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Após greve dos caminhoneiros, greve dos petroleiros e diversos atos pelo Brasil protestando contra a política entreguista da gestão Michel Temer, Pedro Parente, o  Presidente da Petrobras, pediu demissão na manhã desta sexta (1º).

Parente, que é um quadro do PSDB, foi o principal responsável pelo desmonte da Petrobras e defensor ferrenho  da política de reajustes de preços na Petrobras, que condenou o país ao caos, com desabastecimento e paralisia em todas as regiões.

De acordo com levantamento realizado pelo Dieese, a Petrobras reajustou o preço da gasolina e do diesel nas refinarias por 16 vezes em apenas 1 mês. O preço da gasolina saiu de R$ 1,74 e chegou a R$ 2,09, alta de 20%. Já o do diesel foi de R$ 2,00 a R$ 2,37, aumento de 18%. Para o consumidor final, os preços médios nas bombas de combustíveis subiram de R$ 3,40 para R$ 5,00, no caso do litro de gasolina (crescimento de 47%), e de R$ 2,89 para R$ 4,00, para o litro do óleo diesel (alta de 38,4%).

Gestão entreguista

Indicado pelo ex-presidente FHC, Parente promoveu a entregou a maior riqueza do país, o pré-sal, e despedaçou a Petrobras.

O saldo que Parente deixa ao Brasil é de terra arrasada, já que ele liderou o fim de um projeto nacional e soberano que tinha como principal eixo o pré-sal. Seu legado não só é de destruição da maior estatal do país, mas, sobretudo, é do fim de uma política que poderia colocar o Brasil no rumo do desenvolvimento soberano e de crescimento.

Portal CTB

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