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Qua, Jan

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No segundo dia de discussões da Conferência de Comunicação do Piauí os participantes se empenham em sugerir propostas de políticas públicas de comunicação. Para a organização do evento, a participação maciça de diversos segmentos da sociedade demonstra que o debate já está nas ruas e que as pessoas percebem a importância das discussões.

Na programação desta sexta-feira (30), foi realizada a leitura e aprovação do regimento Interno da Conferência, além das Mesas Redondas com as palestras de Jonas Valente, representante do Intervozes, Marcus Mañaes, da Fundação CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) e de Alexandra Bujokas, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Os temas abordaram desde temas como a produção de conteúdo, meios de distribuição e direitos e deveres dos cidadãos.

Durante a tarde foram definidos critérios para a eleição dos 25 delegados que participarão da Conferência Nacional (Confecon), em Brasília de 14 a 17 de dezembro, além das discussões dos grupos de trabalho.

Para o diretor de Políticas Públicas da Coordenadoria de Comunicação Social do Estado (Ccom), Jessé Barbosa, já é possível afirmar que o evento é um sucesso em termos de objetivo e que a população, como um todo, sai ganhando. Segundo ele, pelo menos 100 participantes do interior do Estado estão presentes, o que dá legitimidade à Conferência, que não ficará caracterizada como um evento da capital. “As pessoas já pensam em comunicação como um direito delas”, ressaltou.

Outro ponto positivo, para o diretor, foi a afirmação do governador Wellington Dias, durante a abertura do evento, de que se compromete em fazer funcionar o Conselho Estadual de Comunicação, uma espécie de porta-voz da população. “Através do Conselho, as pessoas terão a quem recorrer para fazer suas reclamações e dar sugestões, por exemplo, da programação das TVs e rádios locais”, salientou.
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