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Ter, Out

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No Rio, os grevistas reuniram-se na rua Pedro Lessa, no Centro do Rio, em frente ao prédio da Gerência Executiva do instituto. Segundo um dos diretores do Sindsprev-Rio, os grevistas seguirão em passeata até a Cinelândia.

Pela manhã, houve confusão com a Polícia Militar quando manifestantes tentaram bloquear a entrada do prédio. A polícia montou, então, um cordão de isolamento. Os grevistas acusaram os PMs de usarem gás de pimenta e cassetetes para dispersar o grupo.
No DF, 65% dos servidores estão paralisados, diz sindicato

Em Brasília, os grevistas usaram cadeados para trancar a porta da agência do Setor Bancário Norte, na região central da capital. A Polícia Federal (PF) interviu, e também fez um cordão de isolamento na porta da unidade. Os manifestantes seguem em passeata para o Ministério da Previdência. A PF já reforçou a segurança no prédio.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Previdenciários (Sindsprev-DF), 65% dos trabalhadores da categoria estão parados. O Sindsprev-DF afirma que das 12 agências do DF e entorno apenas duas estão funcionando normalmente. A diretora do sindicato, Inês Vargas, disse que o atendimento nas unidades pode ficar ainda mais prejudicado nos próximos dias por causa da possível adesão dos médicos e peritos do INSS.

Os servidores pedem a redução da jornada de trabalho de 40 horas semanais para 30 horas semanais, sem redução da remuneração. Além disso, os trabalhadores também querem incorporar a gratificação de função aos seus vencimentos.

Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça considerou a greve ilegal e estabeleceu multa diária de R$ 100 mil caso a paralisação não seja suspensa.

Até o momento, 16 estados aderiram à paralisação por tempo indeterminado. São eles: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, além do Distrito Federal.

(O Globo)
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Em protesto contra nova lei trabalhista, movimento sindical prepara ato nacional     10 de novembro