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Pelo menos 53 cidades da Bahia tiveram algum tipo de manifestação contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira (10/5), Dia Nacional de Luta em defesa da democracia. As atividades começaram ainda na madrugada, com a interdição de estradas e ruas, além de paralisações de diversas categorias profissionais, no interior, na região metropolitana e em Salvador.

Os protestos começaram por volta das 5h30 em diversos pontos da BR-324. Houve interdição no km 527, sentido Salvador, próximo ao Posto Subaé; no km 592, sentido Feira de Santana, próximo ao povoado de Menino Jesus, em candeias, além dos kms 518, 529 e 608.  A concessionário Via Bahia registrou bloqueios também da, e na BR 324 em Amélia Rodrigues.

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Foram fechados também alguns trechos BR 116, em Vitória da Conquista; da BA-535, conhecida como Via Parafuso, no sentido Salvador; da BA-528, a Estrada do Derba, próximo do acesso ao Hospital do Subúrbio e da BA-093, no trecho do entroncamento de Dias D’Ávila.

Dentro de Salvador, os pontos interditados foram na Avenida Suburbana nos bairros de Itacaranha, Praia Grande e a Rotatória de Periperi; alguns trechos da avenida Garibaldi, Ondina, além de Itapuã, São Cristóvão, Narandiba, avenidas Luiz Régis Pacheco e Sete de Setembro.

Algumas categorias também paralisaram as atividades durante parte do dia, como os professores da rede estadual e municipal, os metalúrgicos, os bancários e os comerciários da avenida Sete de Setembro, principal rua de Comércio de Salvador. Estudantes universitários e secundaristas também participam das manifestações.

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“O movimento foi bastante positivo com manifestações nas principais cidades do estado contra esta tentativa de golpe em curso no país. Hoje os movimentos sociais e os trabalhadores mostraram sua capacidade de mobilização. Nós deixamos claro que não vamos reconhecer um governo golpista que já sinalizou a disposição de retirar direitos sociais e trabalhistas, além de diminuir os investimentos em saúde e educação. Vamos nos manter mobilizados e nas ruas, pois não vamos aceitar um golpe contra os nossos direitos”, alertou o presidente da CTB Bahia, Aurino Pedreira. 

Por Eliane Costa - CTB Bahia

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