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Difamada pela mídia golpista, reprimida pelo governo e declarada abusiva pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a greve dos metroviários foi suspensa na última segunda-feira (09). A categoria retornou ao trabalho depois de cinco dias de paralisação sem maiores conquistas e com um saldo de 42 demitidos “por justa causa”, mas pode decidir por uma nova paralisação em assembleia convocada para quarta-feira (11), caso os grevistas punidos pelo governo não forem readmitidos.

Durante reunião na Superintendência Regional do Trabalho, os representantes do governo acenaram com a readmissão, mas foram desautorizados pelo governador, que se manteve o tempo todo intransigente com os metroviários. A demissão é um ato antissindical, uma retaliação desprezível que deve ser condenada com energia por todo o movimento sindical brasileiro, pois traduz a criminalização da luta e desrespeito ao direito de greve.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) repudia a conduta do governo estadual, bem como a decisão dos juízes que consideraram a greve abusiva e impuseram pesadas multas ao sindicato, ao mesmo tempo em que se soma às vozes dos que reclamam a imediata reintegração dos companheiros e companheiras demitidas e o devido respeito ao sagrado direito de greve.

São Paulo, 10 de junho de 2014

Adílson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) 

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