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A CTB manifestou seu apoio à greve dos servidores do Tribunal de Justiça de São Paulo, durante a assembleia realizada pela categoria nesta quarta-feira (16). O secretário de Políticas Sociais da central, Carlos Rogério Nunes, marcou presença na atividade, que contou com milhares de trabalhadores e decidiu pela manutenção da paralisação por tempo indeterminado.

servidores_greveGrande parte dos servidores paulistas está de braços cruzados desde o dia 28 de abril, por conta da política de achatamento de salários do governo estadual, controlado pelo PSDB desde 1995. Os trabalhadores já têm duas datas-bases vencidas e exigem um reajuste de 20,16% para retomarem suas atividades.

No total, a categoria dos servidores em SP conta com um total de 42 mil funcionários na ativa, além de nove mil aposentados. Além da questão salarial, os trabalhadores da capital e do interior também denunciam as condições profissionais oferecidas pelo governo tucano.

Exemplo desse descaso é refletido no atendimento prestado por esses trabalhadores à população. Segundo a categoria, existem milhões de processos parados porque faltam cerca de 15 mil servidores para a instituição.

Diante da manutenção da greve, nesta quinta-feira os trabalhadores terão uma audiência no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) para impedir o desconto salarial pelos dias parados devido à paralisação. O encontro será realizado com o desembargador Hamilton Akel, que é o relator do dissídio coletivo.

Portal CTB
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