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Qua, Jan

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O Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Correios, Telégrafos e Similares de São Paulo, Grande São Paulo e zona postal de Sorocaba (Sintect-SP) distribuiu carta aberta à população explicando a greve que se inicia hoje nos Correios (leia aqui).

Uma nova assembleia foi convocada para a segunda-feira (12) para avaliar o resultado da audiência e decidir o encaminhamento da luta.

Em todo o país, apenas os estados do Amazonas, Roraima, Sergipe e Amapá não aderiram à paralisação. Piauí realiza assembleia amanhã para decidir sobre adesão à greve. 

Os motivos da paralisação são:

● Defender os Correios do sucateamento e da privatização.
● Defender o Convênio Médico e os demais direitos conquistados na luta!
● Concurso Público e contratação de funcionários.
● Que as agências e CDDs continuem abertas e que a visita do carteiro seja diária nas casas de todos os brasileiros.
● Defender o cargo de OTT, impedir demissões nas agências e em qualquer setor, a demissão motivada e a terceirização de serviços.
● Acabar com a suspensão da férias, com a falta de efetivo nas unidades, com a extinção do diferencial de mercado e evitar outros ataques.

Todos os trabalhadores dos Correios parados é a única forma de defender os direitos da categoria que estão sendo vorazmente atacados pelo governo Temer e seus parceiros na direção da ECT.

ÀS 19h da segunda (12), tem assembleia no CMTC Clube para avaliar as discussões em Brasília e definir os encaminhamentos da luta. 

A Assembleia Geral Extraordinária do Sintect-SP, realizada no dia 5 de março, aprovou a greve a partir das 22h do domingo (1), para contemplar o turno- 3 (trabalhadores que laboram no CTC T-3). À 0h00 de 12 de Março os trabalhadores de todos os demais setores e horários entram na greve também. Às 19h00 vamos todos decidir juntos os encaminhamentos da luta, à luz do que ocorrerá em Brasilia.

Todos na luta por nenhum direito a menos. A vitória depende da participação de cada trabalhador e trabalhadora.

Não cabe dúvida, medo nem vacilo. Sem união e luta a sobrecarga de serviço só vai aumentar, perderemos cada vez mais direitos, nossos salários diminuirão ainda mais e nossos empregos serão todos terceirizados.

Fonte: Sintect-SP

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