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Articulação Continental de Movimentos Sociais convoca manifestações para 5 de junho

Com a proximidade de datas importantes como o Dia Internacional do Meio Ambiente (5 de junho) e o início da Cúpula dos Povos (15 de junho), que acontecerá no Rio de Janeiro, a Articulação Continental de Movimentos Sociais, formada por mais de 20 movimentos, organizações e meios de comunicação alternativos está preparando uma grande marcha para mostrar a força do povo contra os desmandos de presidentes e demais autoridades em assuntos relacionados a meio ambiente e direitos dos povos.

A Articulação está convocando todos e todas a se unirem no dia 5 de junho na Praça Francia, em Lima, no Peru, às 18 horas, para percorrer a avenida Wilson, a Arequipa, Canal 5 e terminar a manifestação pacífica na Praça Washington com um grande ato cultural. Organizações e movimentos de outros países também estão sendo chamados a replicar ações pacíficas para mostrar a insatisfação popular.

A intenção é unir, no 40º Dia Mundial do Meio Ambiente, homens e mulheres inconformados com injustiças como o massacre de Bagua. Juntar nas ruas pessoas dispostas a dizer não às propostas baseadas no capitalismo verde, que serão apresentadas no Rio de Janeiro, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – a Rio+20, e que veem sendo apresentadas durante os eventos mundiais que debatem o meio ambiente.

Em Convocatória para a manifestação de 5 de junho, a Articulação Continental de Movimentos Sociais denuncia que "Copenhague (2009), Cancún (2010), Nagoya (2010), Durban (2011) e a Conferência Rio+20 têm uma tendência a apenas afirmar propostas falsas e de reverdecimento do capitalismo para seguir explorando e depredando criminalmente, impulsionando os chamados mercado de carbono, mercantilizando a Mãe Terra para saqueá-la irresponsavelmente e desenvolvendo perigosas e irresponsáveis tecnologias de dominação da vida”.

Cientes dessa manobra, creem que o caminho para mudanças reais que possam beneficiar o planeta e sua população está na redistribuição da riqueza acumulada por uma pequena parcela de ‘transnacionais estrangeiras' e ‘políticos corruptos'. Defendem ainda que a saída para recuperar o equilíbrio entre a humanidade e a Mãe Terra está na recuperação do legado ancestral dos povos originários e na sua espiritualidade.

Durante a manifestação no Dia do Meio Ambiente, a Articulação Continental de Movimentos Sociais também levantará como importante bandeira o cancelamento imediato do projeto mineiro Conga. A exploração de ouro e cobre já recebeu o aval do presidente peruano Ollanta Humala e deve começará a funcionar em breve. Entre as justificativas, o presidente anunciou que Conga vai gerar cerca de 10 mil postos de trabalho diretos que vão beneficiar a população de Cajamarca.

O projeto mineiro poderá deixar a região de Cajamarca sem água ou sem acesso à água de qualidade, pois vai afetar quatro lagoas (Chica, Perol, Azul e Mala). Mesmo assim, o presidente aprovou definitivamente o polêmico projeto, que já gerou manifestações e deixou o departamento em alerta e fortemente militarizado.

Ollanta Humala anunciou que a empresa Yanacocha, executora do projeto, deverá cumprir condições como garantir o abastecimento de água de qualidade para a população das 13 províncias e desempenhar condições de proteção ambiental. O cumprimento dessas condicionantes será monitorado pelos ministérios de Energia e Minas, Agricultura e Ambiente.

Fonte: Agência Adital

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