconhecimento.

    É fundamental voltarmos nossos olhos para realidade e condições de trabalho sob as quais estão submetidos esses (as) trabalhadores (as). Não é suficiente que o movimento se restrinja à modesta redução do valor do diesel nas bombas, o que beneficia na verdade somente o patrão. Vale ressaltar que a oneração dos fretes para os caminhoneiros autônomos é tão elevada que boa parte da categoria não lucra, apenas mantém seu caminhão. É de imprescindível importância que os trabalhadores liderem de verdade o movimento grevista ampliando a pauta reivindicatória e incluindo nela a exigência de condições salariais dignas para assalariados e autônomos, seguro saúde, previdência especial, diárias de hospedagem e alimentação e a fiscalização que impeça que esse trabalhador seja submetido a jornada exaustiva o que o leva muitos vezes tomar os chamados "arrebites", aumentando nos riscos de acidentes fatais.

    A CTB conclama os trabalhadores dos transportes à luta por melhores condições de trabalho e também pela redução dos combustíveis em geral o que beneficiará toda a classe trabalhadora. Acima de tudo conclamamos a todos (as) para exigir a mudança imediata em relação à Petrobrás para que ela volte a cumprir seu papel no desenvolvimento econômico, social, com a geração de empregos e renda para toda a sociedade brasileira.

    Valéria Morato – Presidenta da CTB Minas e do Sinpro Minas

    Railton Nascimento – Presidente da CTB Goiás e do Sinpro Goiás

    Jonatas de Paula – Presidente da CTB Espírito Santo e do Sinpro Espírito Santo

  • O Tribunal Regional do Trabalho da 18º Região deferiu, por 3 votos a 0, recurso ordinário da CTB Nacional e reconheceu a legalidade e legitimidade do 1º Congresso Extraordinário da CTB/Goiás que elegeu o sindicalista Railton Souza como presidente. O acórdão com a decisão foi disponibilizado nesta segunda-feira (1) no sítio do TRT e deverá ser publicado ainda no decorrer desta semana no Diário Oficial.

    Foi também deferida uma tutela de urgência, que permitiu a posse imediata de Railton, bem como revogada a decisão do Juiz de 1a. Instância que proibia o Cartório de efetuar o registro do Congresso Extraordinário que elegeu Railton.