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Nesta quinta-feira (14), a APLB Feira realizou um debate com o tema "Resistência da Classe Trabalhadora na Conjuntura Política atual" e uma Assembleia da Rede Municipal.

O debate teve como palestrante o presidente nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB, Adilson Araújo, e discutiu o golpe e as consequências para a classe trabalhadora.

Após o debate, foi realizada uma assembleia da Rede Municipal, onde foram feitos os informes para a categoria e discutida toda a pauta, que consiste na alteraçao de carga horária de 20h para 40h, dos professores que ainda não foram contemplados; o cumprimento dos 5% da Regência de Classe dos Professores do Ensino Fundamental II, além do reajuste salarial onde o restante de 4% seria discutido no mês de maio de 2018; o Plano de Carreira Unificado dos Trabalhadores em Educação, bem como os Precatórios do FUNDEF, no valor de 248 milhões que já estão nos cofres do município.

A APLB Feira solicita também discutir junto ao Governo Municipal a garantia por direito dos 60% para os professores e dos demais funcionários da rede. 

Na última audiência realizada no dia 14 de maio, o prefeito do munícipio, Colbert Martins Filho, solicitou a categoria que aguardasse até o fim do mês de maio para dar uma resposta sobre as reinvidicações, porém não houve resposta. Contudo, o mesmo entrou em contato afirmando que marcaria uma audiência na próxima semana para discutir a pauta da categoria, mas que não discutiria a questão dos Precatórios do FUNDEF.

Nesse sentido, a categoria definiu através de votação, que os trabalhadores em educação da Rede Municipal estão em estado de greve e nos próximos dias, vai se mobilizar para exigir uma resposta sobre suas reivindicações.

Uma mobilização já está marcada para a próxima quarta-feira (20), às 8h na Câmara Municipal de Vereadores, com intuito de discutir sobre os Precatórios do FUNDEF e sobre a pauta da categoria que vem sendo negligenciada pelo Governo.

A próxima Assembleia da Rede Municipal está marcada para o dia 3 de julho, onde será feita uma avaliação, e a depender da resposta do Governo, nos próximos dias, a categoria poderá deflagravar uma greve da rede municipal.

APLB

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