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Seg, Maio

Rurais
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Desde a segunda-feira (18), 230 acampados da reforma agrária estão na frente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em busca de respostas no que diz respeito à desapropriação de terras da Fazenda Lupus, de Alto Paraíso, da Fazenda Usina Central, de Porecatu e Centenário do Sul, e da Fazenda Salto Grande, em Marilândia do Sul, todas no Paraná. As esperanças dos acampados estão agora focadas na audiência das 15h entre a Fetaep (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná) e o Incra.

Relegados à margem das políticas públicas e excluídos da sociedade, essas famílias têm passado a vida embaixo de lonas e à beira de estradas. Como é o caso de Marlene Divino dos Santos de Oliveira, do acampamento Ribeirinho de Icaraíma, que há 18 anos vive na beira da estrada com sua família. “Nem galinha conseguimos criar porque os carros passam por cima”, afirma.

A Federação busca avanços imediatos para que as famílias trabalhadoras rurais dos acampamentos tenham condições de levar uma vida digna e decente. Além disso, há a demanda por lonas e cestas básicas. Famílias deverão permanecer acampadas até a quarta-feira (20). A ação faz parte das mobilizações do Grito da Terra Brasil e Paraná, da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura) e da Fetaep.

Serviço

Grito da Terra Brasil e Paraná
Curitiba
Dia 18, 19 e 20 de maio.
Incra (R. Dr. Faivre, 1220)

Por Renata Souza - Fetaep

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