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Seg, Maio

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O Governo do estado, comandado por Eduardo Leite, além de atrasar em mais de dois meses o envio do projeto de lei de reajuste do Mínimo Regional, encaminhou a Assembléia na tarde de hoje um projeto estabelecendo um reajuste de 3,43%, inferior ao concedido ao salário mínimo nacional, de 4,61%, que já foi pequeno. Elevando o menor piso de R$ 1.196,00 para R$ 1.237,15.

Infelizmente, o governo Leite nem pestanejou, deu continuidade a política de seu antecessor Sartori, sucumbindo à pressão do empresariado da FIERGS, da FECOMÉRCIO e da FEDERASUL, enfim, dos setores mais retrógrados do empresariado que defendem o fim do salário mínimo regional, deste que é um dos principais instrumentos de distribuição de renda e valorização do trabalho de nosso estado.

A sociedade e os trabalhadores precisam reagir. A CTB, junto com demais centrais sindicais, sindicatos e federações vão à assembléia buscar o reparo desta injustiça e, junto aos deputados da situação e oposição, construir um reajuste digno ao salário mínimo regional, que atende a mais de 1,5 milhão de trabalhadores e trabalhadoras, como domésticos, rurais e das regiões mais pobres, os quais são exatamente os que mais precisam do estado como instrumento de equilíbrio social e distribuição de renda.

O Brasil e o Rio Grande precisam de ações que levem ao crescimento econômico e a redução de injustiças e desigualdades sociais, e não à recessão e ao aumento da concentração de renda.

Com a valorização do Mínimo Regional, todos ganham.

Guiomar Vidor-Presidente da FECOSUL e CTB/RS

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