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Guarda Municipal de Salvador usa spray de pimenta, bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha para reprimir manifestação de educadoras e educadores da Rede Municipal de Ensino, em greve há quase um mês.

Veja como foi a violência policial 

“Viemos à Secretaria Municipal de Educação (SMED) para protestar contra a falta de diálogo e mostrar a justeza de nossas reivindicações e somos recebidos à bala”, reclama Elza Melo, diretora da APLB - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia.

“A resposta do prefeito às nossas reivindicações é a polícia de arma em punho para atacar professoras e professores que se manifestam pacificamente e desarmados por melhorias na educação e por qualidade de vida", diz Marilene Betros, Secretária de Políticas Educacionais da CTB e dirigente da APLB-Sindicato.

Assista: a APLB-Sindicato quer negociar 

 

O que ocorreu nesta manifestação, diz a Marilene, “foi um verdadeiro abuso de poder e um total absurdo num regime democrático. É assim que os partidos conservadores tratam os profissionais da educação, enquanto retiram todos os nossos direitos e arrasam com a educação pública”.

Mesmo com a violência policial as trabalhadoras e os trabalhadores da Rede Municipal de Ensino de Salvador mantêm o acampamento em frente à SMED, porque o prefeito “ACM Neto não negocia e ainda e nos trata com tamanha truculência. Essa é a sua política educacional?”, questiona Elza.  

Portal CTB. Foto: A Tarde

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