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altA CTB, apoiadora da luta dos professores e professoras do Rio de Janeiro, repudia veemente a ação violenta da Polícia Militar em repressão às manifestações promovidas pela categoria.

Na última terça-feira (15) – Dia do Professor - a PM do Rio de Janeiro agiu mais uma vez de forma truculenta contra os mais de 100 mil manifestantes que realizaram uma passeata pacífica pelas ruas da cidade, em defesa da educação com qualidade e valorização do educador.

Em greve desde o dia 08 de agosto, não é a primeira vez que os educadores enfrentam a excessiva violência militar, que lança mão de bombas, gás lacrimogênio e, até mesmo, de disparos para o alto de armas letais, como fuzis.

Para a CTB, a atitude da PM reflete a intransigência do governo municipal, que se nega a negociar com os trabalhadores e trabalhadoras do setor, que enfrentam cotidianamente a desvalorização e precarização das condições de trabalho.

A direção da CTB manifesta sua solidariedade ao Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação do RJ (SEPE), defende a abertura das negociações com os trabalhadores e a imediata retirada da proposta de Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) enviada à Câmara de Vereadores pelo prefeito Eduardo Paes, no dia 17 de setembro, que frustrou todas as expectativas dos profissionais de educação, já que o plano não contempla a categoria.

É inadmissível que o governo feche os olhos e vire as costas para professores e professoras, ignorando o clamor das ruas, que exige uma educação de qualidade com a valorização dos educadores.

Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB

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