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Dom, Fev

Fifa

  • A Copa do Mundo 2018 entra nas oitavas e a partir de agora quem bobear dança

    A Copa da Rússia começou com 32 seleções de países de todos os continentes. Agora as 16 melhores colocadas na fase de grupos se enfrentam num esquema de “mata-mata”, ou seja a equipe vencedora segue adiante e a outra volta para casa, com o consolo de estar entre as 16 melhores do mundo, dentre as quais não está mais a Alemanha, uma das surpresas negativas da 21ª Copa do Mundo da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

    Neste sábado (30) se enfrentam as seleções da Argentina e França, às 11h e Uruguai e Portugal, às 15h. Os vencedores jogam pelas quartas de final, na sexta-feira (6), às 11h. 

    Já no domingo (1º) jogam Espanha e Rússia, às 11h e a Croácia pega a Dinamarca, às 15h. Os vencedores se enfrentam no sábado (7), às 15h.

    O Brasil entra em campo na segunda-feira (2) contra outro latino-americano, o México, às 11h. A Bélgica pega o Japão, único asiático a se classificar para esta fase, às 15h. Se o Brasil passar pelos mexicanos pega o vencedor desse jogo, na sexta-feira (6), às 15h.

    Encerram as oitavas a Suécia contra a Suíça, às 11h e a Colômbia versus a Inglaterra, às 15h, na terça-feira (3). Os vencedores fazem as quartas de final no sábado (7), ás 11h. Os quatro times que vencerem fazem a semifinal.

    As bolas fora dos torcedores brasileiros e também de outros países assediando as mulheres estraga o espetáculo, mas a festa segue e os babacas vão ficando para trás. São boas as chances de ao menos uma seleção latino-americana chegar à final no domingo (15). Será o hexa tão desejado desde a conquista do penta em 2002.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

  • Blog do Rovai traz texto que coloca a Globo no escândalo do Panamá Papers

    O blogueiro Renato Rovai conta que um amigo lhe enviou a tradução do texto do jornal holandês Trouw, que pode ser lido no original neste link. De acordo com Rovai "quem traduziu não é profissional, mas alguém que lê em holandês"e envolve a organização Globo no escândalo conhecido como Panamá Pappers.

    O escândalo se refere a 11 milhões de documentos do escritório de advocacia Mossak Fonseca, do Panamá. Os documentos mostram como a Mossak ajudou clientes a evitar sanções e o pagamento de impostos e a lavar dinheiro. Tem gente envolvida em diversos países, entre els o Brasil com empresários e políticos.

    De acordo com o tradutor, o jornal holandês afirma que "(Frank) Sonsma investigou todos os contratos, que ainda foram fechados com a TMF, e descobriu irregularidades. Pela T&TSM passam anualmente mais de 16 milhões de dólares, mas essa circulação monetária não está completamente esclarecida aos olhos dele. A T&TSM consegue os direitos de transmissão de uma empresa homônima, localizada nas Ilhas Cayman, e licencia os direitos no âmbito brasileiro à TV Globo. Ao passarem os anos, os custos para a Globo aumentaram, segundo o MF, devido a “mudanças macroeconômicas na região”. Em maio de 2015, a justiça norte-americana descreveu como os valores dos contratos dos direitos de transmissão precisavam ser aumentados nesses anos, para satisfazer a fome cada vez maior de dinheiro dos membros da FIFA.

    Assim, as quantias que a Globo depositou numa conta do ING (nota: ING é um banco holandês) pertencente à T&TSM formam a única fonte de renda dessa sociedade. Seria lógico que a T&TSM repassasse os royalties recebidos da Globo à sua homônima nas Ilhas Cayman, que é a proprietária aparente dos direitos. Mas isso não acontece".

    jornal holandes

    Leia a tradução na íntegra abaixo:

    A bolada rola via Holanda

    O Nederlandsche Bank apura possíveis lavagens de dinheiro no futebol. De fato, circulam formidáveis quantias, via “empresas fantasma” holandesas. Assim, milhões terminam nas mãos de gente que está sendo acusada no escândalo de corrupção da FIFA

    “São contratos absolutamente mal feitos”, diz Frank van den Wall Bake. O renomado empresário de marketing esportivo, regularmente envolvido nas relações e acordos dos contratos com empresas desse meio, não faz rodeios. Os contratos entregues a ele pelo Trouw e por Het Financiële Dagblad formam a base pela qual o dinheiro é obtido, através de uma empresa “fantasma” holandesa, para algumas empresas de marketing esportivo na América do Sul, que usarão as quantias na compra de direitos para torneios de futebol. Mas, como base, esses contratos são suspeitos, segundo Van den Wall Bake.

    Algumas folhas de papel

    Chama a atenção de Van den Wall Bake que os contratos sejam tão curtos, no máximo de algumas folhas. “Quando você relaciona esses contratos às quantias das quais eles falam, que circulam na região de alguns milhões, você já espera contratos que vão de 30 a 40 páginas”. Também o surpreende o fato das descrições serem tão vagas: “Nesse tipo de contrato, a exclusividade [dos direitos] é uma das cláusulas mais importantes. Você quer ter a certeza de que você é o único detentor dos direitos. Mas nesses contratos faltam cláusulas assim”.

    Os contratos são para partidas da Copa Libertadores, o equivalente da América do Sul à Champions League. A competição é organizada pela confederação sul-americana de futebol (CONMEBOL). Esta dá a diferentes emissoras de tevê da região permissão para a transmissão das partidas, mediante pagamento.

    Acusações de corrupção

    Em meados do ano passado – em maio, para ser mais preciso -, revelou-se que nem sempre esse processo foi tão organizado. Pelo menos, é o que pensa a justiça norte-americana. Numa acusação de exatas 164 páginas contra diretores da FIFA, a entidade que controla o futebol mundial, a justiça diz ter indícios de que dinheiro de empresas de marketing esportivo foi usado para pagar propinas aos diretores da CONMEBOL – diretores que também ocupavam cargos na FIFA.

    Entre eles está o uruguaio Eugênio Figueredo, que presidiu a CONMEBOL até 2014 e era vice-presidente da FIFA. Ele foi preso na Suíça, e extraditado para o Uruguai em 2015. Segundo as acusações, Figueredo recebeu propinas de, entre outros, José Margulies, um empresário brasileiro de marketing esportivo. De acordo com o indiciamento, José é o homem por trás de duas empresas, a Somerton e a Valente, que teriam servido como intermediárias do dinheiro sujo.

    E é precisamente esta a razão por que os contratos observados por Van den Wall Bake são tão interessantes: são documentos que representam a circulação de dinheiro entre a Valente e uma empresa fantasma holandesa, a Torneos & Traffic Sports Marketing bv (T&TSM), pela qual os direitos foram adquiridos. O especialista vê ainda mais irregularidades. A T&TSM pagava anualmente 800 mil dólares à Spoart, outra empresa de Margulies, para a comercialização dos direitos de transmissão. Segundo Van den Wall Bake: “Esta quantia é ridícula. Eu diria que é menos da metade. Diria que é um quarto”.

    Além disso, está no contrato entre a T&TSM e a Valente que esta última será contratada para aconselhar sobre transmissões e sobre o trajeto dos times até os estádios. “Bem, como você traz uma delegação para um estádio? Parece-me que é de ônibus, com batedores à frente ou atrás. E a combinação sobre os direitos de transmissão também não faz sentido. [Esse contrato] fala de duas competências muito diferentes”. Disso, ele conclui: “São contratos absolutamente mal feitos”.

    Documentos vazados

    Acima de tudo, surpreende que as empresas sejam desconhecidas de Van den Wall Bake. Não só a Somerton ou a Valente, mas também as duas outras mencionadas no contrato: a Spoart e a Arco Business. “Quando você fala sobre a venda ou a intermediação de direitos de transmissão para um torneio importante como a Copa Libertadores, você pensa em grandes conglomerados de marketing esportivo, como a IMG ou a Lagardère. São grandes ‘players’ no mercado, não essas empresas pequenas”.

    Van den Wall Bake não está sozinho nessa constatação, conclui a interpretação que o Trouw e Het Financiële Dagblad puderam fazer com base nos documentos vazados da Mossack Fonseca (MF). Essa empresa de conselhos jurídicos do Panamá direciona-se a clientes de todo tipo de empresa, notoriamente em paraísos fiscais. Na Holanda, ela trabalhou por muitos anos junto de Frank Sonsma, da Mossack Fonseca Netherlands, uma representante das empresas-fantasma. Sonsma assumiu o controle da T&TSM no final de 2013, junto a outra representante holandesa, a TMF. E ele o fez por meio de irregularidades.

    Para começar, Sonsma não é definitivo por si só, porque a T&TSM precisa de outra representante. Ao perguntar ao escritório central [da Mossack Fonseca] no Panamá, Sonsma recebeu como resposta que as relações entre a empresa de marketing esportivo e a representante não é mais das melhores. Segundo a T&TSM, a prestação de serviços durou pouco, e a TMF era cara demais. E para responder a perguntas posteriores, Sonsma poderia ligar a um advogado da TMF.

    E em 25 de outubro de 2013, Sonsma conseguiu do representante jurídico da TMF, Frits Verhaert, as verdadeiras razões da quebra de contrato: a despeito de diversas apurações, não havia acabado a validade de todos os documentos que a T&TSM precisava dar à representante holandesa, no âmbito da lei do país. Portanto, a TMF havia rompido o contrato com a T&TSM, não o inverso. Perguntada pela Trouw e pelo FD sobre a sua versão da história, a TMF disse que nunca entra em relações específicas com clientes. Daí, também não se sabe se a TMF comunicou que a T&TSM estava irregular ao órgão supervisor, o Nederlandsche Bank.

    Perguntas críticas

    Sonsma advertiu o escritório central no Panamá que este precisaria ser prudente na apuração sobre a T&TSM: “Nós não podemos criar uma situação na qual aceitamos um cliente que não cumpriu todas as suas obrigações, e do qual não temos todos os documentos. Não podemos deixar que o Nederlandsche Bank venha verificar nossos dossiês, para controlar nossa licença, e nem tudo esteja em ordem”.

    Sonsma investigou todos os contratos, que ainda foram fechados com a TMF, e descobriu irregularidades. Pela T&TSM passam anualmente mais de 16 milhões de dólares, mas essa circulação monetária não está completamente esclarecida aos olhos dele. A T&TSM consegue os direitos de transmissão de uma empresa homônima, localizada nas Ilhas Cayman, e licencia os direitos no âmbito brasileiro à TV Globo. Ao passarem os anos, os custos para a Globo aumentaram, segundo o MF, devido a “mudanças macroeconômicas na região”. Em maio de 2015, a justiça norte-americana descreveu como os valores dos contratos dos direitos de transmissão precisavam ser aumentados nesses anos, para satisfazer a fome cada vez maior de dinheiro dos membros da FIFA.

    Assim, as quantias que a Globo depositou numa conta do ING (nota: ING é um banco holandês) pertencente à T&TSM formam a única fonte de renda dessa sociedade. Seria lógico que a T&TSM repassasse os royalties recebidos da Globo à sua homônima nas Ilhas Cayman, que é a proprietária aparente dos direitos. Mas isso não acontece.

    Balanço anual

    A partir de 2011, a T&TSM fez pagamentos anuais a uma empresa panamenha, de nome Valente Corp. e à Arco Business, uma sociedade nas Ilhas Virgens Britânicas. Desde 2013, também se seguiram pagamentos anuais à empresa brasileira de marketing esportivo, a Spoart. Sonsma não conhecia essas empresas, e nada indicava que os proprietários dessas empresas tivessem algo a ver com o assunto dos direitos de transmissão ou com televisão. Sonsma se surpreendeu. O escritório central do Panamá pode esclarecer como isso é possível? Sonsma manda perguntas também à Arco. Em 2013, mostrou-se que os pagamentos atingiram somas de até 12,5 milhões de dólares por ano.

    Mas qual é o objetivo da Arco Business? Como proprietário dela, consta um homem que é contador. Sonsma escreve e aposta que esse contador opera como um tesoureiro, que recebe quantias e paga a entidades responsáveis pela organização de jogos de futebol. Para ter certeza disso, ele quer verificar o balanço anual da Arco. O MF pode mandar isso? Parece um problema: a Arco está sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, e lá as empresas não precisam publicar balanços anuais.

    Assim se passam algumas semanas. E Sonsma faz indagações mais agudas. Algumas recebem resposta, outras não. No começo de fevereiro de 2014, finalmente Sonsma chega às respostas que procurava, já que cartas de referência de emissoras de tevê do Brasil e da Colômbia indicam que elas realmente fizeram uso dos serviços da Valente e da Spoart. Com isso, a papelada de Sonsma parece ganhar alguma ordem. Realmente, há alguns jogos cujos direitos de transmissão foram vendidos pela T&TSM, e que realmente foram exibidos pela tevê. Portanto, a Spoart e a Valente têm algo a ver.

    Sonsma é nomeado diretor, e deste modo a T&TSM pode seguir com os pagamentos à Valente e à Spoart. Mas ele não quer mais realizar os pagamentos à Arco Business, porque não consegue fazer a ligação dessa empresa com eventos esportivos. Assim, ele entrega à Valente os 12,5 milhões de dólares destinados à Arco.

    Geldrop

    Mas em questão de um ano e meio após Sonsma tornar-se diretor da T&TSM, a situação muda de novo. Maarten van Genuchten, tradutor da cidade de Geldrop (na província de Brabante), passa à direção em 1º de outubro de 2014. Sonsma segue na administração. A esposa de Van Genuchten, a recepcionista de hotel ítalo-argentina Marina Kantarovsky, já é proprietária da empresa-mãe da T&TSM, localizada no Chipre.

    Por que Van Genuchten e Kantarovsky se inscreveram? Kantarovsky era a real proprietária ou era testa-de-ferro de alguém? A despeito dessas perguntas, a dupla não responde a indagações. No registro da Câmara de Negócios, aparece que Van Genuchten nem está mais relacionado à empresa: desde 30 de outubro de 2015 a T&TSM está sem diretor.

    E ainda há muito a apurar pelo Nederlandsche Bank, se ele quer responder à pergunta sobre quem deveria ter advertido que os contratos e a circulação de dinheiro eram possivelmente duvidosas. O certo é que muitos envolvidos se afastaram da T&TSM após os indiciamentos da justiça americana. Sonsma afirma: “Quando ficou claro que as transações da T&TSM tinham algo a ver com gente que foi indiciada no escândalo da FIFA, colocamos em discussão a nossa relação com os detentores finais dos direitos. Enquanto isso, a relação está completamente interrompida”. Até quando as contas desta entidade no ING seguiram regulares, não se sabe. O banco não respondeu às perguntas do Trouw e do FD.

    Fonte: Blog do Rovai

  • Brasil entra em campo para apagar a má impressão deixada no jogo de estreia nesta Copa?

    Que os jogadores brasileiros joguem com alegria e possam comemorar uma boa atuação. Vitória é consequência

    A partir das 9h desta sexta-feira (22) começa a definição do futuro da seleção brasileira na Copa do Mundo 2018, na Rússia. Uma derrota como aconteceu com os argentinos complica o futuro da seleção no campeonato.

    A Argentina perdeu por 3 x 0 para a Croácia, já classificada para a próxima fase com duas vitórias. A derrota deisou os hermanos em situação extremamente difícil com apenas um ponto (que dó).

    Depois do mau resultado no empate com a Suíça pelo placar de 1 x 1, em sua estreia da Copa da Rússia, embalada pela mídia tupiniquim, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) protocolou na Federação Internacional do Futebol (Fifa) reclamações contra o árbitro mexicano César Ramos, que teria deixado de apitar um pênalti e não assinalado uma falta do atacante suíço que fez o gol de empate.

    Faltou autoconfiança aos atletas brasileiros na primeira partida e faltou mais ainda sentimento de brasilidade, entrega e amor ao esporte. Perder ou ganhar, às vezes empatar, faz parte do jogo, mas o jogo é jogado como dizem especialistas em futebol.

    Qualidade técnica o Brasil tem. Mas para superar os adversários numa Copa do Mundo é preciso mais do que malabarismos. É necessário empenho. Não se pode imaginar jogadores como Garrincha, Pelé, Didi, Domingos da Guia e tantos outros craquesficarem lamentando más arbitragens e não superarem determinações táticas e atuarem sem medo de serem felizes, sem medo de errar. Só erra quem tenta.

    Contra a Suíça, os jogadores brasileiros pareceram estar com medo de tentar as jogadas e errarem e serem condenados pela mídia, como aconteceu, por exemplo, com o goleiro da seleção de 1950, Moacir Barbosa Nascimento, que foi eleito pela mídia como o culpado pela derrota na final da Copa, em pleno Maracanã, no Rio de Janeiro, para o Uruguai por 2 x 1.

    A mídia é implacável com o seus “galvões buenos” que têm sempre que apontar um culpado como bode expiatório para a derrota. Por isso, Nelson Rodrigues já dizia que os jogadores precisam de atendimento psicológico para suportar a pressão.

    Uma vitória contra a Costa Rica, país da América Central, nesta sexta pode deixar o time mais solto, confiante e com isso jogar melhor. Ganhar ou perder faz parte do jogo, mas é preciso jogar bem e com vontade de vencer.

    Outros jogos

    A Islândia, que empatou com a Argentina em sua estreia, enfrenta a Nigéria, derrotada pela Croácia. Uma vitória sobre os africanos piora ainda mais a situação da seleção sul-americana. Fecha essa rodada o jogo entre a Sérvia e a Suíça, do grupo do Brasil, que precisa vencer hoje para ainda sonhar com o título.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB. Foto: Robert Michael/AFP

  • Copa do Mundo 2018: Rússia faz sua segunda partida contra o Egito nesta terça-feira (19)

    Rússia goleia a Arábia Saudita na abertura da Copa do Mundo 2018 (Foto: UOL)

    Depois de golear a Arábia Saudita por 5 x 0 na abertura da Copa do Mundo 2018, a dona da casa Rússia volta a campo nesta terça-feira (19), às 15h (horário de Brasília) contra o Egito. Sem tradição no futebol, essa é a terceira participação da seleção egípcia no mundial da Federação Internacional de Futebol (Fifa). As outras duas ocorreram na Itália (1934 e 1990).

    Já a Rússia, após o fim da União Soviética, em 1991, só não participou da edição de 2010, na África do Sul, mas não teve nenhum grande destaque nos mundiais. Neste ano, não disputou as eliminatórias por ser o país sede do evento e até o momento foi a única seleção a golear um adversário.

    O primeiro jogo desta terça-feira é entre a Colômbia e o Japão, às 9h. O país sul-americano tem progredido no futebol, mas ainda não conseguiu nenhum grande resultado em Copas do Mundo, já o Japão apresenta um futebol veloz, mas precisa evoluir na qualidade técnica para almejar resultados melhores.

    Na outra partida dessa rodada entram em campo a Polônia e o Senegal, às 12h. Esta é a segunda Copa da seleção seleganesa. A outra foi em 2002, na Coreia do Sul e Japão, ficando em sétimo lugar. Na primeira fase venceu a França por 1 x 0, empatou com a Dinamarca 1 x 1 e com o Uruguai 3 x 3. Nas oitavas de final venceu a Suécia por 2 x 1 e nas quartas de final perdeu para a Turquia por 1 x 0.

    Já a seleção polonesa traz em seu currículo dois terceiros lugares. Em 1974, na então Alemanha Ocidental, a Polônia venceu o Brasil por 1 x 0 e em 1982, na Espanha, venceu a disputa com a França por 3 x 2.

    Bichos escrotos

    O maior vexame da Copa até o momento está por conta de um grupo de turistas brasileiros que propagam vídeos assediando mulheres que não entendem nada do que eles falam, achando que isso tem graça. Tipo de gente sem nada na cabeça e que acham que podem fazer qualquer coisa porque têm dinheiro. Dificilmente serão superados em estupidez. Bichos escrotos é pouco para esses que envergonham a nação brasileira lá fora.

    Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB