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Qui, Dez

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A situação do emprego no país está se agravando. É o que mostra a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (27). Leia o estudo na íntegra aqui.

O desemprego aumentou pelo terceiro trimestre seguido e atinge hoje 13,7 milhões de pessoas. A tendência de alta se verifica desde maio, com um pequeno recuo no final do ano, atribuído principalmente ao setor do comércio e varejo, aquecido pelas vendas de fim de ano.

Para Wagner Gomes, secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o resultado é preocupante e reflete a política econômica adotada pelo atual governo. 

"Lamentavelmente, as denúncias e alertas das centrais estão se comprovando. O corte nos investimentos está levando o país a uma paralisia. E só vai piorar se não houver uma nova política econômica com um projeto de desenvolvimento e geração de emprego".

Comércio, indústria e construção

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, houve queda do emprego "em todas as formas de inserção no setor privado, tanto em postos com carteira assinada como nos sem carteira". 

De acordo com a pesquisa, no trimestre de janeiro a março, o contingente de pessoas ocupadas chegou a 90,6 milhões e ficou 1,7%, menor que o encontrado no trimestre anterior. Isso representou uma redução de 1,5 milhões de pessoas ocupadas.

Azeredo destaca ainda a diminuição de postos de trabalho na Indústria (2,7%, ou menos 327 mil pessoas), Construção (5,6%, ou menos 389 mil pessoas) e Comércio (2,2%, ou menos 396 mil pessoas).

“Esses grupamentos apresentaram quedas importantes, em especial na construção. Há várias obras e grandes investimentos imobiliários parados, o que impactou nesse resultado”, esclarece Cimar.

Portal CTB com Agência IBGE

 

 

 

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