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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) determinou na noite desta quarta-feira (2) uma nova alta, de 0,25%, na taxa básicas de juros. É a nona elevação seguida da Selic, agora fixada em 11%. As autoridades monetárias reafirmam, com isto, o viés conservador da política macroeconômica, que serve aos interesses da oligarquia financeira e contraria a vontade popular.

A alta dos juros é uma péssima notícia para a economia nacional, pois reduz o consumo e os investimentos, sacrificando a produção e estimulando a estagnação. Ao lado disto, redistribui de forma perversa a renda ao aumentar as despesas públicas com juros, engrossando os lucros embolsados por banqueiros e rentistas e reduzindo os gastos com saúde e educação.

A classe trabalhadora brasileira, assim como os empresários do setor produtivo, condena com toda energia a decisão do Copom e reafirma sua luta por mudanças na política econômica, com redução e não aumento das taxas de juros, fim da política de superávit fiscal, controle da taxa de câmbio, bem como do fluxo de capitais e taxação das remessas de lucros.

São Paulo, 2 de abril de 2014
Adílson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

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