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No Dia do Trabalhador Rural, celebrado nesta quarta-feira - 25 de maio, cerca de 350 agricultores familiares fizeram uma manifestação em frente ao Congresso Nacional. Eles são contra a fusão do Ministério do Desenvolvimento Agrário com o de Desenvolvimento Social, promovido pelo presidente ilegítimo Michel Temer.  Mas a principal reivindicação da categoria é a volta da presidenta eleita Dilma Rousseff à Presidência da República.

Os agricultures familiares fizeram o etero simbólico do governo golpista e pediram a volta da presidenta eleita Dilma Rousseff.  O coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agricultura Familiar (Contag), Marcos Rochinski, diz que não reconhece o governo do president Michel Temer. 

"Esse governo não tem legitimidade para dialogar com a agricultura familiar, porque não é um governo legitimamente eleito pelo povo. Então a principal expectativa que a gente tem em relação ao Congresso é que reveja esse absurdo, descabido processo de impeachment", afirmou.

Participaram do ato em frente ao Congresso os deputados João Daniel (PT-SE) e Padre João (PT-MG). Nos discursos, ambos chamaram de "golpe" o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência. 

João Daniel disse que é preciso "continuar resistindo" até a votação final do processo de impeachment pelo Senado. "A presença de vocês aqui representa uma presença de luta, presença daqueles trabalhadores e trabalhadoras que não aceitam esse ‘golpe’ dado pela direita brasileira contra a classe trabalhadora", disse Daniel.

Outra categoria que também se manifestou, nesta quarta-feira, contra a fusão entre os ministérios de Desenvolvimento Agrário e Desenvolvimento Social, foi a dos gestores municipais de assistência social. O principal argumento é que as ações voltadas aos pequenos agricultores não podem ser consideradas como de assistência social. 

Fonte:  Agência Câmara 

 

Movimentos

26 de maio de 2016 - 8h56 

Agricultores familiares protestam no Dia do Trabalhador Rural 


Agência Brasil
Os agricultures familiares fizeram o etero simbólico do governo golpista e pediram a volta da presidenta eleita Dilma Rousseff. Os agricultures familiares fizeram o etero simbólico do governo golpista e pediram a volta da presidenta eleita Dilma Rousseff. 
O coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Agricultura Familiar (Contag), Marcos Rochinski, diz que não reconhece o governo do president Michel Temer. 

"Esse governo não tem legitimidade para dialogar com a agricultura familiar, porque não é um governo legitimamente eleito pelo povo. Então a principal expectativa que a gente tem em relação ao Congresso é que reveja esse absurdo, descabido processo de impeachment", afirmou.

Participaram do ato em frente ao Congresso os deputados João Daniel (PT-SE) e Padre João (PT-MG). Nos discursos, ambos chamaram de "golpe" o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência. 

João Daniel disse que é preciso "continuar resistindo" até a votação final do processo de impeachment pelo Senado. "A presença de vocês aqui representa uma presença de luta, presença daqueles trabalhadores e trabalhadoras que não aceitam esse ‘golpe’ dado pela direita brasileira contra a classe trabalhadora", disse Daniel.

Outra categoria que também se manifestou, nesta quarta-feira, contra a fusão entre os ministérios de Desenvolvimento Agrário e Desenvolvimento Social, foi a dos gestores municipais de assistência social. O principal argumento é que as ações voltadas aos pequenos agricultores não podem ser consideradas como de assistência social.


De Brasília, com Agência Câmara 

 

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