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Seg, Out

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O candidato de extrema-direita e que tudo indica estará no Segundo Turno destas Eleições, representa a continuidade do projeto golpista de Michel Temer. Ele reflete a percepção de parcela crescente da população sobre a decisão de dois sentidos opostos do Brasil a seguir: 1. continuidade do projeto golpista, assentado no receituário neoliberal; 2. projeto desenvolvimentista comprometida com emprego e inclusão social. 

Ainda que o presidenciável do PSL siga na liderança, com 28% dos votos, segundo última pesquisa Ibope, sua posição tem uma vantagem cada vez menor em relação a Fernando Haddad (PT), que apareceu com 22% dos votos. Na terceira posição aparece o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, com 11%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%, e por Marina Silva (Rede), com 5%.

Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perde para todos os adversários, com exceção de Marina Silva, com quem empata. Numa disputa entre Haddad e Bolsonaro, o candidato do PT venceria com 43% das intenções de voto, contra 37% do deputado.

A 11 dias das eleições, ainda que estejamos no meio da nossa batalha, o horizonte nos dá uma esperança que há alguns meses não se vislumbra: podemos virar esse jogo. Seja porque Bolsonaro representa o projeto golpista implementado desde maio de 2016, seja porque Haddad apresenta a milhões de brasileiros a possibilidade do país voltar a sorrir. A luta segue, com brilho nos olhos e com a energia de que podemos barrar a onda de retrocessos.

Ronaldo Leite é secretário de Formação e Cultura da CTB

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