CTB A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) é uma organização sindical brasileira, uma associação de sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras do setor privado e público, ativos, aposentados e pensionistas que luta pela defesa dos interesses da classe trabalhadora.Fundada em 13 de dezembro de 2007 na cidade de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Filiada à Federação Sindical Mundial - FSM, a Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul - CCSCS http://portalctb.org.br/site/component/content/ 2017-10-24T03:53:38-02:00 Joomla! - Open Source Content Management Federação Sindical Mundial denuncia tentativa de assassinato de sindicalista na Colômbia 2017-10-23T16:17:32-02:00 2017-10-23T16:17:32-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/internacional/34455-federacao-sindical-mundial-denuncia-tentativa-de-assassinato-de-sindicalista-na-colombia Érika Ceconi erika@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/colombia-paz-assassinato-sindicalista.jpg" /></p><p>Em nota divulgada nesta segunda-feira (23), a Federação Sindical Mundial (FSM) denunciou a tentativa de assassinato do sindicalista colombiano Omar Romero Díaz ao voltar para sua casa na última sexta (20).</p> <p>Segundo relatos da imprensa local, Omar conseguiu sair ileso do crime por conta da escolta que o acompanhava no momento. "Como movimento internacional classista, denunciamos rotundamente este crime que se soma a uma série de brutalidades contra dirigentes sindicais e militantes sociais na Colômbia", alerta comunicado da FSM.&nbsp;</p> <p style="padding-left: 30px;"><em>Leia abaixo a íntegra do documento:&nbsp;&nbsp;</em><br /><br />A Federação Sindical Mundial (FSM), em nome de seus mais de 92 milhões de trabalhadores e trabalhadoras filiados, condena de maneira veemente o atentado criminoso que nosso companheiro Omar Romero Díaz, dirigente do Sindicato Unitário dos Trabalhadores da Indústria de Materiais para Construção (Sutimac) e dirigente da FSM Colômbia acaba de ser vítima. <br /><br />Este vil atentado ocorreu na noite desta sexta-feira (20) na cidade de Cali quando o sindicalista regressava para a sua residência. Afortunadamente, o companheiro saiu ileso da tentativa de assassinato. <br /><br />Como movimento internacional classista, denunciamos rotundamente este crime que se soma a uma série e brutalidades contra dirigentes sindicais e militantes sociais na Colômbia. O movimento sindical de classe naquele país deve levantar sua voz e dar uma resposta condenando táticas fascistas que só querem silenciar a voz do povo trabalhador e intimidar a classe trabalhadora. <br /><br /><em>Solidariedade ao movimento sindical de classe na Colômbia!</em><br /><br /><em>Tirem as mãos dos nossos companheiros e companheiras colombianos!</em></p> <p><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Federação Sindical Mundial&nbsp;</em></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/colombia-paz-assassinato-sindicalista.jpg" /></p><p>Em nota divulgada nesta segunda-feira (23), a Federação Sindical Mundial (FSM) denunciou a tentativa de assassinato do sindicalista colombiano Omar Romero Díaz ao voltar para sua casa na última sexta (20).</p> <p>Segundo relatos da imprensa local, Omar conseguiu sair ileso do crime por conta da escolta que o acompanhava no momento. "Como movimento internacional classista, denunciamos rotundamente este crime que se soma a uma série de brutalidades contra dirigentes sindicais e militantes sociais na Colômbia", alerta comunicado da FSM.&nbsp;</p> <p style="padding-left: 30px;"><em>Leia abaixo a íntegra do documento:&nbsp;&nbsp;</em><br /><br />A Federação Sindical Mundial (FSM), em nome de seus mais de 92 milhões de trabalhadores e trabalhadoras filiados, condena de maneira veemente o atentado criminoso que nosso companheiro Omar Romero Díaz, dirigente do Sindicato Unitário dos Trabalhadores da Indústria de Materiais para Construção (Sutimac) e dirigente da FSM Colômbia acaba de ser vítima. <br /><br />Este vil atentado ocorreu na noite desta sexta-feira (20) na cidade de Cali quando o sindicalista regressava para a sua residência. Afortunadamente, o companheiro saiu ileso da tentativa de assassinato. <br /><br />Como movimento internacional classista, denunciamos rotundamente este crime que se soma a uma série e brutalidades contra dirigentes sindicais e militantes sociais na Colômbia. O movimento sindical de classe naquele país deve levantar sua voz e dar uma resposta condenando táticas fascistas que só querem silenciar a voz do povo trabalhador e intimidar a classe trabalhadora. <br /><br /><em>Solidariedade ao movimento sindical de classe na Colômbia!</em><br /><br /><em>Tirem as mãos dos nossos companheiros e companheiras colombianos!</em></p> <p><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Federação Sindical Mundial&nbsp;</em></p></div> Mulheres organizam manifesto em apoio à ex-ministra Eleonora Menecucci 2017-10-23T15:58:46-02:00 2017-10-23T15:58:46-02:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/sudeste/sao-paulo/34454-movimentos-organizam-manifesto-em-favor-a-ex-ministra-eleonora-menecucci Natália Rangel natalia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/eleonora-julgamentovale.jpg" /></p><p>Após ter sido condenada em maio por uma juíza de primeira instância a indenizar em R$ 10 mi<a href="http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2017/05/ex-ministra-eleonora-menicucci-critica-condenacao-ataque-a-todas-as-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="internal-link" title="">l</a>&nbsp;o ator Alexandre Frota, a ex-ministra de Políticas para Mulheres Eleonora Menicucci será julgada em segunda instância nesta terça (24), no Fórum João Mendes, em São Paulo.&nbsp;</p> <p class="_5gmx" data-testid="event-permalink-event-name">O movimento de mulheres convoca para o ato <em>Manifesto feminista a favor da revogação e contra a apologia ao estupro</em>,&nbsp;em defesa da ex-ministra e contra a apologia ao crime.&nbsp;</p> <p class="_5gmx" data-testid="event-permalink-event-name">Eleonora foi condenada&nbsp;por criticar a reunião do ministro da Educação, Mendonça Filho, com o ator Alexandre Frota para debater a educação do país. A revolta da ex-ministra tinha origem na declaração de Frota, em programa de televisão, de que já teria feito sexo com uma mãe de santo desacordada. Para a ex-ministra, a declaração configurava não só a confissão de um estupro, como também a apologia ao crime.</p> <p>Na entrevista, ela lembrou da sentença escrita pela juíza que a condenou em primeira instância, cuja fundamentação cita um trecho de livro publicado pelo atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no qual o autor discorre sobre “os limites da crítica”.</p> <p>"Essa decisão do judiciário brasileiro é mais uma afronta aos direitos das mulheres e uma contribuição à cultura do estupro que tanto combatemos!&nbsp;Em defesa dos direitos das mulheres e em mobilização pela revisão em segunda instância dessa absurda decisão, estamos com Eleonora Menicucci", diz manifesto sobre o caso.&nbsp;</p> <p><strong>Serviço:</strong></p> <p><strong>Manifesto feminista a favor da revogação e contra a apologia ao estupro</strong></p> <p>Local: Fórum João Mendes</p> <p>Endereço: Praça Dr. João Mendes, s/n - Centro, São Paulo</p> <p>Horário: 9h</p> <p><strong>Portal CTB</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/eleonora-julgamentovale.jpg" /></p><p>Após ter sido condenada em maio por uma juíza de primeira instância a indenizar em R$ 10 mi<a href="http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2017/05/ex-ministra-eleonora-menicucci-critica-condenacao-ataque-a-todas-as-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="internal-link" title="">l</a>&nbsp;o ator Alexandre Frota, a ex-ministra de Políticas para Mulheres Eleonora Menicucci será julgada em segunda instância nesta terça (24), no Fórum João Mendes, em São Paulo.&nbsp;</p> <p class="_5gmx" data-testid="event-permalink-event-name">O movimento de mulheres convoca para o ato <em>Manifesto feminista a favor da revogação e contra a apologia ao estupro</em>,&nbsp;em defesa da ex-ministra e contra a apologia ao crime.&nbsp;</p> <p class="_5gmx" data-testid="event-permalink-event-name">Eleonora foi condenada&nbsp;por criticar a reunião do ministro da Educação, Mendonça Filho, com o ator Alexandre Frota para debater a educação do país. A revolta da ex-ministra tinha origem na declaração de Frota, em programa de televisão, de que já teria feito sexo com uma mãe de santo desacordada. Para a ex-ministra, a declaração configurava não só a confissão de um estupro, como também a apologia ao crime.</p> <p>Na entrevista, ela lembrou da sentença escrita pela juíza que a condenou em primeira instância, cuja fundamentação cita um trecho de livro publicado pelo atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no qual o autor discorre sobre “os limites da crítica”.</p> <p>"Essa decisão do judiciário brasileiro é mais uma afronta aos direitos das mulheres e uma contribuição à cultura do estupro que tanto combatemos!&nbsp;Em defesa dos direitos das mulheres e em mobilização pela revisão em segunda instância dessa absurda decisão, estamos com Eleonora Menicucci", diz manifesto sobre o caso.&nbsp;</p> <p><strong>Serviço:</strong></p> <p><strong>Manifesto feminista a favor da revogação e contra a apologia ao estupro</strong></p> <p>Local: Fórum João Mendes</p> <p>Endereço: Praça Dr. João Mendes, s/n - Centro, São Paulo</p> <p>Horário: 9h</p> <p><strong>Portal CTB</strong></p></div> Mobilização de agricultores garante avanço nas negociações de orçamento para o campo 2017-10-23T15:21:07-02:00 2017-10-23T15:21:07-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/rurais/34452-mobilizacao-dos-trabalhadores-rurais-garante-avanco-nas-negociacoes-de-orcamento-para-agricultura-familiar Cinthia Ribas cinthia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/images/stores/2015/contag-mobilizacao-avanco2.jpg" /></p><p>Depois de um dia “D” de mobilizações por todo o Brasil, com fechamentos de BRs, ocupações de prédios do INCRA, Agências do INSS, da Caixa Econômica Federal, entre outras manifestações, e forte articulação junto aos parlamentares no Congresso Nacional, o Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR) avançou no diálogo e perspectiva de reverter a proposta de orçamento que acaba com várias políticas públicas da Agricultura Familiar.</p> <p>Como resultado das mobilizações nos estados e das articulações no Congresso, das 77 propostas de emendas apresentadas aos parlamentares, e que acrescentam nos valores disponibilizados pelo governo federal para o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2018), foram contempladas 23 propostas nas 7 áreas defendidas pela Contag (Meio Ambiente, Mulheres, Agrária, Agrícola, Políticas Sociais, Terceira Idade e Juventude).</p> <p>A soma dos recursos reivindicados para as 23 propostas foi de R$ 3,5 bilhões. Para estas propostas, o (PLOA 2018) é de R$ 400 milhões. Contudo, a articulação do Campo Unitário resultou no destaque de R$ 4,8 bilhões pelas Comissões da Câmara e do Senado.</p> <p><strong>Caminhos percorridos</strong></p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/ctg_noticia_2131837803_18102017162853.jpeg" alt="ctg noticia 2131837803 18102017162853" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p>Para chegar até os resultados já alcançados, ainda em setembro durante seu Conselho Deliberativo, a Contag apresentou à Frente Parlamentar da Agricultura Familiar e outros representantes do legislativo, um estudo sobre as propostas de emendas ao (PLOA 2018).</p> <p>Nas últimas duas semanas de outubro, as articulações aconteceram mais diretamente com os(as) parlamentares das bancadas dos estados.&nbsp; No Congresso Nacional, os(as) representantes do MSTTR conversaram com o presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Dário Berger (PMDB-SC); com o relator Geral do Orçamento, deputado Federal Cacá Leão (PP-BA); com o relator setorial da Agricultura Pesca e Desenvolvimento Agrário Evandro Roman (PSD-PR); e também com o relator setorial de Trabalho Previdência e Assistência Social deputado Nilton Capixaba (PTB-RO).</p> <p>&nbsp;Ao mesmo tempo foi mantido o diálogo com os coordenadores(as) das Bancadas dos estados, sobretudo, aqueles(as) que têm mais influência no Congresso de acordo com o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP).</p> <p>“Todos os resultados alcançados até aqui são frutos da luta e do compromisso do Movimento Sindical em garantir e defender as políticas públicas para o meio rural brasileiro. Por isso, aproveitamos para agradecer a cada dirigente das nossas Federações e Sindicatos que participaram das manifestações que aconteceram no dia 18, e também àqueles que participaram das articulações no Congresso Nacional, onde dissemos: Basta! Os povos do campo não aceitam perder direitos e orçamento. Renovamos nossa força para seguirmos em unidade por um País que respeite e valorize os trabalhadores e trabalhadoras que garantem mais de 70% dos alimentos consumidos pelo povo brasileiro. Vamos aguardar a proposta do governo, mantendo as articulações para garantir a permanência das nossas emendas no relatório final da Comissão Mista do Orçamento. Seguiremos na defesa dos recursos da Agricultura Familiar”,&nbsp; Aristides Santos, presidente da Contag.&nbsp;</p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/784e62c2-7e7f-4080-8b8a-d8a7c186472d.jpg" alt="784e62c2 7e7f 4080 8b8a d8a7c186472d" width="639" height="479" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p><strong>Confira os setores atendidos:</strong></p> <p>Meio Ambiente: Das 19 propostas apresentadas, foram aceitas 7 para as áreas de mudança climática, agricultura orgânica, bacias hidrográficas, recursos hídricos, conservação de espécies, uso sustentável da biodiversidade e resíduos sólidos. Cerca de R$ 1,66 bilhões.</p> <p>Mulheres: Das 6 propostas apresentadas para o orçamento do governo federal, 3 foram acatadas, totalizando cerca de R$ 203,4 milhões voltados para organização da economia e cidadania de mulheres rurais, promoção da igualdade e enfrentamento a violência, agroecologia e produção orgânica.</p> <p>Agrária: Das 12 propostas entregues, 3 foram acolhidas pelo Congresso. Totalizando R$ 720 milhões destacados no orçamento para obtenção de terras, defesa dos direitos humanos e desenvolvimento de assentamentos.</p> <p>Agrícola: Das 22 propostas apresentadas, 4 foram acolhidas. Um total de R$ 1,71 bilhões para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), tendo como fontes a SEAD e o MDS; e também à Assistência Técnica e Desenvolvimento Sustentável.</p> <p>Políticas Sociais: Das 9 propostas, foram acolhidas 3. Totalizando R$ 75 milhões que serão destinados para promoção, defesa e proteção da criança e do adolescente; Pronera; e saneamento rural.</p> <p>Terceira Idade: As duas propostas apresentadas foram acolhidas. A proposta da CONTAG era de R$ 16 milhões e foram acatados R$ 240 milhões para inclusão digital; e promoção e defesa dos direitos da Pessoa Idosa.</p> <p>Juventude: Foram 7 propostas encaminhadas e 1 acolhida pelo Congresso. Dos R$ 480 milhões propostos foram destacados R$ 200 milhões voltados à infraestrutura para esporte educacional, recreativo e de lazer.</p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/ctg_noticia_499385966_18102017184611.jpg" alt="ctg noticia 499385966 18102017184611" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p style="text-align: center;"><img src="http://portalctb.org.br/site/images/whatsapp_image_2017-10-18_at_14_20_07_1.jpeg" alt="whatsapp image 2017 10 18 at 14 20 07 1" width="655" height="1093" /></p> <p><strong>Portal CTB com Contag (Foto: Fabrício Martins)</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/images/stores/2015/contag-mobilizacao-avanco2.jpg" /></p><p>Depois de um dia “D” de mobilizações por todo o Brasil, com fechamentos de BRs, ocupações de prédios do INCRA, Agências do INSS, da Caixa Econômica Federal, entre outras manifestações, e forte articulação junto aos parlamentares no Congresso Nacional, o Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR) avançou no diálogo e perspectiva de reverter a proposta de orçamento que acaba com várias políticas públicas da Agricultura Familiar.</p> <p>Como resultado das mobilizações nos estados e das articulações no Congresso, das 77 propostas de emendas apresentadas aos parlamentares, e que acrescentam nos valores disponibilizados pelo governo federal para o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2018), foram contempladas 23 propostas nas 7 áreas defendidas pela Contag (Meio Ambiente, Mulheres, Agrária, Agrícola, Políticas Sociais, Terceira Idade e Juventude).</p> <p>A soma dos recursos reivindicados para as 23 propostas foi de R$ 3,5 bilhões. Para estas propostas, o (PLOA 2018) é de R$ 400 milhões. Contudo, a articulação do Campo Unitário resultou no destaque de R$ 4,8 bilhões pelas Comissões da Câmara e do Senado.</p> <p><strong>Caminhos percorridos</strong></p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/ctg_noticia_2131837803_18102017162853.jpeg" alt="ctg noticia 2131837803 18102017162853" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p>Para chegar até os resultados já alcançados, ainda em setembro durante seu Conselho Deliberativo, a Contag apresentou à Frente Parlamentar da Agricultura Familiar e outros representantes do legislativo, um estudo sobre as propostas de emendas ao (PLOA 2018).</p> <p>Nas últimas duas semanas de outubro, as articulações aconteceram mais diretamente com os(as) parlamentares das bancadas dos estados.&nbsp; No Congresso Nacional, os(as) representantes do MSTTR conversaram com o presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador Dário Berger (PMDB-SC); com o relator Geral do Orçamento, deputado Federal Cacá Leão (PP-BA); com o relator setorial da Agricultura Pesca e Desenvolvimento Agrário Evandro Roman (PSD-PR); e também com o relator setorial de Trabalho Previdência e Assistência Social deputado Nilton Capixaba (PTB-RO).</p> <p>&nbsp;Ao mesmo tempo foi mantido o diálogo com os coordenadores(as) das Bancadas dos estados, sobretudo, aqueles(as) que têm mais influência no Congresso de acordo com o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP).</p> <p>“Todos os resultados alcançados até aqui são frutos da luta e do compromisso do Movimento Sindical em garantir e defender as políticas públicas para o meio rural brasileiro. Por isso, aproveitamos para agradecer a cada dirigente das nossas Federações e Sindicatos que participaram das manifestações que aconteceram no dia 18, e também àqueles que participaram das articulações no Congresso Nacional, onde dissemos: Basta! Os povos do campo não aceitam perder direitos e orçamento. Renovamos nossa força para seguirmos em unidade por um País que respeite e valorize os trabalhadores e trabalhadoras que garantem mais de 70% dos alimentos consumidos pelo povo brasileiro. Vamos aguardar a proposta do governo, mantendo as articulações para garantir a permanência das nossas emendas no relatório final da Comissão Mista do Orçamento. Seguiremos na defesa dos recursos da Agricultura Familiar”,&nbsp; Aristides Santos, presidente da Contag.&nbsp;</p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/784e62c2-7e7f-4080-8b8a-d8a7c186472d.jpg" alt="784e62c2 7e7f 4080 8b8a d8a7c186472d" width="639" height="479" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p><strong>Confira os setores atendidos:</strong></p> <p>Meio Ambiente: Das 19 propostas apresentadas, foram aceitas 7 para as áreas de mudança climática, agricultura orgânica, bacias hidrográficas, recursos hídricos, conservação de espécies, uso sustentável da biodiversidade e resíduos sólidos. Cerca de R$ 1,66 bilhões.</p> <p>Mulheres: Das 6 propostas apresentadas para o orçamento do governo federal, 3 foram acatadas, totalizando cerca de R$ 203,4 milhões voltados para organização da economia e cidadania de mulheres rurais, promoção da igualdade e enfrentamento a violência, agroecologia e produção orgânica.</p> <p>Agrária: Das 12 propostas entregues, 3 foram acolhidas pelo Congresso. Totalizando R$ 720 milhões destacados no orçamento para obtenção de terras, defesa dos direitos humanos e desenvolvimento de assentamentos.</p> <p>Agrícola: Das 22 propostas apresentadas, 4 foram acolhidas. Um total de R$ 1,71 bilhões para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), tendo como fontes a SEAD e o MDS; e também à Assistência Técnica e Desenvolvimento Sustentável.</p> <p>Políticas Sociais: Das 9 propostas, foram acolhidas 3. Totalizando R$ 75 milhões que serão destinados para promoção, defesa e proteção da criança e do adolescente; Pronera; e saneamento rural.</p> <p>Terceira Idade: As duas propostas apresentadas foram acolhidas. A proposta da CONTAG era de R$ 16 milhões e foram acatados R$ 240 milhões para inclusão digital; e promoção e defesa dos direitos da Pessoa Idosa.</p> <p>Juventude: Foram 7 propostas encaminhadas e 1 acolhida pelo Congresso. Dos R$ 480 milhões propostos foram destacados R$ 200 milhões voltados à infraestrutura para esporte educacional, recreativo e de lazer.</p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/ctg_noticia_499385966_18102017184611.jpg" alt="ctg noticia 499385966 18102017184611" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p style="text-align: center;"><img src="http://portalctb.org.br/site/images/whatsapp_image_2017-10-18_at_14_20_07_1.jpeg" alt="whatsapp image 2017 10 18 at 14 20 07 1" width="655" height="1093" /></p> <p><strong>Portal CTB com Contag (Foto: Fabrício Martins)</strong></p></div> Conheça a "lista suja" do trabalho escravo que o governo não quis divulgar 2017-10-23T14:34:38-02:00 2017-10-23T14:34:38-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34448-conheca-a-lista-suja-do-trabalho-escravo-que-o-governo-nao-quis-divulgar Natália Rangel natalia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/portaria-oit.jpg" /></p><p>O programa Fantástico, da Globo, divulgou no domingo (22), com exclusividade, a ''lista suja'' do trabalho escravo incluindo o cadastro atualizado das empresas flagradas utilizando mão de obra análoga à escravidão.&nbsp;A nova lista traz os nomes de <span class="wf_file_text"><a href="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/lista_suja2.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="wf_file">132 empresas</a>&nbsp;</span>que usaram mão de obra escrava em suas produções.</p> <p>Leia também: <a href="http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34431-centrais-sindicais-emitem-nota-em-repudio-a-portaria-do-trabalho-escravo">CTB e demais centrais emitem nota de repúdio à portaria do trabalho escravo</a></p> <p><a href="http://portalctb.org.br/site/noticias/voz-da-ctb/34375-a-portaria-de-temer-e-o-chicote-na-mao-do-capital">A portaria de Temer e o chicote na mão do capital&nbsp;</a></p> <p>Entre os novos nomes estão dois gigantes da agroindústria, a JBS Aves e a Sucocítrico Cutrale – incluídos depois de ações que resultaram em resgates de trabalhadores em Santa Catarina e Minas Gerais, respectivamente.</p> <p>A mais recente atualização da lista já estava pronta antes de sair&nbsp;a Portaria 1.129/2017 do Ministério do Trabalho, no dia 16 de outubro<a href="https://www.sinait.org.br/site/noticia-view?id=14947/auditores-fiscais%20do%20trabalho%20ocupam%20salao%20verde%20da%20camara%20pela%20revogacao%20da%20portaria%201.129" target="_blank" rel="noopener noreferrer">,</a>&nbsp;mas acabou não sendo divulgada para favorecer os infratores.&nbsp;</p> <p>Em entrevista ao Fantástico&nbsp;o presidente do Sinait, Carlos Silva, criticou a portaria e disse que “na prática só será considerado hoje trabalho escravo aquelas situações em que o trabalhador tem a sua liberdade limitada. Faltou apenas escrever: correntes”, afirmou o representante dos Auditores-Fiscais do Trabalho.</p> <p>De acordo com Carlos Silva, a nova portaria exclui 90% dos casos de trabalho escravo constatados pela fiscalização. Ele reforça que a caracterização de trabalho escravo não pode ser apenas pelo ir e vir do trabalhador como determina a portaria. “A caracterização do crime de trabalho escravo está naquele ambiente onde o empregado é tratado como coisa, como animal, ele é esquecido como ser humano. Isso nada tem a ver somente com o ir e vir do trabalhador”, explicou.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> <p>Caso sejam seguidas as novas regras de divulgação da ''lista suja'', trazidas pela portaria a maioria dos nomes desses empregadores nunca virá a público formalmente, pois elas diferem das regras exigidas até 16 de outubro, data de publicação da portaria.</p> <p>A mudança foi condenada pela Organização das Nações Unida e pela Organização Internacional do Trabalho.&nbsp;O Ministério Público Federal quer a revogação da portaria e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entregou ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ofício onde fala em "retrocesso nas garantias básicas da dignidade humana".</p> <p><strong>Portaria será avaliada pelo STF</strong></p> <p>O partido Rede Sustentabilidade e a Confederação Nacional das Profissões Liberais entraram com ações no Supremo Tribunal Federal para suspender a portaria que altera as regras de combate ao trabalho escravo no país. Os dois processos estão com a ministra Rosa Weber.&nbsp;O partido e a confederação pedem ao STF suspensão, por liminar, dos efeitos da portaria e que, em julgamento, ela seja declarada inconstitucional.&nbsp;</p> <p><strong>Portal CTB - com informações do Sinait&nbsp;</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/portaria-oit.jpg" /></p><p>O programa Fantástico, da Globo, divulgou no domingo (22), com exclusividade, a ''lista suja'' do trabalho escravo incluindo o cadastro atualizado das empresas flagradas utilizando mão de obra análoga à escravidão.&nbsp;A nova lista traz os nomes de <span class="wf_file_text"><a href="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/lista_suja2.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="wf_file">132 empresas</a>&nbsp;</span>que usaram mão de obra escrava em suas produções.</p> <p>Leia também: <a href="http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34431-centrais-sindicais-emitem-nota-em-repudio-a-portaria-do-trabalho-escravo">CTB e demais centrais emitem nota de repúdio à portaria do trabalho escravo</a></p> <p><a href="http://portalctb.org.br/site/noticias/voz-da-ctb/34375-a-portaria-de-temer-e-o-chicote-na-mao-do-capital">A portaria de Temer e o chicote na mão do capital&nbsp;</a></p> <p>Entre os novos nomes estão dois gigantes da agroindústria, a JBS Aves e a Sucocítrico Cutrale – incluídos depois de ações que resultaram em resgates de trabalhadores em Santa Catarina e Minas Gerais, respectivamente.</p> <p>A mais recente atualização da lista já estava pronta antes de sair&nbsp;a Portaria 1.129/2017 do Ministério do Trabalho, no dia 16 de outubro<a href="https://www.sinait.org.br/site/noticia-view?id=14947/auditores-fiscais%20do%20trabalho%20ocupam%20salao%20verde%20da%20camara%20pela%20revogacao%20da%20portaria%201.129" target="_blank" rel="noopener noreferrer">,</a>&nbsp;mas acabou não sendo divulgada para favorecer os infratores.&nbsp;</p> <p>Em entrevista ao Fantástico&nbsp;o presidente do Sinait, Carlos Silva, criticou a portaria e disse que “na prática só será considerado hoje trabalho escravo aquelas situações em que o trabalhador tem a sua liberdade limitada. Faltou apenas escrever: correntes”, afirmou o representante dos Auditores-Fiscais do Trabalho.</p> <p>De acordo com Carlos Silva, a nova portaria exclui 90% dos casos de trabalho escravo constatados pela fiscalização. Ele reforça que a caracterização de trabalho escravo não pode ser apenas pelo ir e vir do trabalhador como determina a portaria. “A caracterização do crime de trabalho escravo está naquele ambiente onde o empregado é tratado como coisa, como animal, ele é esquecido como ser humano. Isso nada tem a ver somente com o ir e vir do trabalhador”, explicou.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p> <p>Caso sejam seguidas as novas regras de divulgação da ''lista suja'', trazidas pela portaria a maioria dos nomes desses empregadores nunca virá a público formalmente, pois elas diferem das regras exigidas até 16 de outubro, data de publicação da portaria.</p> <p>A mudança foi condenada pela Organização das Nações Unida e pela Organização Internacional do Trabalho.&nbsp;O Ministério Público Federal quer a revogação da portaria e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entregou ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ofício onde fala em "retrocesso nas garantias básicas da dignidade humana".</p> <p><strong>Portaria será avaliada pelo STF</strong></p> <p>O partido Rede Sustentabilidade e a Confederação Nacional das Profissões Liberais entraram com ações no Supremo Tribunal Federal para suspender a portaria que altera as regras de combate ao trabalho escravo no país. Os dois processos estão com a ministra Rosa Weber.&nbsp;O partido e a confederação pedem ao STF suspensão, por liminar, dos efeitos da portaria e que, em julgamento, ela seja declarada inconstitucional.&nbsp;</p> <p><strong>Portal CTB - com informações do Sinait&nbsp;</strong></p></div> Belluzzo e Aldo Rebelo debatem nesta segunda-feira (23) a construção de um novo Brasil 2017-10-23T14:13:05-02:00 2017-10-23T14:13:05-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34447-belluzzo-e-aldo-rebelo-debatem-nesta-segunda-feira-um-novo-brasil-com-desenvolvimento-e-inclusao-social Cinthia Ribas cinthia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/images/stores/2015/radio-peao-brasil-convite.jpg" /></p><p>A um ano das eleições, o Brasil vive um período de grandes incertezas políticas e sociais, marcado pela Lava Jato, pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, pela instituição da PEC do teto dos gastos públicos e, mais recentemente, pela aprovação da Reforma Trabalhista.</p> <p>Para falar sobre a atual conjuntura e a construção de um novo projeto de desenvolvimento com justiça e inclusão social, a Rádio Peão Brasil convidou o ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, e o economista e professor titular de economia da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo. O debate, que acontece nesta segunda-feira (23), na sede do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), será mediado pelo jornalista e assessor parlamentar do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar&nbsp;(Diap), Marcos Verlaine.</p> <p>Na oportunidade também será lançada a publicação do Centro de Memória Sindical sobre os 100 anos da greve de 1917 e será apresentado o site Rádio Peão Brasil, que fará a cobertura jornalística do evento.</p> <p>A Rádio Peão Brasil é plataforma se apresenta como um “jornal digital” que deve tratar de temas ligados ao trabalhador.</p> <p><strong>Serviço:</strong></p> <p>Um novo Brasil em debate</p> <p>Data: 23 de outubro</p> <p>Das 14h30 às 19h30</p> <p>Local: Auditório do Dieese (R. Aurora, 957 – 1º andar – República, São Paulo – SP)</p> <p><strong>Fonte: Centro de Memória Sindical</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/images/stores/2015/radio-peao-brasil-convite.jpg" /></p><p>A um ano das eleições, o Brasil vive um período de grandes incertezas políticas e sociais, marcado pela Lava Jato, pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, pela instituição da PEC do teto dos gastos públicos e, mais recentemente, pela aprovação da Reforma Trabalhista.</p> <p>Para falar sobre a atual conjuntura e a construção de um novo projeto de desenvolvimento com justiça e inclusão social, a Rádio Peão Brasil convidou o ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, e o economista e professor titular de economia da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo. O debate, que acontece nesta segunda-feira (23), na sede do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), será mediado pelo jornalista e assessor parlamentar do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar&nbsp;(Diap), Marcos Verlaine.</p> <p>Na oportunidade também será lançada a publicação do Centro de Memória Sindical sobre os 100 anos da greve de 1917 e será apresentado o site Rádio Peão Brasil, que fará a cobertura jornalística do evento.</p> <p>A Rádio Peão Brasil é plataforma se apresenta como um “jornal digital” que deve tratar de temas ligados ao trabalhador.</p> <p><strong>Serviço:</strong></p> <p>Um novo Brasil em debate</p> <p>Data: 23 de outubro</p> <p>Das 14h30 às 19h30</p> <p>Local: Auditório do Dieese (R. Aurora, 957 – 1º andar – República, São Paulo – SP)</p> <p><strong>Fonte: Centro de Memória Sindical</strong></p></div> Fitmetal, CTB e metalúrgicos do Rio de Janeiro fazem novo ciclo de debates sobre a indústria 2017-10-23T12:30:23-02:00 2017-10-23T12:30:23-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34446-fitmetal-ctb-e-metalurgicos-do-rio-de-janeiro-fazem-novo-ciclo-de-debates-sobre-a-industria-e-o-desenvolvimento Cinthia Ribas cinthia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/images/stores/2015/metal-rio-debate.jpeg" /></p><p>Nesta sexta-feira (20/10), Fitmetal, CTB e o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro promoveram mais uma mesa de debate sobre "Indústria e Desenvolvimento".</p> <p>O “Ciclo de Debates – Indústria e Desenvolvimento”, promovido pela FITMETAL e CTB, teve a sua terceira mesa nessa sexta-feira, dia 20. Essa nova etapa no Ciclo de Debates aconteceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e foi realizada em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, filiado à FITMETAL.</p> <p>O evento foi realizado na sede do Sindicato e teve como debatedores, entre outros participantes, os economistas Luciano Mendoça e Diogo Santos, este último dirigente da Fundação Maurício Grabois.</p> <p>Em sua exposição, Diogo falou sobre a necessidade da adoção de uma política macroeconômica a serviço da industrialização, com o reforço do papel do Estado e a construção de uma nova maioria política e ideológica em defesa do Desenvolvimento. (Confira o vídeo abaixo).</p> <p>O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, Jesus Cardoso, e o presidente e o vice-presidente da Fitmetal, respectivamente, Marcelino da Rocha e Aurino Pedreira, também falaram sobre as atitudes que devem ser tomadas para o Brasil se reindustrializar e voltar para o rumo do desenvolvimento.</p> <p>A primeira mesa do "Ciclo de Debates" aconteceu dia 15 de agosto em São Paulo (SP), no auditório do Dieese, e contou com a participação do ex-ministro e professor da Fundação Getúlio Vargas, Luiz Carlos Bresser-Pereira, do diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, e da pesquisadora do CESIT/IE-Unicamp, Marilane Teixeira. Já a segunda etapa ocorreu no dia 4 de outubro na cidade de Aracaju, Sergipe, em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de Nossa Senhora do Socorro e Região e o Dieese. Na oportunidade participaram como palestrantes: Ricardo Lacerda, professor da Universidade Federal de Sergipe; e Luís Moura, supervisor técnico do Escritório Regional do Dieese em Sergipe.</p> <p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FSindimetalRio%2Fvideos%2F1751102871598844%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" style="border-width: initial; border-style: none; overflow: hidden; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><strong>Fonte: Fitmetal</strong></p> <p>&nbsp;</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/images/stores/2015/metal-rio-debate.jpeg" /></p><p>Nesta sexta-feira (20/10), Fitmetal, CTB e o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro promoveram mais uma mesa de debate sobre "Indústria e Desenvolvimento".</p> <p>O “Ciclo de Debates – Indústria e Desenvolvimento”, promovido pela FITMETAL e CTB, teve a sua terceira mesa nessa sexta-feira, dia 20. Essa nova etapa no Ciclo de Debates aconteceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e foi realizada em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, filiado à FITMETAL.</p> <p>O evento foi realizado na sede do Sindicato e teve como debatedores, entre outros participantes, os economistas Luciano Mendoça e Diogo Santos, este último dirigente da Fundação Maurício Grabois.</p> <p>Em sua exposição, Diogo falou sobre a necessidade da adoção de uma política macroeconômica a serviço da industrialização, com o reforço do papel do Estado e a construção de uma nova maioria política e ideológica em defesa do Desenvolvimento. (Confira o vídeo abaixo).</p> <p>O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, Jesus Cardoso, e o presidente e o vice-presidente da Fitmetal, respectivamente, Marcelino da Rocha e Aurino Pedreira, também falaram sobre as atitudes que devem ser tomadas para o Brasil se reindustrializar e voltar para o rumo do desenvolvimento.</p> <p>A primeira mesa do "Ciclo de Debates" aconteceu dia 15 de agosto em São Paulo (SP), no auditório do Dieese, e contou com a participação do ex-ministro e professor da Fundação Getúlio Vargas, Luiz Carlos Bresser-Pereira, do diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, e da pesquisadora do CESIT/IE-Unicamp, Marilane Teixeira. Já a segunda etapa ocorreu no dia 4 de outubro na cidade de Aracaju, Sergipe, em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de Nossa Senhora do Socorro e Região e o Dieese. Na oportunidade participaram como palestrantes: Ricardo Lacerda, professor da Universidade Federal de Sergipe; e Luís Moura, supervisor técnico do Escritório Regional do Dieese em Sergipe.</p> <p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FSindimetalRio%2Fvideos%2F1751102871598844%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" style="border-width: initial; border-style: none; overflow: hidden; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><strong>Fonte: Fitmetal</strong></p> <p>&nbsp;</p></div> Jornal da CTB convoca para o ato do Sintsama-RJ em defesa da Cedae 2017-10-23T11:22:46-02:00 2017-10-23T11:22:46-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34444-jornal-da-ctb-convoca-para-o-ato-do-sintasama-em-defesa-da-cedae Cinthia Ribas cinthia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/jornal-da-ctb-online-ed-2017-10-23-destaque.jpg" /></p><p>O Jornal da CTB de hoje traz uma convocatória do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Saneamento Básico e Meio Ambiente do Rio de Janeiro (Sintsama-RJ) para o ato, desta segunda-feira (23), em defesa da água pública de qualidade e da CEDAE, a empresa pública do setor no estado.</p> <p>A edição também destaca a nota das centrais sindicais em repúdio à portaria do Ministério do Trabalho 1.129/2017, que dificulta a fiscalização e a punição de empresas flagradas com mão de obra escrava ou condições análogas.</p> <p>Outro destaque desta segunda-feira, é o&nbsp;relatório apresentado na Câmara dos Deputados, para reformular a Lei de Planos de Saúde.&nbsp; Iniciativa prevê reajuste após os 60 anos, medida proibida pelo Estatuto do Idoso.</p> <p>Clique<strong> <a href="http://ctb.org.br/site/publicacoes-ctb/jornal-da-ctb-diario-digital/301-jornal-da-ctb-online-ed-2017-10-23/file">AQUI</a> </strong>e baixe a edição de hoje.</p> <p>Baixe, imprima e distribua.</p> <p><strong>Jornal da CTB - Informação com conteúdo de classe</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/jornal-da-ctb-online-ed-2017-10-23-destaque.jpg" /></p><p>O Jornal da CTB de hoje traz uma convocatória do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Saneamento Básico e Meio Ambiente do Rio de Janeiro (Sintsama-RJ) para o ato, desta segunda-feira (23), em defesa da água pública de qualidade e da CEDAE, a empresa pública do setor no estado.</p> <p>A edição também destaca a nota das centrais sindicais em repúdio à portaria do Ministério do Trabalho 1.129/2017, que dificulta a fiscalização e a punição de empresas flagradas com mão de obra escrava ou condições análogas.</p> <p>Outro destaque desta segunda-feira, é o&nbsp;relatório apresentado na Câmara dos Deputados, para reformular a Lei de Planos de Saúde.&nbsp; Iniciativa prevê reajuste após os 60 anos, medida proibida pelo Estatuto do Idoso.</p> <p>Clique<strong> <a href="http://ctb.org.br/site/publicacoes-ctb/jornal-da-ctb-diario-digital/301-jornal-da-ctb-online-ed-2017-10-23/file">AQUI</a> </strong>e baixe a edição de hoje.</p> <p>Baixe, imprima e distribua.</p> <p><strong>Jornal da CTB - Informação com conteúdo de classe</strong></p></div> O Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Pindaré Mirim se filia à CTB-MA 2017-10-23T08:48:13-02:00 2017-10-23T08:48:13-02:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/nordeste/maranhao/34443-o-sindicato-de-trabalhadores-e-trabalhadoras-rurais-de-pindare-mirim-se-filia-a-ctb-ma Marcos Aurélio Ruy marcosruy65@gmail.com <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/sttr-pindare-filiacao-ctb-ma.jpg" /></p><p>Foi realizada neste domingo (22), em Pindaré Mirim, no Maranhão, a assembleia de filiação do Sindicato deTrabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Maranhão (CTB-MA).</p> <p>Participaram da assembleia, Joel Nascimento presidente da CTB-MA, Hildinete Rocha, diretora financeira e dirigente nacional da CTB, Julio Guterres secretário-geral da CTB-MA e Rosmari Malheiros, coordenadora regional da CTB-MA e secretária de Meio Ambiente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e da CTB nacional.</p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/sttr-pindare-ma-filiacao-ctb.jpg" alt="sttr pindare ma filiacao ctb" width="551" height="310" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p>“A CTB não para de crescer e avançamos ainda mais com a adesão ao nosso projeto de sindicalismo classista de mais um importante sindicato de trabalhadores e trabalhadoras rurais em nosso estado. É essa luta que nos move”, diz Nascimento.</p> <p><strong>Portal CTB</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/sttr-pindare-filiacao-ctb-ma.jpg" /></p><p>Foi realizada neste domingo (22), em Pindaré Mirim, no Maranhão, a assembleia de filiação do Sindicato deTrabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Maranhão (CTB-MA).</p> <p>Participaram da assembleia, Joel Nascimento presidente da CTB-MA, Hildinete Rocha, diretora financeira e dirigente nacional da CTB, Julio Guterres secretário-geral da CTB-MA e Rosmari Malheiros, coordenadora regional da CTB-MA e secretária de Meio Ambiente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e da CTB nacional.</p> <p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/sttr-pindare-ma-filiacao-ctb.jpg" alt="sttr pindare ma filiacao ctb" width="551" height="310" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p>“A CTB não para de crescer e avançamos ainda mais com a adesão ao nosso projeto de sindicalismo classista de mais um importante sindicato de trabalhadores e trabalhadoras rurais em nosso estado. É essa luta que nos move”, diz Nascimento.</p> <p><strong>Portal CTB</strong></p></div> O autoritarismo da Lava Jato e a conivência da mídia, segundo dois de seus opositores; assista 2017-10-21T03:29:29-02:00 2017-10-21T03:29:29-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/cultura-e-midia/34441-o-autoritarismo-da-operacao-lava-jato-e-a-conivencia-da-midia-segundo-dois-de-seus-opositores-assista-ao-debate Renato Bazan renato@kaiju.com.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/debate-paulo-moreira-leite-eugenio-aragao-barao-de-itarare.jpg" /></p><p><span>No terceiro e último encontro da semana no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão e o jornalista Paulo Moreira Leite debateram sobre os </span><span>efeitos da midiática Operação Lava-Jato no cenário político brasileiro. A conversa faz parte dos eventos da Semana Nacional pela Democratização da Comunicação.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"></span><span>Você pode assistir ao debate na íntegra logo abaixo, mediado pela coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Renata Mielli:</span></p> <p><iframe src="https://web.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fweb.facebook.com%2Fbaraomidia%2Fvideos%2F1183202658480265%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" style="border: none; overflow: hidden; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Eugênio Aragão era o ministro da Justiça de Dilma Rousseff quando a Lava Jato tornou-se o monstro midiático que mergulhou o país no caos. Em sua fala, uma coisa é clara: o procurador aposentado não tem grande admiração pelos “meninos da Lava Jato”.</p> <p><span>“</span><span>Eu costumo dizer que a Operação Lava Jato foi, acima de tudo, uma grande vitória corporativa do Ministério Público. Desde o caso de Fernando Collor, surgiu esse impulso de heroísmo individual. Houve um processo de fulanização da Justiça, a imprensa deu capas falando dos meninos que ajudavam o procurador-geral como ‘Os Intocáveis’. Eu não tenho dúvidas de que muitos seguiram carreira do Ministério Público porque estavam impressionados”, explicou.</span></p> <p>Aragão criticou o excesso de benesses da carreira de procurador no Brasil, e acusou o sistema atual de favorecer dinastias. “Vocês imaginem o que é um menino que acabou de começar a carreira do Direito poder ganhar R$ 29 mil, olhar para o seu governador do Estado de olho a olho, poder esfregar a carteira na cara de qualquer autoridade… Isso realmente deixa qualquer um fora da casinha. Esses meninos estudam muito, porque têm o papai para bancar os anos que precisam para isso, e têm o objetivo de ir da periferia para o centro. São muito consumistas, muito acostumados com o conforto, e estão em busca da auto-afirmação. A Lava-Jato é isso: um grande projeto de auto-afirmação”, continuou.</p> <p><span>A avaliação do ex-ministro é de que a Lava Jato poderia ter contribuído para a moralização do ambiente de negócios no Brasil, mas se perdeu na “forma atabalhoada” como foi executada pelo Ministério Público. “Eles atribuíram para o Direito Penal um papel muito mais amplo do que ele pode exercer, de limpar a sociedade, e isso leva a todo tipo de comportamento autoritário”, avaliou. “Essa garotada não tem noção de economia, nem noção de política, nem noção de empresa. Se a gente pegar a Volkswagen, lá na Alemanha… ora, é uma empresa que não prima pelos métodos mais honestos. Agora, não me parece que veio nenhum promotor alemão aplicar multas exterminadoras de sua saúde econômica. Ninguém está interessado em acabar com a Volks, ela é um símbolo da Alemanha”.</span></p> <p><span></span><span>Paulo Moreira Leite, por outro lado, preferiu abordar a questão pelo aspecto da disputa midiática em torno da Lava Jato. Ele foi o autor do livro “</span><span>A Outra História da Lava-Jato”, que expõe as violações cometidas pela equipe de Sergio Moro.</span></p> <p><span></span><span>“</span><span>Nós erramos feio ao não criar uma mídia progressista forte, capaz de competir com a grande mídia de igual para igual. A Lava Jato foi o começo de um projeto de um Estado de Exceção do Brasil, e ela é inseparável da mídia. Ela representa uma grande fantasia, uma grande ideologia, que coloca a corrupção como o grande mal do Brasil. Isso já havia sido feito na década de 50, quando a mídia tentou usar a mesma estratégia contra Getúlio Vargas”, relembrou, delineando a estratégia midiática daquela época. Leite enxerga nessa abordagem uma mentalidade que desqualifica o povo e suas decisões, no mesmo tom usado pelo General Mourão em seu recente discurso, no qual insinuou a possibilidade de um golpe militar.</span></p> <p><span></span><span>“Há um agravamento do pensamento unitário na mídia. Se há 30 anos você via uma certa diversidade no discurso da imprensa, hoje você tem uma casta que cria uma ideologia única, que justifica um projeto de desvalorização nacional, de entrega. Eles agem como se, no resto do mundo, o capitalismo fosse uma coisa pura, como se não acontecessem os mesmos processos de tráfico de influência e lobby que nós vemos por aqui”, acusou. É nesse contexto que o Sergio Moro e a Lava Jato são alçados ao posto de herói.</span></p> <p><span></span><span>“Os governos Lula e Dilma fizeram uma opção de buscar avanços sociais com o mínimo de conflito possível, e isso deu certo por um tempo, mas é muito complicado você tentar fazer isso no espaço da mídia, porque mídia é poder. Nós achamos que poderíamos ser clientes dessas empresas, e mesmo com a forte moderação daquele governo, ele ainda era visto como inimigo. Nós vivemos achando que a mídia vai dar a outra face, e eles nunca fizeram isso”, concluiu.</span></p> <p><span></span><span>Apesar do tom crítico, Leite vê possibilidade de reação no fato de que não há um vencedor no cenário político atual. A desmoralização da Lava Jato abre a possibilidade de uma nova atitude com relação à abordagem do público no Brasil - uma que seja menos policialesca, e mais propositiva. “A eleição será determinante. Dependendo de como for, o país vai andar de um jeito ou de outro. Ela nos obriga a estreitar laços com nosso público, a reassumir o caráter de ‘imprensa alternativa’”.</span></p> <p><span></span><b>Por Renato Bazan - Portal CTB</b></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/debate-paulo-moreira-leite-eugenio-aragao-barao-de-itarare.jpg" /></p><p><span>No terceiro e último encontro da semana no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão e o jornalista Paulo Moreira Leite debateram sobre os </span><span>efeitos da midiática Operação Lava-Jato no cenário político brasileiro. A conversa faz parte dos eventos da Semana Nacional pela Democratização da Comunicação.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"></span><span>Você pode assistir ao debate na íntegra logo abaixo, mediado pela coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Renata Mielli:</span></p> <p><iframe src="https://web.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fweb.facebook.com%2Fbaraomidia%2Fvideos%2F1183202658480265%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" style="border: none; overflow: hidden; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Eugênio Aragão era o ministro da Justiça de Dilma Rousseff quando a Lava Jato tornou-se o monstro midiático que mergulhou o país no caos. Em sua fala, uma coisa é clara: o procurador aposentado não tem grande admiração pelos “meninos da Lava Jato”.</p> <p><span>“</span><span>Eu costumo dizer que a Operação Lava Jato foi, acima de tudo, uma grande vitória corporativa do Ministério Público. Desde o caso de Fernando Collor, surgiu esse impulso de heroísmo individual. Houve um processo de fulanização da Justiça, a imprensa deu capas falando dos meninos que ajudavam o procurador-geral como ‘Os Intocáveis’. Eu não tenho dúvidas de que muitos seguiram carreira do Ministério Público porque estavam impressionados”, explicou.</span></p> <p>Aragão criticou o excesso de benesses da carreira de procurador no Brasil, e acusou o sistema atual de favorecer dinastias. “Vocês imaginem o que é um menino que acabou de começar a carreira do Direito poder ganhar R$ 29 mil, olhar para o seu governador do Estado de olho a olho, poder esfregar a carteira na cara de qualquer autoridade… Isso realmente deixa qualquer um fora da casinha. Esses meninos estudam muito, porque têm o papai para bancar os anos que precisam para isso, e têm o objetivo de ir da periferia para o centro. São muito consumistas, muito acostumados com o conforto, e estão em busca da auto-afirmação. A Lava-Jato é isso: um grande projeto de auto-afirmação”, continuou.</p> <p><span>A avaliação do ex-ministro é de que a Lava Jato poderia ter contribuído para a moralização do ambiente de negócios no Brasil, mas se perdeu na “forma atabalhoada” como foi executada pelo Ministério Público. “Eles atribuíram para o Direito Penal um papel muito mais amplo do que ele pode exercer, de limpar a sociedade, e isso leva a todo tipo de comportamento autoritário”, avaliou. “Essa garotada não tem noção de economia, nem noção de política, nem noção de empresa. Se a gente pegar a Volkswagen, lá na Alemanha… ora, é uma empresa que não prima pelos métodos mais honestos. Agora, não me parece que veio nenhum promotor alemão aplicar multas exterminadoras de sua saúde econômica. Ninguém está interessado em acabar com a Volks, ela é um símbolo da Alemanha”.</span></p> <p><span></span><span>Paulo Moreira Leite, por outro lado, preferiu abordar a questão pelo aspecto da disputa midiática em torno da Lava Jato. Ele foi o autor do livro “</span><span>A Outra História da Lava-Jato”, que expõe as violações cometidas pela equipe de Sergio Moro.</span></p> <p><span></span><span>“</span><span>Nós erramos feio ao não criar uma mídia progressista forte, capaz de competir com a grande mídia de igual para igual. A Lava Jato foi o começo de um projeto de um Estado de Exceção do Brasil, e ela é inseparável da mídia. Ela representa uma grande fantasia, uma grande ideologia, que coloca a corrupção como o grande mal do Brasil. Isso já havia sido feito na década de 50, quando a mídia tentou usar a mesma estratégia contra Getúlio Vargas”, relembrou, delineando a estratégia midiática daquela época. Leite enxerga nessa abordagem uma mentalidade que desqualifica o povo e suas decisões, no mesmo tom usado pelo General Mourão em seu recente discurso, no qual insinuou a possibilidade de um golpe militar.</span></p> <p><span></span><span>“Há um agravamento do pensamento unitário na mídia. Se há 30 anos você via uma certa diversidade no discurso da imprensa, hoje você tem uma casta que cria uma ideologia única, que justifica um projeto de desvalorização nacional, de entrega. Eles agem como se, no resto do mundo, o capitalismo fosse uma coisa pura, como se não acontecessem os mesmos processos de tráfico de influência e lobby que nós vemos por aqui”, acusou. É nesse contexto que o Sergio Moro e a Lava Jato são alçados ao posto de herói.</span></p> <p><span></span><span>“Os governos Lula e Dilma fizeram uma opção de buscar avanços sociais com o mínimo de conflito possível, e isso deu certo por um tempo, mas é muito complicado você tentar fazer isso no espaço da mídia, porque mídia é poder. Nós achamos que poderíamos ser clientes dessas empresas, e mesmo com a forte moderação daquele governo, ele ainda era visto como inimigo. Nós vivemos achando que a mídia vai dar a outra face, e eles nunca fizeram isso”, concluiu.</span></p> <p><span></span><span>Apesar do tom crítico, Leite vê possibilidade de reação no fato de que não há um vencedor no cenário político atual. A desmoralização da Lava Jato abre a possibilidade de uma nova atitude com relação à abordagem do público no Brasil - uma que seja menos policialesca, e mais propositiva. “A eleição será determinante. Dependendo de como for, o país vai andar de um jeito ou de outro. Ela nos obriga a estreitar laços com nosso público, a reassumir o caráter de ‘imprensa alternativa’”.</span></p> <p><span></span><b>Por Renato Bazan - Portal CTB</b></p></div> Desemprego: Brasil perde 2 milhões de empregos e R$ 290 bilhões em um ano 2017-10-20T17:37:23-02:00 2017-10-20T17:37:23-02:00 http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/34440-desemprego-pais-perde-2-milhoes-de-empregos-e-r-290-bilhoes-em-um-ano Joanne Mota joannemota@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/desemprego_brasil-ctb-foratemer.jpg" /></p><p>Informações publicadas nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, compiladas a partir da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), mostram que, em um ano, o Brasil perdeu 2,001 milhões de empregos formais.</p> <p>Com a redução das vagas, a massa salarial recuou para R$ 1,332 trilhão – menos R$ 290 bilhões no ano.</p> <p>Os dados, que têm como ano referência 2016, ainda revelam que o número de postos de trabalho – que inclui carteira assinada e estatutários – caiu para 46,060 milhões (-4,16%), impactando sobremaneira os jovens e pessoas com menos escolaridade.</p> <p>De acordo com a Rais, o Brasil fechou 2016 com 8,206 milhões de estabelecimentos, 108 mil a menos (-1,3%) do que no ano anterior. As maiores quedas foram registradas em estabelecimentos de médio ou grande porte: o total com 250 a 499 empregados caiu 5,3%. Entre aqueles com 500 a 999, a retração foi de 6,5%, e nos estabelecimentos com mil ou mais, de 6,3% (menos 635 mil). Nesse último concentram-se quase 12 milhões de trabalhadores.</p> <p><strong>Construção civil em queda</strong></p> <p>A pesquisa mostra que o setor mais impactado foi o da construção civil, que caiu 18,05% – 437.260 empregos a menos em relação a 2015.</p> <p>O comércio varejista vem em seguida com uma redução de 249.238 (-3,15%) e a administração pública, 372.835 (-4,05%).</p> <p><strong>E a indústria?</strong></p> <p>A indústria também perderam postos de trabalho. Percentualmente, a maior retração foi no segmento de material de transporte, que inclui as montadoras de veículos: -11,75%, com fechamento de 60.404 vagas.</p> <p><strong>Gênero</strong></p> <p>No recorte por gênero, os homens ainda são maioria e ocupam 56% do mercado de trabalho formal, com aproximadamente 25,8 milhões. As mulheres somam 20,3 milhões (44%).</p> <p>O entanto, as demissões ocorreram mais entre os homens, a queda foi maior entre os trabalhadores do sexo masculino: -4,16%, ante -3,51% do feminino.</p> <p>Em um período mais amplo, de 2010 a 2016, quando o emprego formal se expandiu 4,52%, a presença das mulheres aumentou 10,63%, enquanto os homens mantiveram estabilidade (0,17%).</p> <p><strong>Portal CTB - Com informações da RBA</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/desemprego_brasil-ctb-foratemer.jpg" /></p><p>Informações publicadas nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, compiladas a partir da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), mostram que, em um ano, o Brasil perdeu 2,001 milhões de empregos formais.</p> <p>Com a redução das vagas, a massa salarial recuou para R$ 1,332 trilhão – menos R$ 290 bilhões no ano.</p> <p>Os dados, que têm como ano referência 2016, ainda revelam que o número de postos de trabalho – que inclui carteira assinada e estatutários – caiu para 46,060 milhões (-4,16%), impactando sobremaneira os jovens e pessoas com menos escolaridade.</p> <p>De acordo com a Rais, o Brasil fechou 2016 com 8,206 milhões de estabelecimentos, 108 mil a menos (-1,3%) do que no ano anterior. As maiores quedas foram registradas em estabelecimentos de médio ou grande porte: o total com 250 a 499 empregados caiu 5,3%. Entre aqueles com 500 a 999, a retração foi de 6,5%, e nos estabelecimentos com mil ou mais, de 6,3% (menos 635 mil). Nesse último concentram-se quase 12 milhões de trabalhadores.</p> <p><strong>Construção civil em queda</strong></p> <p>A pesquisa mostra que o setor mais impactado foi o da construção civil, que caiu 18,05% – 437.260 empregos a menos em relação a 2015.</p> <p>O comércio varejista vem em seguida com uma redução de 249.238 (-3,15%) e a administração pública, 372.835 (-4,05%).</p> <p><strong>E a indústria?</strong></p> <p>A indústria também perderam postos de trabalho. Percentualmente, a maior retração foi no segmento de material de transporte, que inclui as montadoras de veículos: -11,75%, com fechamento de 60.404 vagas.</p> <p><strong>Gênero</strong></p> <p>No recorte por gênero, os homens ainda são maioria e ocupam 56% do mercado de trabalho formal, com aproximadamente 25,8 milhões. As mulheres somam 20,3 milhões (44%).</p> <p>O entanto, as demissões ocorreram mais entre os homens, a queda foi maior entre os trabalhadores do sexo masculino: -4,16%, ante -3,51% do feminino.</p> <p>Em um período mais amplo, de 2010 a 2016, quando o emprego formal se expandiu 4,52%, a presença das mulheres aumentou 10,63%, enquanto os homens mantiveram estabilidade (0,17%).</p> <p><strong>Portal CTB - Com informações da RBA</strong></p></div> É uma boa ideia dar ração para matar a fome das crianças pobres? 2017-10-20T17:33:55-02:00 2017-10-20T17:33:55-02:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/sudeste/sao-paulo/34437-e-uma-boa-ideia-dar-racao-para-matar-a-fome-das-criancas Marcos Aurélio Ruy marcosruy65@gmail.com <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/doria-manifestantes-racao-humana.jpg" /></p><p>Gera muita polêmica mais um projeto conturbado do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). No dia 8, ele sancionou a lei municipal 16.704/2017, que implanta a Política Municipal de Erradicação da Fome e de Promoção da Função Social dos Alimentos.</p> <p>“Nome inapropriado para um processamento de restos alimentares”, diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin). E, apesar de Doria garantir as propriedades nutricionais do composto, ela conta que “nem a empresa responsável pelo processamento dos restos confirma essa informação dos dados nutricionais”.</p> <p><strong>Assista o curta-metragem Ilhas das flores (1989), de Jorge Furtado. Clássico que ilustra bem o problema da falta de alimentos.</strong></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Yy5l4Y5bVDY?rel=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>A educadora se baseia no argumento da Plataforma Sinergia – empresa responsável - de que a composição desse composto deve variar de acordo com a matéria-prima utilizada para a formulação do composto. “Não é à toa que estão denominando de ração essa farinata”, afirma.</p> <p>Nesta sexta-feira (20), um grupo de manifestantes protestou com irreverência diante da sede da prefeitura, no centro da capital paulista. Foram colocados potes com ração de cachorro com os nomes do prefeito e alguns de seus secretários (foto do destaque).</p> <p>A situação piorou quando Doria anunciou na quarta-feira (18) que pretende iniciar a distribuição pelas escolas da rede pública municipal, do que está sendo chamado de “ração humana”.</p> <p>A União Paulista de Estudantes Secundaristas (Upes) realizou manifestação na avenida Paulista na noite de quinta-feira (19) entoando versos reveladores: “Arroz, feijão, tomate/A gente quer comida de verdade”.</p> <p><strong>Assista o protesto da Upes</strong>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FUPESnaRede%2Fvideos%2F1642428135827244%2F&amp;show_text=0&amp;width=267" width="267" height="476" style="border: none; overflow: hidden; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>“As crianças necessitam de uma alimentação adequada para o seu pleno desenvolvimento. É inconcebível transformar restos alimentares em alimento para pobre. É o fim do mundo”, constata Alves. Inclusive o Ministério Público de São Paulo quer prova científica e exame pericial para apurar o valor nutricional dessa ração.</p> <p>Pegou tão mal que o próprio prefeito deu uma certa recuada e disse que esse “alimento” seria distribuído como “suplemento alimentar”. A discussão está apenas no início. Tanto que Christiane Gasparini Araújo Costa, presidenta do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo (Comusan), se manifestou contra esse projeto.</p> <p>“Diante da magnitude deste processo vivido, incluindo a sua repercussão internacional, venho esclarecer à população de São Paulo, na condição de presidenta do Comusan, que a iniciativa de produção e distribuição de um granulado nutritivo a ser entregue às populações que enfrentam carências nutricionais no município não foi encaminhada para apreciação do Conselho e não se alinha às diretrizes que vimos construindo com vistas a facilitar o acesso de toda a população à ‘comida de verdade’”, afirma em nota divulgada à imprensa.</p> <p>Em um debate televisivo da campanha eleitoral João Doria especifica a sua opinião sobre os hábitos alimentares dos mais pobres. Assista abaixo:&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hMSkAqtxns?rel=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Já para o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) de São Paulo, essa ração contraria os princípios do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e o Guia Alimentar para a População Brasileira. “Em total desrespeito aos avanços obtidos nas últimas décadas no campo da segurança alimentar e no que tange as políticas públicas sobre as ações de combate à fome e desnutrição“, diz a nota do conselho.</p> <p>Para conseguir doadores, a prefeitura garante isenção do Imposto Sobre Serviços e do Imposto Predial e Territorial Urbano para as empresas doadoras dos restos alimentares.</p> <p>Muitos críticos do projeto lembram que o Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas desde 2014 com os programas sociais dos governos Lula e Dilma. Só que neste ano o Brasil voltou ao Mapa da Fome, revela a ONU.</p> <p>Vivian Zollar, do CRN paulista, afirma ao <em>Nexo Jornal</em> que a desnutrição deve ser combatida com “comida de verdade”. Para ela, “quando há um cidadão que come comida e o outro, farelo, você amplia a desigualdade”.</p> <p><strong>Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/doria-manifestantes-racao-humana.jpg" /></p><p>Gera muita polêmica mais um projeto conturbado do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). No dia 8, ele sancionou a lei municipal 16.704/2017, que implanta a Política Municipal de Erradicação da Fome e de Promoção da Função Social dos Alimentos.</p> <p>“Nome inapropriado para um processamento de restos alimentares”, diz Claudete Alves, presidenta do Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin). E, apesar de Doria garantir as propriedades nutricionais do composto, ela conta que “nem a empresa responsável pelo processamento dos restos confirma essa informação dos dados nutricionais”.</p> <p><strong>Assista o curta-metragem Ilhas das flores (1989), de Jorge Furtado. Clássico que ilustra bem o problema da falta de alimentos.</strong></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Yy5l4Y5bVDY?rel=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>A educadora se baseia no argumento da Plataforma Sinergia – empresa responsável - de que a composição desse composto deve variar de acordo com a matéria-prima utilizada para a formulação do composto. “Não é à toa que estão denominando de ração essa farinata”, afirma.</p> <p>Nesta sexta-feira (20), um grupo de manifestantes protestou com irreverência diante da sede da prefeitura, no centro da capital paulista. Foram colocados potes com ração de cachorro com os nomes do prefeito e alguns de seus secretários (foto do destaque).</p> <p>A situação piorou quando Doria anunciou na quarta-feira (18) que pretende iniciar a distribuição pelas escolas da rede pública municipal, do que está sendo chamado de “ração humana”.</p> <p>A União Paulista de Estudantes Secundaristas (Upes) realizou manifestação na avenida Paulista na noite de quinta-feira (19) entoando versos reveladores: “Arroz, feijão, tomate/A gente quer comida de verdade”.</p> <p><strong>Assista o protesto da Upes</strong>&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FUPESnaRede%2Fvideos%2F1642428135827244%2F&amp;show_text=0&amp;width=267" width="267" height="476" style="border: none; overflow: hidden; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>“As crianças necessitam de uma alimentação adequada para o seu pleno desenvolvimento. É inconcebível transformar restos alimentares em alimento para pobre. É o fim do mundo”, constata Alves. Inclusive o Ministério Público de São Paulo quer prova científica e exame pericial para apurar o valor nutricional dessa ração.</p> <p>Pegou tão mal que o próprio prefeito deu uma certa recuada e disse que esse “alimento” seria distribuído como “suplemento alimentar”. A discussão está apenas no início. Tanto que Christiane Gasparini Araújo Costa, presidenta do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo (Comusan), se manifestou contra esse projeto.</p> <p>“Diante da magnitude deste processo vivido, incluindo a sua repercussão internacional, venho esclarecer à população de São Paulo, na condição de presidenta do Comusan, que a iniciativa de produção e distribuição de um granulado nutritivo a ser entregue às populações que enfrentam carências nutricionais no município não foi encaminhada para apreciação do Conselho e não se alinha às diretrizes que vimos construindo com vistas a facilitar o acesso de toda a população à ‘comida de verdade’”, afirma em nota divulgada à imprensa.</p> <p>Em um debate televisivo da campanha eleitoral João Doria especifica a sua opinião sobre os hábitos alimentares dos mais pobres. Assista abaixo:&nbsp;</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hMSkAqtxns?rel=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Já para o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) de São Paulo, essa ração contraria os princípios do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e o Guia Alimentar para a População Brasileira. “Em total desrespeito aos avanços obtidos nas últimas décadas no campo da segurança alimentar e no que tange as políticas públicas sobre as ações de combate à fome e desnutrição“, diz a nota do conselho.</p> <p>Para conseguir doadores, a prefeitura garante isenção do Imposto Sobre Serviços e do Imposto Predial e Territorial Urbano para as empresas doadoras dos restos alimentares.</p> <p>Muitos críticos do projeto lembram que o Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas desde 2014 com os programas sociais dos governos Lula e Dilma. Só que neste ano o Brasil voltou ao Mapa da Fome, revela a ONU.</p> <p>Vivian Zollar, do CRN paulista, afirma ao <em>Nexo Jornal</em> que a desnutrição deve ser combatida com “comida de verdade”. Para ela, “quando há um cidadão que come comida e o outro, farelo, você amplia a desigualdade”.</p> <p><strong>Portal CTB - Marcos Aurélio Ruy</strong></p></div> Mais uma fábrica de fogos de artifício explode em Minas Gerais 2017-10-20T17:19:39-02:00 2017-10-20T17:19:39-02:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/sudeste/minas-gerais/34438-mais-uma-fabrica-de-fogos-de-artificio-explode-em-minas-gerais CTB-MG renato@kaiju.com.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/santo-antonio-do-monte-explosao-fogos-de-artificio.jpg" /></p><p>Na manhã desta quinta-feira (19/10) mais uma fábrica de fogos de artifício explodiu em Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais. Ninguém ficou ferido. Vale ressaltar que há pouco mais de uma semana, na terça-feira (10/10) duas mulheres morreram na explosão de dois galpões da Fábrica Fogos São Jorge no município.&nbsp;Ao todo, são quatro explosões em apenas três meses. Esses acidentes já causaram a morte de cinco trabalhadores.</p> <p>A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas em parceria com o Sindicato vai se reunir com as Entidades de fiscalização para buscar soluções para evitar essas incidências na cidade que tira a vida dos trabalhadores.</p> <p><strong>Histórico</strong></p> <p>No dia 7 de julho deste ano houve a explosão na Fábrica Apolo, Alberto Monteiro (38) e Cláudio Lima (41) morreram no acidente. Dois galpões foram totalmente destruídos.</p> <p>No dia 13 de setembro uma nova explosão ocorreu em Santo Antônio do Monte, dessa vez na Fábrica de Fogos Imperial. A trabalhadora Angelina Ribeiro, 47 anos, teve 73% do corpo queimado e foi transferida para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. No último dia 26, ela não resistiu aos ferimentos e faleceu.</p> <p>Joelma Aparecida de Morais, 36 anos e Aparecida da Silva Santos, 55 anos, morreram após a explosão da fábrica de fogos de artifício Fogos São Jorge, na manhã da terça-feira, dia 10/10.</p> <p><strong>Da <a href="http://ctbminas.blogspot.com.br/2017/10/ao-todo-sao-quatro-explosoes-em-apenas.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CTB-MG</a></strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/santo-antonio-do-monte-explosao-fogos-de-artificio.jpg" /></p><p>Na manhã desta quinta-feira (19/10) mais uma fábrica de fogos de artifício explodiu em Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais. Ninguém ficou ferido. Vale ressaltar que há pouco mais de uma semana, na terça-feira (10/10) duas mulheres morreram na explosão de dois galpões da Fábrica Fogos São Jorge no município.&nbsp;Ao todo, são quatro explosões em apenas três meses. Esses acidentes já causaram a morte de cinco trabalhadores.</p> <p>A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas em parceria com o Sindicato vai se reunir com as Entidades de fiscalização para buscar soluções para evitar essas incidências na cidade que tira a vida dos trabalhadores.</p> <p><strong>Histórico</strong></p> <p>No dia 7 de julho deste ano houve a explosão na Fábrica Apolo, Alberto Monteiro (38) e Cláudio Lima (41) morreram no acidente. Dois galpões foram totalmente destruídos.</p> <p>No dia 13 de setembro uma nova explosão ocorreu em Santo Antônio do Monte, dessa vez na Fábrica de Fogos Imperial. A trabalhadora Angelina Ribeiro, 47 anos, teve 73% do corpo queimado e foi transferida para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. No último dia 26, ela não resistiu aos ferimentos e faleceu.</p> <p>Joelma Aparecida de Morais, 36 anos e Aparecida da Silva Santos, 55 anos, morreram após a explosão da fábrica de fogos de artifício Fogos São Jorge, na manhã da terça-feira, dia 10/10.</p> <p><strong>Da <a href="http://ctbminas.blogspot.com.br/2017/10/ao-todo-sao-quatro-explosoes-em-apenas.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CTB-MG</a></strong></p></div> FST organiza plenária e caminhada contra as reformas trabalhista e da previdência 2017-10-20T16:32:42-02:00 2017-10-20T16:32:42-02:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/sul/rio-grande-do-sul/34435-fst-organiza-plenaria-e-caminhada-contra-as-reformas-trabalhista-e-da-previdencia Natália Rangel natalia@portalctb.org.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/nota_2-passeata-poa.jpg" /></p><p>Na manhã desta sexta-feira (20/10), a CTB, juntamente com o Fórum Sindical dos Trabalhadores, composto por outras entidades que representam os trabalhadores, organizou a Plenária Estadual contra as reformas trabalhista e da previdência, no auditório da Paróquia da Pompéia, no centro de Porto Alegre. Para palestrar sobre o tema, foram convidados a juíza do trabalho do TRT4ª, Valdete Severo; o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT-RS), Ricardo Garcia; e o deputado federal, Assis Melo.</p> <div class="article-body"> <div class="txt"> <p>O presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, coordenou a mesa e em sua fala inicial defendeu a unidade. “É necessária a criação de uma frente unitária dos movimentos sindicais e sociais para resistir a essa onda neoliberal e, principalmente, essa questão da aplicação da reforma trabalhista e tentativa da reforma da previdência. Não podemos aceitar que essa reforma seja aplicada nos termos que ela foi aprovada. É muito importante para isto contar com o apoio de setores que defendem os princípios democráticos do país como o judiciário, ministério público, OAB, CNBB, presentes hoje no ato”, afirmou Vidor.</p> <p>Valdete Severo iniciou as exposições falando sobre sua preocupação com a lei aprovada e apontando a unidade como o único caminho viável de resistência. “Se não nos unirmos e deixarmos de lado as diferenças, seremos atropelados porque vai piorar. Cada dia, recebemos mais uma notícia sobre retiradas de direitos”, afirmou.</p> <p>Sobre o conteúdo da lei, a juíza foi enfática. “As alterações que a lei propõe são em vários pontos inconstitucionais. Um dos pontos mais graves é que retira do trabalhador o acesso à Justiça do Trabalho. Aliás, o verdadeiro objetivo dessa reforma é acabar com a justiça do trabalho e isto passa por enfraquecer os sindicatos que representam os trabalhadores para acabar com a resistência organizada”, disse.</p> <p>Ao final de sua fala, a magistrada contou aos presentes que vem sendo questionada sobre estar se posicionando contra a reforma. “Tenho que responder por minha posição, mas não vou mudar minha postura porque acredito que todos temos o dever cívico de nos posicionar”, finalizou.</p> <p><span class="img_center img_post"><a href="http://www.ctbrs.org.br/uploads/files/plenaria_est_rua_3.jpg" target="_blank" rel="giin noopener noreferrer" data-original="./../uploads/files/th/plenaria_est_rua_3.jpg" data-position="center"><img src="http://www.ctbrs.org.br/uploads/files/th/plenaria_est_rua_3_960x720.jpg" alt="" width="749" height="562" data-original="./../uploads/files/th/plenaria_est_rua_3.jpg" data-position="center" /></a></span></p> <p>Em seguida foi a vez de Ricardo Garcia, que resgatou historicamente a luta de setores poderosos para acabar com a Consolidação das Leis Trabalhistas. “Desde a criação da CLT, buscam destruí-la. Estamos vivendo uma ditadura, em que estão retirando direitos, acabando com a liberdade de organização, mutilando o judiciário, dificultando a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Atualmente, várias instituições estão se posicionando contra a reforma trabalhista, como a magistratura brasileira e a OAB, mas isto não é suficiente, porque acima de nós, está o Supremo Tribunal Federal, com uma posição a favor da reforma já bastante conhecida”, alertou o procurador.</p> <p>Para finalizar as apresentações, Assis Melo declarou que a estrutura de sindicato que ele conhece acabou com a reforma. “Precisamos deixar de ser um sindicato de poucos e passar a ser um sindicato de todos. O patrão que vai determinar como contrata e paga”, defendeu. O deputado fez um alerta ainda sobre a fala de Valdete Severo. “Não podemos ouvir a juíza vir aqui dizer que está sofrendo ameaça e acharmos normal. Porque isto é o mesmo que um companheiro morrer no fábrica, os outros trabalhadores limparem o sangue e seguirem trabalhando porque acham que é normal o que aconteceu. Precisamos nos indignar. O coração dessa gente não bate pelo trabalhador”, finalizou.</p> <p>Após as palestras, foi aberto um tempo para manifestações de outros componentes da mesa. Depois o grupo composto por centenas de dirigentes sindicais e trabalhadores que assistia à plenária seguiu em caminhada pelas ruas centrais da capital acompanhados de caminhão de som e bandeiras. A manifestação se somou ao ato dos municipários, que estão em greve, reunidos em frente à prefeitura de Porto Alegre.</p> <b><span style="text-decoration: underline;">Texto e fotos: Aline Vargas/CTB-RS</span></b></div> </div></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/nota_2-passeata-poa.jpg" /></p><p>Na manhã desta sexta-feira (20/10), a CTB, juntamente com o Fórum Sindical dos Trabalhadores, composto por outras entidades que representam os trabalhadores, organizou a Plenária Estadual contra as reformas trabalhista e da previdência, no auditório da Paróquia da Pompéia, no centro de Porto Alegre. Para palestrar sobre o tema, foram convidados a juíza do trabalho do TRT4ª, Valdete Severo; o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT-RS), Ricardo Garcia; e o deputado federal, Assis Melo.</p> <div class="article-body"> <div class="txt"> <p>O presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, coordenou a mesa e em sua fala inicial defendeu a unidade. “É necessária a criação de uma frente unitária dos movimentos sindicais e sociais para resistir a essa onda neoliberal e, principalmente, essa questão da aplicação da reforma trabalhista e tentativa da reforma da previdência. Não podemos aceitar que essa reforma seja aplicada nos termos que ela foi aprovada. É muito importante para isto contar com o apoio de setores que defendem os princípios democráticos do país como o judiciário, ministério público, OAB, CNBB, presentes hoje no ato”, afirmou Vidor.</p> <p>Valdete Severo iniciou as exposições falando sobre sua preocupação com a lei aprovada e apontando a unidade como o único caminho viável de resistência. “Se não nos unirmos e deixarmos de lado as diferenças, seremos atropelados porque vai piorar. Cada dia, recebemos mais uma notícia sobre retiradas de direitos”, afirmou.</p> <p>Sobre o conteúdo da lei, a juíza foi enfática. “As alterações que a lei propõe são em vários pontos inconstitucionais. Um dos pontos mais graves é que retira do trabalhador o acesso à Justiça do Trabalho. Aliás, o verdadeiro objetivo dessa reforma é acabar com a justiça do trabalho e isto passa por enfraquecer os sindicatos que representam os trabalhadores para acabar com a resistência organizada”, disse.</p> <p>Ao final de sua fala, a magistrada contou aos presentes que vem sendo questionada sobre estar se posicionando contra a reforma. “Tenho que responder por minha posição, mas não vou mudar minha postura porque acredito que todos temos o dever cívico de nos posicionar”, finalizou.</p> <p><span class="img_center img_post"><a href="http://www.ctbrs.org.br/uploads/files/plenaria_est_rua_3.jpg" target="_blank" rel="giin noopener noreferrer" data-original="./../uploads/files/th/plenaria_est_rua_3.jpg" data-position="center"><img src="http://www.ctbrs.org.br/uploads/files/th/plenaria_est_rua_3_960x720.jpg" alt="" width="749" height="562" data-original="./../uploads/files/th/plenaria_est_rua_3.jpg" data-position="center" /></a></span></p> <p>Em seguida foi a vez de Ricardo Garcia, que resgatou historicamente a luta de setores poderosos para acabar com a Consolidação das Leis Trabalhistas. “Desde a criação da CLT, buscam destruí-la. Estamos vivendo uma ditadura, em que estão retirando direitos, acabando com a liberdade de organização, mutilando o judiciário, dificultando a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Atualmente, várias instituições estão se posicionando contra a reforma trabalhista, como a magistratura brasileira e a OAB, mas isto não é suficiente, porque acima de nós, está o Supremo Tribunal Federal, com uma posição a favor da reforma já bastante conhecida”, alertou o procurador.</p> <p>Para finalizar as apresentações, Assis Melo declarou que a estrutura de sindicato que ele conhece acabou com a reforma. “Precisamos deixar de ser um sindicato de poucos e passar a ser um sindicato de todos. O patrão que vai determinar como contrata e paga”, defendeu. O deputado fez um alerta ainda sobre a fala de Valdete Severo. “Não podemos ouvir a juíza vir aqui dizer que está sofrendo ameaça e acharmos normal. Porque isto é o mesmo que um companheiro morrer no fábrica, os outros trabalhadores limparem o sangue e seguirem trabalhando porque acham que é normal o que aconteceu. Precisamos nos indignar. O coração dessa gente não bate pelo trabalhador”, finalizou.</p> <p>Após as palestras, foi aberto um tempo para manifestações de outros componentes da mesa. Depois o grupo composto por centenas de dirigentes sindicais e trabalhadores que assistia à plenária seguiu em caminhada pelas ruas centrais da capital acompanhados de caminhão de som e bandeiras. A manifestação se somou ao ato dos municipários, que estão em greve, reunidos em frente à prefeitura de Porto Alegre.</p> <b><span style="text-decoration: underline;">Texto e fotos: Aline Vargas/CTB-RS</span></b></div> </div></div> Quais os impactos da nanotecnologia na segurança do trabalho? Workshop em Jaguariúna aborda tema 2017-10-20T16:20:46-02:00 2017-10-20T16:20:46-02:00 http://portalctb.org.br/site/secretarias-da-ctb-nacional/saude-e-seguranca-no-trabalho/34434-quais-os-impactos-da-nanotecnologia-na-seguranca-do-trabalho-workshop-em-jaguariuna-aborda-tema-em-novembro Renato Bazan renato@kaiju.com.br <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/nanotecnologia.jpg" /></p><p>A Faculdade de Jaguariúna, em esforço conjunto com a Fundacentro, os metalúrgicos de Jaguariúna e a CTB, oferecerá em novembro um workshop sobre nanotecnologia, ministrado pela dra. Arline Arcuri, doutora em Química e pesquisadora da Fundacentro. Ela abordará os impactos da nanotecnologia à saúde do trabalhador.</p> <p>O workshop será dividido em duas noites, nos dias 09 e 10 de novembro. A primeira noite será dedicada às turmas de Engenharia de Produção da instituição, e o segundo às turmas de Engenharia de Controle e Automação. O evento será aberto a inscrições externas.</p> <p>Abaixo, segue o programa proposto pelo workshop. A grade ainda pode sofrer alterações:</p> <table style="height: 82px; width: 638px;"> <tbody> <tr> <td><strong>&nbsp;DATAS&nbsp;</strong>&nbsp;</td> <td style="width: 240px;"><strong>09/11 - quinta-feira</strong></td> <td style="width: 240px;"><strong>10/11 - sexta-feira</strong></td> </tr> <tr> <td>&nbsp;<span style="font-weight: 400;">Bloco I</span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;">(19h00-20h45)</span></td> <td style="width: 240px;">Introdução à nanotecnologia:&nbsp;Uma visão geral nos vários setores econômicos</td> <td style="width: 240px;">Nanotecnologia e a extensão da Convergência Tecnológica:<br />aplicações da nanotecnologia</td> </tr> <tr> <td>&nbsp;Bloco II <p><span style="font-weight: 400;">(21h00-22h15)</span></p> </td> <td style="width: 240px;"><span style="font-weight: 400;">Conceito de Nanotecnologia: possíveis impactos das nanotecnologias na saúde dos trabalhadores, no meio ambiente e na indústria</span></td> <td style="width: 240px;">A Nanotecnologia no Brasil:<br />programas governamentais, posição regulatória</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <p>O local do evento será o Campus II da Faculdade de Jaguariúna, na Rodovia Adhemar Pereira de Barros, Km 127. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 0800 775 5555 ou (19) 3837-8500.</p> <p>“A nanotecnologia, hoje, não influi apenas na questão da saúde física, do ponto de vista das nanopartículas, que podem entrar em qualquer célula do nosso corpo, mas por seu impacto dentro da convergência tecnológica. É o campo das moléculas muito pequenas, que têm grande facilidade de entrar no corpo da gente, e ao mesmo tempo em que isso é muito benéfico do ponto de vista da medicina, elas podem carregar um veneno. A nossa preocupação é fazer esse conhecimento chegar ao trabalhador”, explicou a dra. Arcuri, em recente entrevista ao <a href="https://www.facebook.com/anigerprotrabalhador/videos/656137417918284/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Pró Trabalho</a>.</p> <p>A Fundacentro explicou que as inscrições e convites oficiais às instituições ligadas à segurança do trabalho serão providenciados a partir da próxima semana.</p> <p>A CTB está entre as instituições que comparecerão ao evento, através de sua Secretaria de Saúde e Meio Ambiente do Trabalho. Os companheiros Eduardo Martinho e Tiago Maestro acompanham este debate como representantes da Central.</p> <p><strong>Portal CTB</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="http://portalctb.org.br/site/images/stores/2017/nanotecnologia.jpg" /></p><p>A Faculdade de Jaguariúna, em esforço conjunto com a Fundacentro, os metalúrgicos de Jaguariúna e a CTB, oferecerá em novembro um workshop sobre nanotecnologia, ministrado pela dra. Arline Arcuri, doutora em Química e pesquisadora da Fundacentro. Ela abordará os impactos da nanotecnologia à saúde do trabalhador.</p> <p>O workshop será dividido em duas noites, nos dias 09 e 10 de novembro. A primeira noite será dedicada às turmas de Engenharia de Produção da instituição, e o segundo às turmas de Engenharia de Controle e Automação. O evento será aberto a inscrições externas.</p> <p>Abaixo, segue o programa proposto pelo workshop. A grade ainda pode sofrer alterações:</p> <table style="height: 82px; width: 638px;"> <tbody> <tr> <td><strong>&nbsp;DATAS&nbsp;</strong>&nbsp;</td> <td style="width: 240px;"><strong>09/11 - quinta-feira</strong></td> <td style="width: 240px;"><strong>10/11 - sexta-feira</strong></td> </tr> <tr> <td>&nbsp;<span style="font-weight: 400;">Bloco I</span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><span style="font-weight: 400;">(19h00-20h45)</span></td> <td style="width: 240px;">Introdução à nanotecnologia:&nbsp;Uma visão geral nos vários setores econômicos</td> <td style="width: 240px;">Nanotecnologia e a extensão da Convergência Tecnológica:<br />aplicações da nanotecnologia</td> </tr> <tr> <td>&nbsp;Bloco II <p><span style="font-weight: 400;">(21h00-22h15)</span></p> </td> <td style="width: 240px;"><span style="font-weight: 400;">Conceito de Nanotecnologia: possíveis impactos das nanotecnologias na saúde dos trabalhadores, no meio ambiente e na indústria</span></td> <td style="width: 240px;">A Nanotecnologia no Brasil:<br />programas governamentais, posição regulatória</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <p>O local do evento será o Campus II da Faculdade de Jaguariúna, na Rodovia Adhemar Pereira de Barros, Km 127. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 0800 775 5555 ou (19) 3837-8500.</p> <p>“A nanotecnologia, hoje, não influi apenas na questão da saúde física, do ponto de vista das nanopartículas, que podem entrar em qualquer célula do nosso corpo, mas por seu impacto dentro da convergência tecnológica. É o campo das moléculas muito pequenas, que têm grande facilidade de entrar no corpo da gente, e ao mesmo tempo em que isso é muito benéfico do ponto de vista da medicina, elas podem carregar um veneno. A nossa preocupação é fazer esse conhecimento chegar ao trabalhador”, explicou a dra. Arcuri, em recente entrevista ao <a href="https://www.facebook.com/anigerprotrabalhador/videos/656137417918284/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Notícias Pró Trabalho</a>.</p> <p>A Fundacentro explicou que as inscrições e convites oficiais às instituições ligadas à segurança do trabalho serão providenciados a partir da próxima semana.</p> <p>A CTB está entre as instituições que comparecerão ao evento, através de sua Secretaria de Saúde e Meio Ambiente do Trabalho. Os companheiros Eduardo Martinho e Tiago Maestro acompanham este debate como representantes da Central.</p> <p><strong>Portal CTB</strong></p></div> Artigo de configuração 2015-04-30T16:16:04-03:00 2015-04-30T16:16:04-03:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/norte/amazonas/457-configuracoes/25516-arquivo-de-configuracao2 Cinthia Ribas cinthia@portalctb.org.br <div class="feed-description"></div> <div class="feed-description"></div> Artigo de configuração 2015-04-29T00:00:00-03:00 2015-04-29T00:00:00-03:00 http://portalctb.org.br/site/estaduais/norte/amazonas/457-configuracoes/25530-arquivo-de-configuracao5 Super User laldert@uol.com.br <div class="feed-description"><h2><span class="st"><span style="color: #ffffff;"><em>Prolet&aacute;rios de todos</em> os pa&iacute;ses, <em>uni</em>-vos!</span> </span></h2></div> <div class="feed-description"><h2><span class="st"><span style="color: #ffffff;"><em>Prolet&aacute;rios de todos</em> os pa&iacute;ses, <em>uni</em>-vos!</span> </span></h2></div>