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Qui, Jun

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  • Brasil – que País é esse? O título da música de Renato Russo, escrita em 1978 e lançada em 1987, motivou a comissão organizadora do 8º Grito de Alerta Missões Fronteira Noroeste a escolhê-la como tema. O evento será realizado amanhã (17), em Santo Ângelo, onde cerca de 5 mil pessoas devem participar das manifestações ao longo do dia. A programação iniciou na última terça (15) com o Acampamento da Cidadania, que segue hoje no trevo de entroncamento da BR-285 com a ERS-344, no acesso a Entre Ijuís. Decorridos todos esses anos, ainda não há resposta para o questionamento Brasil – que País é esse?

    O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva, disse que O Grito de Alerta é considerado o pontapé inicial das ações do Grito da Terra Brasil no Rio Grande do Sul. Ele estava pronto para viajar para Santo Ângelo, onde já estão os demais diretores da Federação, mas participará de audiência amanhã(17), às 12h, com o ministro Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, para tratar da Lei 13.606, que dá direito aos produtores obterem desconto entre 40% a 80% para liquidar as parcelas de operações e crédito rural, bem como a pauta do Grito de Alerta. O governo diz não ter dinheiro. “Tem dinheiro sim”, insiste Joel. “Houve recursos para os grandes, que ficaram anos e anos devendo o Funrural. Então, é isso que vamos cobrar muito forte em Brasília, com o respaldo de mais de cinco mil pessoas lá em Santo Ângelo”, enfatizou. A Contag estará na reunião.

    A chuva registrada ontem em Entre Ijuís não foi suficiente para tirar o ânimo dos agricultores no Acampamento Solidário. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Antônio das Missões e Garruchos, Agnaldo Barcelos, também coordenador da Macro Regional Sindical Fronteira, Missões e Noroeste da Regional Missões II, explica que as lideranças estão fazendo um amplo debate da situação que o País enfrenta, sem esquecer, é claro, as pautas do dia a dia da agricultura familiar. Entre os assuntos estão os impostos e a contrapartida dos serviços de baixa qualidade; o pagamento sob o consumo e não renda; a corrupção e seus impactos para o Brasil; o foro privilegiado, em que menos de 1% das denúncias contra autoridades chegam a ser concluídas; o auxílio-moradia de autoridades e o custo à Nação em comparação ao salário-mínimo, que teve um reajuste de apenas 1,81%; a PEC dos gastos públicos e muito mais”, completou Agnaldo.

    Programação do quinta-feira (17)

    Marchar, Lutar, Resistir pela Agricultura Familiar e o Brasil
    6h30min – Início da marcha (Entre Ijuís)
    8h30min – Trevo do Carreteiro (ato e incorporação de público à marcha)
    9h – Sequência da caminhada pela cidade de Santo Ângelo
    10h – Chegada à Praça da Matriz

    Luiz Boaz - Fetag-RS

  • O Centro de Cultura de Santo Ângelo foi palco na manhã de hoje (20) do lançamento oficial do 8° Grito de Alerta Missões Fronteira Noroeste, que deverá reunir mais de cinco mil pessoas no dia 17 de maio em Santo Ângelo. O tema deste ano é Brasil – que país é esse? Ele é promovido pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) e suas Regionais Sindicais Missões, Fronteira e Noroeste, e considerado o pontapé inicial das ações do Grito da Terra Brasil no Rio Grande do Sul. As cidades de Três Passos, Ijuí, Santa Rosa e São Luiz Gonzaga haviam realizado pré-lançamentos.

    Cerca de 100 pessoas participaram do lançamento, entre elas o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, o qual afirmou que, a cada ano, o Grito se consolida ainda mais no calendário de manifestações da Federação, tanto em decorrência do número de participantes, que nunca baixa de 5 mil pessoas, bem como pelos resultados positivos que traz. “No ano passado, a nossa principal bandeira de luta foi a manutenção dos direitos dos rurais na reforma da Previdência Social. Embora ainda não tenha sido feita, já foram dadas garantias de que não haverá prejuízos aos trabalhadores rurais”, disse Joel.

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    Além de atos no dia 17, a programação do Grito de Alerta iniciará nos dias 15 e 16, com o denominado Acampamento da Cidadania, que será montado no trevo de entroncamento da BR-285 com a ERS-344, no acesso a Entre Ijuís. A iniciativa servirá como referência para a realização de um fórum de debates, com painéis temáticos sobre os diferentes eixos de reivindicação que o movimento sindical está preparando para apresentar no Grito de Alerta, em defesa da agricultura familiar, mas também pautando outros temas de interesse geral da sociedade, tais como mudanças tributárias, fim do foro privilegiado e a rediscussão do pacto federativo.

    Uma das novidades desta edição será a realização de Campanhas do Bem #Obrasilquevocepode. Tratam-se de atos individuais ou em grupo que tragam benefícios à comunidade. Os organizadores estão pensando em várias ações, entre elas pedágios, entregas de flores, mudas ou simplesmente um abraço. “Na verdade, são pequenos gestos no dia a dia, mas que se traduzirão em atos de amor ao próximo. Se buscamos um País mais justo e igualitário, temos que fazer a nossa parte. Além de sairmos às ruas para lutar por dias melhores, divulgaremos o nosso Grito de Alerta”, explicou Jaqueline Remonti, assessora da Regional Três Passos.

    Luiz Boaz - Fetag-RS

  • Nos dias 6 e 7, em Porto Alegre, a Fecosul, federação filiada à CTB, realiza a sua 9ª Plenária Estadual dos Empregados no Comércio do Rio Grande do Sul. Nesta nona edição, que acontece na sede da Fetag-RS (Rua Santo Antonio, 121, bairro Floresta), as palavras de ordem são resistência e luta e as mesas do evento tratam das mudanças no mundo do trabalho com a reforma trabalhista.

    São convidados do evento o coordenador geral do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, o desembargador do TRT4, Marcelo D'Ambroso e o secretário de Relações Internacionais da CTB Nacional, Nivaldo Santana.

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    Abaixo, confira a programação completa:

    Quarta-feira (6)

    • 17h - Ato 80 anos Fecosul
    • 18h - Conjuntura política e saídas para a crise - Nivaldo Santana, secretário de Relações Internacionais da CTB Nacional

    Quinta-feira (7)

    • As mudanças no mundo do trabalho e os novos desafios do movimento sindical - Clemente Ganz Lúcio, coordenador geral do DIEESE

    • Reforma Trabalhista e seus impactos nas negociações coletivas e contratos de trabalho - Marcelo D'Ambroso, desembargador do TRT4

    • Sustentação financeira dos sindicatos e da Fecosul

    • Plano de Lutas 2018/2020, reforma estatutária e complementação dos cargos de direção.

    Fonte: CTB-RS

     

  • Com um total de 57 expositores será inaugurada nesta quarta-feira (31) a 6ª Feira Estadual da Agricultura Familiar, na Praça XV de Novembro, em Torres. Com horário de funcionamento das 11h às 24h, a feira se estende até domingo, dia 4, e é organizada pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Torres, Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Emater, Prefeitura Municipal e com o apoio do Sicredi.

    Conforme Jocimar Rabaioli, assessor de Política Agrícola e Agroindústrias da Fetag-RS, a feira, de certa forma, concretiza o projeto da existência de um evento da agricultura familiar na alta temporada do verão no Litoral, onde os turistas das mais variadas regiões e estados oportunizam o encontro do urbano com o rural. Ele destaca, ainda, a importância da feira para o agricultor, pois possibilita mostrar o potencial e a qualidade das agroindústrias gaúchas.
    Neste sentido, continua Rabaioli, a Fetag tem trabalhado forte, ao lado de seus parceiros, para que a feira em Torres seja mantida, por sinal uma reivindicação dos próprios associados dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais. “O mercado no Litoral se tornou fundamental nesta época do ano, quando não acontecem outras feiras. Diferentemente de outros eventos, aqui é somente a agricultura familiar em destaque. É bom lembrar que nada menos do que 500 empreendimentos da agricultura familiar ligados à Fetag dependem exclusivamente das feiras. Portanto, quanto maior o número de eventos, melhor”, completa.

    Os visitantes encontrarão produtos com procedência e qualidade, tais como geleias, pães, cucas, queijos, salames, vinhos, sucos, conservas e o artesanato do meio rural.

    Fonte: Fetag-RS

  • A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), através do seu Departamento de Política Agrícola e Agroindústrias, abriu nesta quinta-feira (19) as inscrições para agroindústrias familiares, artesanatos rurais e produtores de flores que tenham interesse em participar da Fenadoce 2018, que ocorrerá entre os dias 30 de maio a 17 de junho em Pelotas. Conforme Jocimar Rabaioli, assessor de Política Agrícola e Agroindústrias, a inscrição não garante a participação, uma vez que a homologação será realizada pela comissão central e, em seguida, a lista dos empreendimentos aprovados vai ser disponibilizada aos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais.

    Expobento

    De 7 a 17 de junho está programada a 28ª edição da Expobento no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. A Fetag-RS abriu na quarta-feira (18) as inscrições. Jocimar explica que a sistemática da participação dos empreendimentos da agricultura familiar é a mesma da Fenadoce. Após a homologação das inscrições, realizada pela comissão central, será disponibilizado para os STR`s a lista dos aprovados. Ele lembra que é responsabilidade do sindicato realizar a inscrição, fazer as correções na ficha quando solicitado e comunicar ao empreendimento se foi aprovado ou não para participar da feira. A Fenadoce e a Expobento têm o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural Pesca e Cooperativismo – SDR. “Em ambas as feiras será dado prioridade para a participação de empreendimentos locais, regionais e, posteriormente, de outras regiões do Estado”, completa Rabaioli. As inscrições encerram para as duas feiras em 4 de maio.

    Fonte: Fetag-RS, por Luiz Boaz

  • A prorrogação por três anos para os financiamentos de Custeio e a parcela de Investimento com vencimento este ano seja jogada para o final do contrato. Esse é o teor da Medida Provisória (MP) que a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) solicitou nesta terça-feira (28), através de seu vice-presidente, Nestor Bonfanti, durante reunião com Neri Geller, secretário Nacional de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (MAPA).

    Bonfanti lembra que o Manual de Crédito Agrícola prevê que quando ocorre frustração de safra ou perdas devido a queda de preços, é dado ao agricultor o direito de prorrogar o financiamento de Custeio por até três anos. A resolução atual, que ampara hoje apenas o Banco do Brasil, é mais restritiva do que o próprio Manual de Crédito. “Que a MP contemple também os que buscaram recursos junto às cooperativas de crédito, entre elas a Cresol e o Sicredi, e tenham seus financiamentos parcelados. Geller acredita que não haverá problema para atender o pleito da Fetag-RS”, disse Bonfanti. A audiência foi solicitada pela Frente Parlamentar da Agricultura Familiar, que é presidida pelo deputado Heitor Schuch, e contou ainda com as presenças dos deputados Assis Miguel do Couto, do Paraná, e de Celso Maldaner, de Santa Catarina.

    Fonte: Fetag-RS

  • A direção da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) realizou nesta quarta-feira (13) o tradicional balanço de final de ano com a imprensa em sua sede, em Porto Alegre. O presidente da federação, Carlos Joel da Silva, disse que 2017 foi um ano de dificuldades para a agricultura familiar gaúcha, pois os custos de produção subiram, enquanto os preços despencaram e a rentabilidade reduziu cerca de 27%. Somam-se a isso, as políticas públicas do governo federal que foram reduzidas. Esse paralelo deixa claro que a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) ocasionou a perda de força do setor. "Um balanço negativo para a agricultura familiar", justificou.

    Entre as bandeiras para 2018, Joel destacou a necessidade de melhorar a renda do produtor; retomar as políticas públicas que foram reduzidas; e, acima de tudo, que o governo dê uma atenção melhor ao agricultor familiar. "O setor público está devendo aos agricultores e pecuaristas familiares. Estamos cobrando dos governos que façam sua parte, que é controlar custos e estoques reguladores para equilibrar oferta e produção. Que o agricultor seja remunerado adequadamente e que o consumidor não pague em demasia pelo produto final. Esse é um desafio para nós enquanto Fetag-RS, bem como dos governos", observou.

    A Previdência Social representa para o trabalhador rural o futuro, definiu Joel neste momento de grandes incertezas diante de uma reforma previdenciária que poderá prejudicar os rurais. Diante deste contexto, o dirigente disse que a Fetag-RS espera um olhar específico para a categoria, que já trabalha mais de 40 anos para obter a aposentadoria de apenas um salário mínimo. "Esperamos que o governo corte privilégios de quem têm, mas parece que não é isso o que vai ocorrer. A reforma é necessária, mas que não seja feita em cima do trabalhador, seja ele rural ou urbano. E eu não acredito que os deputados ficarão indiferentes aos trabalhadores brasileiros e que eles tenham bom senso e não aprovem a reforma da forma como está posta", defendeu.

    Em relação a perspectivas para 2018, Joel acredita que elas poderão ser boas. "Chegamos ao fundo do poço e agora é a hora da virada. Para tanto, temos que lutar pela manutenção da Previdência Social, otimizar o custo de produção com seu preço final, com a participação do governo nesta questão e uma forte discussão com a sociedade sobre o que ela espera dos agricultores e vice-versa. Um não vive sem o outro. O cidadão urbano precisa conhecer qual o trabalho do agricultor, o qual necessita de remuneração. O consumidor reclama quando o leite sobe, mas não se importa quando o refrigerante ou a cerveja têm seus preços majorados. Então, a perspectiva é fazer esse debate no ano que vem, quando a Fetag-RS comemorará os seus 55 anos de fundação", concluiu.

    Fonte: Fetag-RS

  • A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), através do Departamento de Política Agrícola, iniciou nesta terça-feira (31) o tag, que tem por objetivo divulgar as novas regras do plano, falar sobre Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e, ainda, fortalecer a relação de confiança entre a Fetag e os Sindicatos dos Trabalhadores Rurais com o Banco do Brasil. A programação vai ser desenvolvida em cinco regiões, sempre com a participação de diretores e assessores da Federação, além de integrantes da Superintendência e Agências do Banco do Brasil de todo o Estado, fortalecendo o trabalho como Correspondentes Bancários (Coban).

    Na abertura, o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, destacou a importância da realização deste roteiro, que possibilita aos dirigentes e funcionários dos STR's sanar dúvidas do Plano Safra e alinhar mudanças. “Embora houve poucas novidades, temos que conhecê-las para ajudar o associado na busca de crédito e em caso de insucesso, não permitir que percam o direito ao Proagro, bem como o acesso aos programas de comercialização”, observou.

    Joel destacou, ainda, a parceria com o Banco do Brasil através do Coban. “Pela primeira vez temos não só a presença da superintendência do BB, mas de todos os gerentes de municípios que integram as nossas regionais sindicais, que estão aqui para discutir essa aproximação”, disse. O assessor de Política Agrícola da Fetag, Kaliton Prestes, informou que a programação do roteiro será desenvolvida em um dia, tendo como objetivo maior divulgar as mudanças do Ano Safra 2018/2019, seguida de ATER, principalmente quanto a orientações sobre aplicação do crédito rural visando uma utilização saudável com sustentabilidade social e financeira. “Acreditamos que o agricultor familiar precisa ser orientado na aplicação do crédito e que ele continue utilizando o Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), que é, com certeza, uma das principais políticas públicas conquistada pelo movimento sindical”, defendeu.

    Ao mesmo tempo, Anderson Quevedo do Nascimento, gerente de Agronegócios do Banco do Brasil no RS, enfatizou o fortalecimento dos dirigentes sindicais com a instituição financeira e colocar em um mesmo patamar de entendimento os colegas bancários com os funcionários dos sindicatos, que realizam o Coban. “Estamos aqui para mostrar o quanto valorizamos o Coban e, especialmente, com a Fetag. Digo isso porque a Federação tem hoje 70% do Coban, o que na safra passada movimentou R$ 460 milhões com apenas 120 sindicatos operando ativamente. Temos 1.000 agências, mas precisamos de agilidade. A chance de insucesso na safra é muito grande e o agricultor não pode correr riscos de não ter o crédito na hora da implantação da lavoura. No entanto, essa mesma agilidade que pedimos aos nossos gerentes, temos que ter nas suas entidades”, alertou Nascimento.

    As plenárias no Interior ocorrerão nas sedes da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) dos respectivos municípios com início às 9 horas, almoço no local e término às 16h30, de acordo com o cronograma abaixo:

    Cronograma da Fetag-RS

    31/7: Porto Alegre Litoral; Camaquã; Vale do Caí; Vale do Taquari e Sinos Serra.
    1/8: Veranópolis Serra; Serra do Alto Taquari e Campos de Cima da Serra.
    2/8: Carazinho Alto Jacuí; Médio Alto Uruguai; Passo Fundo e Alto Uruguai.
    3/8: Santo Ângelo Missões I; Missões II; Santa Rosa; Ijuí e Três Passos.
    17/8: Santa Maria Quarta Colônia; Santa Maria; Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí e Centro Serra e V. do Rio Pardo
    21/8: São Lourenço do Sul Sul e Fronteira.

    Luiz Boaz - Fetag-RS

  • Um total de 150 estandes – 115 agroindústrias e 35 empreendimentos com artesanatos, flores e plantas - vai abrigar agricultores familiares ligados à Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS)AG, na Expoagro Afubra, durante os dias 20, 21 e 22 de março, na localidade de Rincão del Rey, em Rio Pardo. Conhecida como a maior feira do Brasil voltada à agricultura familiar, a Fetag-RS reforça sua participação na exposição com a organização desses empreendimentos e com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR).

    O presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, que nesta terça-feira (20), estará na abertura da Expoagro Afubra, acredita que as exposições representam para o conjunto dos agricultores familiares um importante espaço de divulgação e de aperfeiçoamento dos produtos das agroindústrias. Ao mesmo tempo, o assessor de Política Agrícola e Agroindústrias, Jocimar Rabaioli, explica que a Federação tem como bandeira de luta a permanência do agricultor no campo com qualidade de vida e geração de renda. Entre as formas de garantia de renda está a agregação de valor da produção primária. Com isso, diz Jocimar, se fomenta a iniciativa agroindustrial e as formas associativas para comercialização sem a figura do atravessador.

    Fonte: Fetag-RS

  • A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) realizará fortes manifestações contra a reforma da previdência no Rio Grande do Sul e em Brasília, a partir do dia 18 de dezembro, semana em que a Câmara dos Deputados deverá iniciar a votação da reforma. Portanto, em decorrência da mudança de data da votação, as ações que ocorreriam no estado foram adiadas para a semana seguinte. Ao mesmo tempo, uma comitiva de lideranças da Fetag-RS viaja para a capital federal, na segunda-feira (11), onde farão pressão junto aos deputados e participarão das ações que a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura programou para os próximos dias.

    Conforme o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, o governo, novamente, tenta enganar a sociedade com um discurso demagógico de que não vai alterar as regras da previdência rural. No entanto, a Emenda Aglutinativa Global à Proposta de Emenda Constitucional - PEC 287-A/2016 -  deixa claro que exigirá a contribuição previdenciária mensal dos agricultores e agricultoras familiares, com valor mínimo pré-fixado para cada membro da família, e a comprovação de 15 anos de contribuição.

    “Havia um acerto de que os rurais não seriam afetados com a reforma. Além disso, os trabalhadores assalariados e assalariadas rurais terão aumentada a sua idade para se aposentar, igualando com os urbanos (65 anos para homens, 62 anos para mulheres). Isto aumentará a dificuldade de comprovação do tempo de trabalho devido à descontinuidade dos contratos, a alta informalidade e a penosidade das atividades. Então, com base no aumento da expectativa de vida, a idade mínima para aposentadoria, inclusive dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, será elevada pelo governo por meio de lei ordinária”, enfatiza Silva.

    Fonte: Fetag-RS

  • Teve início nesta quinta (13) o Seminário de Pecuária Familiar, em Arroio Grande, Rio Grande do Sul. O evento é promovido pela  Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) em parcerias com a Seapi, Senar e Emater-Ascar.

    O evento está direcionado a pecuaristas familiares e lideranças dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, além de convidados.

    Para o vice-presidente e diretor de Política Agrícola e Meio Ambiente da FETAG, Nestor Bonfanti, o seminário tem por finalidade incentivar e trazer conhecimento a pecuaristas familiares, sendo que a programação contempla mais de 12 palestrantes. “Ao final, daremos os devidos encaminhamentos para dar o próximo passo, trazendo qualidade e fomento para as propriedades”, justifica.

    Fonte: Fetag-RS

  • A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) realizará nesta sexta-feira, 24, novas mobilizações com produtores de leite. Desta vez será em duas frentes: Teutônia e Palmeira das Missões, ambas com início previsto para as 9h e com a expectativa de reunir mais de 3.000 pessoas. A última manifestação ocorreu no dia 14 de setembro, em Jaguarão, quando cerca de mil produtores ocuparam a Ponte Internacional Barão de Mauá, divisa Brasil com Uruguai, porta de entrada de toneladas de leite em pó do país vizinho. Após ter sido suspensa por 20 dias, as importações voltaram em ritmo normal.

    O presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, lamentou que embora todas as ações que a Federação promoveu, quase nada foi resolvido pelos governos estadual e federal. As importações foram retomadas, houve anúncio de compras governamentais para enxugar o mercado, mas não foram efetivadas. “O preço pago ao produtor, embora o Sindilat tenha dito que começava a reagir, não ocorreu melhora até o momento. Diante de todos esses fatos, precisamos resolver o problema da produção”, destacou.

    Para tanto, continua o dirigente, é preciso aquisições governamentais, a criação de cotas de exportação para o Uruguai ou a retirada do leite da pauta do Mercosul e as indústrias voltarem a valorizar o preço pago ao produtor. “Não é possível manter a atividade com o produtor recebendo abaixo do custo de produção. Faremos duas manifestações pacíficas, característica de nossa Federação, mas, ao mesmo tempo, muito forte para mostrar que o produtor está pedindo socorro. É hora das prefeituras, dos governos do Estado e federal, bem como as indústrias e cooperativas olharem e protegerem esse agricultor. Muita gente já desistiu da produção leiteira e não queremos que mais pessoas abandonem a atividade”, completou.

    Fonte: Fetag-RS

  • A previsão inicial de reunir três mil produtores de leite em Teutônia (Lactalis) e Palmeira das Missões (Nestlé), municípios onde estão as duas maiores indústrias lácteas no Rio Grande do Sul, está se confirmando.

    O motivo das mobilizações organizadas pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) com suas regionais sindicais e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais é denunciar à sociedade as distorções do livre mercado do Mercosul e as empresas que fazem concorrência desleal importando lácteos e usufruindo de benefícios fiscais concedidos pelo Estado.

    Também denunciam a ineficácia do estado brasileiro na solução dos problemas dos produtores de leite, tais como o enxugamento de mercado via compras institucionais.

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    O presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, em sua manifestação inicial, voltou a lamentar que embora todas as ações que a Federação promoveu, quase nada foi resolvido pelos governos estadual e federal.

    As importações de leite em pó do Uruguai foram retomadas, até agora só ficaram no anúncio as compras governamentais para enxugar o mercado e o preço pago ao produtor, ao contrário do que o Sindicato das Indústrias Lácteas diz, não ocorreu melhora na remuneração ao produtor. Não podemos aceitar tudo isso, pois milhares de produtores estão desistindo da produção leiteira”, enfatiza.

    Fonte: Fetag-RS

     

  • O Cadastro de Atividade Econômica de Pessoa Física (CAEPF) têm gerado inúmeras dúvidas por parte dos agricultores familiares, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), filiada à CTB, preocupada com a aplicabilidade e consequências deste novo cadastro está dialogando diretamente com a Receita Federal para tirar as dúvidas e buscar esclarecimentos. 

    Nestor Bonfanti, vice-presidente da FETAG-RS, diz que a federação está em constante contato com a Receita Federal para nivelar informações. Reitera que a federação em hipótese alguma permitirá que os agricultores sejam prejudicados neste processo. “Precisamos parar de inventar cadastros para os agricultores familiares. Nossos agricultores estão cansados de tanta burocracia. Só queremos produzir alimentos para a sociedade” afirma Nestor. 

    Cadastro Específico Indivudual

    O CAEPF substituirá a atual matrícula do Cadastro Especifico Individual – CEI, equiparado ao CNPJ, que atualmente é necessário fazer quando o agricultor comercializa sua produção a diversos consumidores ou de produtor para produtor e a partir daí fazer o recolhimento da Guia da Previdência Social – GPS.

    A IN 1828/2018 da Receita Federal do Brasil declara que a partir de 15 de janeiro de 2019 agricultores necessitarão realizar o CAEPF. Este cadastro poderá ser feito no portal e-CAC da Receita Federal ou pelo E-social.

    Contudo, a FETAG-RS acredita que ainda não é possível a obrigatoriedade desta IN, pois nem mesmo a Recita Federal tem clareza para o preenchimento dos dados. Ainda, a Federação reitera que como o sistema é interligado aos outros cadastros do governo, a exposição de dados é iminente e da forma que o sistema está disposto poderá gerar prejuízos previdenciários aos agricultores em relação a situação de segurado especial.

    A empresa JBS está informando seus produtores que a partir de 15 de Janeiro cobrará de seus integrados a regularização do CAEPF. Desta forma, a FETAG-RS orienta que os Sindicatos façam o cadastro apenas para os agricultores integrados à empresa JBS, pois é a única que está exigindo a regularização. Para os demais produtores, a Federação orienta que aguardem para que sejam esclarecidos alguns pontos.



  • O dia 16 de dezembro de 2016 já entrou para a história do movimento sindical. Os agricultores familiares atenderam o pedido da Federação dos Trabalhadores em Agricultura do RS (Fetag-RS) e dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais para participar dos atos em mais de 50 municípios contra a reforma da Previdência Social, contida na PEC 287/2016.

    Em apenas dois dias, as lideranças conseguiram planejar as manifestações e mais de 20 mil pessoas saíram às ruas para mostrar toda a sua indignação contra esse projeto que, se aprovado, vai tirar direitos conquistados lá em 1988, com a Constituinte.

    Em Porto Alegre, a assessora jurídica da federação, Elaine Dillenburg, entregou um documento a Claiton Soares, substituto do Gerente Executivo do INSS, na Gerência Executiva do INSS, que se comprometeu no envio para a Superintendência em Florianópolis.

    Em vários locais estão acontecendo ocupações das agências do INSS, sempre de forma ordeira e pacífica, uma característica que a Fetag mantém ao longo de seus 53 anos de lutas e conquistas.

    O presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, reforça que a ação integra o conjunto de protestos que a Fetag está puxando em todo o Estado com a finalidade de mostrar à sociedade que ela precisa reagir e sensibilizar deputados e senadores para que tenham um olhar mais criterioso para a reforma e não cobrar de quem não deve essa conta. Joel destaca que não são os trabalhadores rurais e urbanos que têm que pagar a conta, mas sim combater a sonegação, os privilégios e, principalmente, fazendo uma reforma no estado brasileiro, começando pelos municípios, Estado e governo federal, bem como auditando a dívida do País. "Vamos mobilizar para que seja impedida a perda de direitos dos trabalhadores rurais”, disse.

    Sérgio de Miranda, secretário de Políticas Agrícola e Agrária da CTB, frisa que os trabalhadores rurais serão muito prejudicados com essa proposta de reforma previdenciária, que ignora a realidade no campo. O sindicalista que é vice-presidente da Fetag destaca que a reforma vai dificultar o acesso dos agricultores ao benefício.

    "Os trabalhadores rurais serão muito atingidos por essa proposta apresentada pelo governo. Hoje os agricultores se aposentam com 60 anos e as mulheres com 55. Pela proposta encaminhada através da PEC 287, todos se aposentarão somente com 65 anos. O que representa um total desconhecimento da realidade no campo e inviabiliza o acesso a aposentadoria de muitos agricultores e agricultoras. Assim como a necessidade de uma contribuição individual. Atualmente o trabalhador contribui com 2,1% de sua produção. Pela nova proposta do governo haverá uma contribuição fixa. E como não existe renda mensal, é decorrente da safra, muitos não terão como pagar a contribuição durante todo o ano”, revelou com preocupação Miranda.

    Outra preocupação dos sindicalistas se refere à alteração na comprovação no tempo de exercício da profissão que passa de 15 para 25 anos. “Está claro que essa reforma se constitui num conjunto de normas que tem a finalidade excluir boa parte dos rurais da previdência. Temos certeza que com essas novas regras muitos não terão acesso ao benefício. Portanto, essas mobilizações que acontecem nesta sexta no RS são o início de tantas outras que irão ocorrer pelo país”, garante o dirigente da CTB.

    Totalmente contra a proposta, a Fetag realizará ao lado da CONTAG, fortes ações de massa para pressionar o Congresso Nacional com posição clara contra qualquer mudança que retire direitos dos trabalhadores rurais.

    Portal CTB com Luiz Fernando Boaz - Fetag-RS

  • Foi realizado na manhã dessa quinta-feira (1º) o 4º Congresso Estadual da CTB-RS no auditório da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), em Porto Alegre, tendo como objetivo debater estratégias de resistência e luta pela democracia e pelos direitos sociais.

    Já na mesa de abertura, as falas iniciais apontavam como seria a dinâmica da atividade, todas com foco no combate às reformas Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo golpista Temer (PMDB).

    Mais uma vez reforçou-se, também, a necessidade de toda a unidade da classe trabalhadora, tendo como palavras de ordem #NenhumDireitoaMenos, #ForaTemer, #DiretasJá e a construção de uma grande Greve Geral Nacional, juntamente com outras centrais sindicais.

    Representaram o Núcleo de Educação da CTB-RS nessa atividade a professora Solange Carvalho, vice-presidente estadual do CPERS/Sindicato e o professor Vinícius Soares Dill, liderança da CTB Educação-RS.

    vinicius dill solange carvalho adilson araujo

    Vinícius Soares Dill, liderança da CTB Educação-RS, Solange Carvalho, vice-presidente estadual do CPERS/Sindicato e Adilson Araújo, presidente nacional da CTB 

    Acompanhe a fala feita pela professora Solange Carvalho na abertura do evento: 

    Assessoria de Comunicação Social – CTB Educação-RS

  • Afirmando haver fraudes no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), em agosto de 2013, o juiz Sérgio Moro determinou a prisão preventiva de 11 trabalhadores rurais e atingiu diretamente um programa do governo federal que beneficiava milhares de famílias, em especial as mais carentes. 

    “O efeito da ação policial - que depois se descobriu não haver fraudes - não só destruiu o PAA, ele abriu caminho para o desmonte de uma cadeia produtiva inteira e condenou milhares à insegurança alimentar”, lamentou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo.

    Os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) são reveladores do impacto brutal da acça de Moro. Em 2012, 120 famílias associadas ao PAA entregavam cerca de 120 toneladas de alimentos. Após ação de Moro, em 2013, e mesmo com eles inocentados, o grupo foi reduzido a cinco famílias associadas.

    “O programa era revolucionário e respeitado aqui e fora do país. Pois, além de gerar emprego, aquecia a economia local e beneficiava o cidadão mais marginalizado naquela região. Hoje, colhemos o saldo da sanha destruidora de Sergio Moro: desemprego generalizado na indústria, recessão, destruição da agricultura familiar. Essa ofensiva brutal associada a outros ataques como a Emenda Constitucional 95 mudaram a vida de milhões e isso ainda pode ficar pior”, ressaltou Sérgio de Miranda, secretário nacional de Finanças da CTB e vice-presidente da Fetag Rio Grande do Sul.

    Quadro abaixo mostra o recuo do PPA no Paraná

    morodestroipaa parana

    Dados do então Ministério do Desenvolvimento Agrário (destruído por Michel Temer, logo após o golpe de de maio de 2016) revelam que o PAA - Paraná distribuiu 16,2 toneladas de produtos agrícolas e pecuários, oferecidos por 8.215 agricultores. Beneficiaram 1.208 entidades (creches, hospitais, asilos, associações de caridade, etc.). 

    O gráfico abaixo mostra os cortes empreendidos pela gestão Temer após maio de 2016. 

    A reportagem do Jornal do Brasil ainda revelou que as supostas fraudes nunca existiram e que, após a desmobilização total dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, eles foram soltos e o Programa destruído.

    Políticas contra a miséria

    Em entrevista ao Jornal do Brasil, no dia 12 de agosto, o brasileiro José Graziano da Silva, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), alertou para a crise que o Brasil atravessa logo após inspiradoras políticas sociais mudarem o horizonte nacional. Ele informou que dados recentes do IBGE estão sendo analisados pelas equipes da FAO e indicam, preliminarmente, que metade das famílias em situação de extrema pobreza está, hoje, mais sujeita à insegurança alimentar e nutricional.

    “Os motivos são a recessão econômica, com desemprego crescente e o cortes nos gastos de governo com as políticas sociais. Se o Brasil não voltar a crescer de forma contínua para promover uma retomada no mercado de trabalho, e se não forem não apenas mantidos, mas claro, ampliados os programas sociais, em particular os de transferências de renda, como o Bolsa Família, compras da agricultura familiar para a merenda escolar e a aposentadoria rural, corremos o sério risco de voltar ao Mapa da Fome”, destacou Graziano.

    Desde que assumiu a posição como diretor geral da FAO, José Graziano definiu o foco da agência o objetivo de erradicar completamente a fome e a desnutrição até 2030. “Um  desafio diante da demanda alimentar de 7,3 bilhões de pessoas que habitam o planeta, sendo que 800 milhões de pessoas, a maior parte na zona rural, não tem o que comer. A cada 3-4 segundos se registra uma morte por fome no mundo”, lembrou ele.

    Portal CTB - Co informações do Jornal do Brasil