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Qua, Jul

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Depois de uma derrota no Senado e possivelmente na Câmara Federal também, o presidente fez uma manobra para aprovar a flexibilização da posse e porte de armas de fogo e uso de munições. Jair Bolsonaro (PSL) recuou e decidiu revogar o decreto das armas, mas imediatamente editou três novos decretos sobre o tema.

O presidente tinha dado a entender que ia desistir da questão. Pelo visto, era só uma estratégia. Segundo o governo, o recuo foi para fazer um novo ataque agora por “vias legais”, o que é discutível. 

É de se questionar se o presidente tem o poder para dar canetada e passar por cima do Congresso Nacional, que representa o povo brasileiro, sobretudo por que em 2005, a proibição do comércio de armas de fogo e munição no Brasil foi rejeitada, em referendo. 

Apesar da opinião popular, Bolsonaro editou mais três decretos, com ajustes para modificar pontos polêmicos que estavam sendo discutidos no Congresso. Quer armar a população de qualquer jeito. 

Com informações de bancariosbahia.org.br

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